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27/07 - Candidatos selecionados na 1ª chamada do Prouni devem comprovar informações até esta quarta
De acordo com o MEC, a perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, na reprovação do candidato. Página de inscrições do Prouni Reprodução/site Prouni O Ministério da Educação encerra nesta quarta (28) o período para que os candidatos pré-selecionados na 1ª chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição. De acordo com o MEC, a perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, na reprovação do candidato. Após entregar a comprovatória à instituição de ensino, o candidato deve, obrigatoriamente, receber um protocolo de recebimento de documentação do Prouni cedido pela instituição. Contudo, caso seja julgado necessário pelo coordenador do Prouni na instituição, podem ser exigidos documentos adicionais. Leia também: Volta às aulas no segundo semestre: a situação nas capitais Enem 2021 tem 3,1 milhões de inscritos confirmados, menor número desde 2005 O programa oferece bolsas de estudo parciais (que cobrem 50% da mensalidade) e integrais para cursos de graduação e de formação continuada em universidades particulares. Ao todo são ofertadas 134.329 bolsas, sendo 69.482 bolsas integrais e 64.847 parciais, para 10.821 cursos em 952 instituições de ensino superior da rede privada. Prouni encerra nesta quarta (28) período para comprovação de informações dos candidatos selecionados na 1° chamada Reprodução/Prouni/MEC O resultado de quais candidatos foram pré-selecionados na 1° chamada do programa foi divulgado no dia 20 de julho no site do Prouni. Calendário Prouni: Fim do período de comprovação de informações da 1° chamada: 28 de julho Resultado da 2° chamada: 3 de agosto Comprovação de informações da 2° chamada: 3 a 11 de agosto Prazo para participar da lista de espera: 17 a 18 de agosto Resultado da lista de espera: 20 de agosto Leia o edital completo Veja mais vídeos sobre educação:
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27/07 - Fies abre inscrições para segundo semestre de 2021; seleção usará notas do Enem de 2010 a 2020
Ao todo, são 69 mil vagas em 1.324 instituições privadas de ensino superior. Para participar, os candidatos devem ter realizado a prova do Enem entre 2010 e 2020. Prazo para se inscrever no Fies se encerra na sexta-feira (30), às 23h59 Fies e O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) abriu, nesta terça-feira (27), o período de inscrição para o segundo semestre de 2021. O prazo termina na sexta (30), às 23h59. O resultado dos pré-selecionados será divulgado em 3 de agosto. O Fies é um programa de financiamento para estudantes em instituições de ensino superior privadas (veja detalhes mais abaixo). Para o próximo semestre, serão 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos e/ou turnos de 1.324 instituições privadas de ensino superior diferentes. Para se inscrever, o interessado deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2010 e 2020 e tirado nota média acima de 450. Bolsistas parciais do Prouni também podem participar. Enem 2021 tem 3,1 milhões de inscritos confirmados, menor número desde 2005 Candidatos que fizeram o exame na condição de treineiro ou que tiraram nota zero na redação não podem se inscrever. Os candidatos que não forem selecionados na chamada única serão automaticamente incluídos na lista de espera. O prazo para convocação dos selecionados desse grupo ocorre entre os dias 4 e 31 de agosto. Como o Fies funciona? O Fies é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas. Atualmente, tem duas categorias: a primeira oferece vagas com juro zero para estudantes com renda mensal familiar de um a três salários mínimos; a segunda, chamada P-Fies, tem juros variáveis e é direcionada a alunos com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos. Vídeos: confira as notícias sobre Educação p
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26/07 - Profissionais da educação de Fortaleza serão todos imunizados contra Covid até o fim de agosto, diz prefeito
Aulas presenciais híbridas na rede municipal começam a partir do dia 8 de setembro, segundo Sarto. Meta para vacinação de professores em Fortaleza não foi atingida ainda nem na aplicação da dose 1. Fabiane de Paula/SVM Todos os profissionais da educação de Fortaleza devem ser imunizados contra a Covid-19 até o fim do mês de agosto, para o retorno das aulas presenciais em formato híbrido na capital a partir do dia 8 de setembro, conforme informado pelo prefeito Sarto Nogueira, na manhã desta segunda-feira (26). Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Fortaleza Aulas presenciais de escolas municipais de Fortaleza estão previstas para retornar em setembro "Previsão nossa é que em agosto conclua o ciclo vacinal de toda a rede, haja vista que começou no dia 29 de maio", disse Sarto durante transmissão nas redes sociais sobre o retorno das aulas. Apenas 0,3% dos trabalhadores da educação básica e superior receberam as duas doses (ou dose única) das vacinas contra a Covid-19 na capital. Os dados são do Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), cuja última atuação ocorreu às 17h de quarta-feira (21). Os dados do Vacinômetro são fornecidos pelas próprias secretarias municipais da saúde e repassados diariamente à Sesa. Os registros são dados agregados e coletados pela Secretaria estadual por meio de formulário eletrônico próprio. Eles se referem a números de dois dias antes. O início das aulas vai acontecer de forma remota para ter um período de sensibilização e capacitação em relação a novos protocolos sanitários. Conforme o prefeito, será feita a busca ativa de alunos que não comparecerem às aulas na capital. Vacinação dos profissionais da educação O assunto do entrou novamente em debate com a proximidade do retorno do semestre letivo, marcado em muitos estados para o mês de agosto, e após o pronunciamento, nesta terça-feira (20), do Ministro da Educação, Milton Ribeiro, que defendeu a retomada das aulas presenciais em todo o país. Em decorrência da pandemia, a volta às aulas presenciais em Fortaleza ocorrerá com restrições de 50% da capacidade das turmas e oferecimento do ensino híbrido ou remoto para que pais e responsáveis possam escolher entre os dois, segundo o decreto vigente na capital. A baixa aplicação do reforço da vacina em professores e demais profissionais da educação na capital cearense ocorre a menos de duas semanas do início do segundo semestre do ano letivo. A Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) estima que as aulas híbridas de instituições públicas do estaduais devem ser retomadas em agosto; já a Secretaria Municipal da Educação (SME) de Fortaleza prevê que a educação infantil e o ensino fundamental públicos devem retomar atividades presenciais em setembro. O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE) já confirmou o retorno das aulas em formato híbrido para o mês de agosto. Meta para 1ª dose não foi atingida A cidade começou a vacinação dos trabalhadores da educação em maio, com imunizantes que estabelecem até 90 dias para a aplicação da segunda dose para garantir a imunização contra o novo coronavírus. Contudo, nem a meta considerada para a primeira dose neste público foi atingida. Professores e demais trabalhadores da educação são vacinados desde maio em Fortaleza. Helene Santos/Governo do Ceará Conforme o Vacinômetro, a meta da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) é vacinar 60.437 trabalhadores da educação. Até segunda, haviam recebido os imunizantes 51.551 profissionais, cerca de 85% do total. Quando se observa a imunização completa — que compreende os profissionais que já receberam as duas doses das vacinas ou a dose única da Janssen —, apenas 196 pessoas estão nessa situação. Conforme a SMS, os profissionais que já foram vacinados com a dose dois completaram o período para aplicação do reforço. Segundo a pasta, em Fortaleza, nenhum grupo teve sua vacinação adiantada. Sindicato cobra antecipação da 2ª dose Para o presidente do Sindicato dos Professores e Servidores da Educação e Cultura do Estado e Municípios do Ceará (Apeoc), Anízio Melo, há uma discussão entre as entidades de classe e a Secretaria da Educação do Ceará para o retorno híbrido das atividades. Um dos cernes principais do debate é a antecipação da segunda dose dos trabalhadores da área. "Vamos cobrar dos governos que antecipem a segunda vacinação de todos os profissionais da educação, que possamos avançar nessa etapa, [além da] garantia dos materiais de proteção individual, a testagem e que o retorno ao segundo semestre possa ser feito na ótica da transição do ensino virtual, dentro do ensino híbrido", disse Anízio. Segundo ele, ainda será necessária a participação da comunidade escolar e a autonomia das escolas. "As comunidades escolares vão verificar a situação pandêmica, de estrutura dos prédios e a vontade de estudantes e professores, já que, para nós, é preciso garantir a facultatividade", ressaltou. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto
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26/07 - Novas regras de aulas particulares da China colocam bilhões de dólares em jogo
Novas regras proíbem aulas com fins lucrativos em disciplinas escolares básicas; empresas privadas de educação devem enfrentar impacto significativo nos negócios, em uma indústria de US$ 120 bilhões, na qual investidores apostaram bilhões de dólares nos últimos anos. As novas regras da China para aulas particulares farão empresas privadas de educação enfrentarem um impacto significativo nos negócios, à medida que Pequim intensifica a supervisão regulatória de uma indústria de US$ 120 bilhões, na qual investidores apostaram bilhões de dólares nos últimos anos. As novas regras anunciadas na sexta-feira (23) proíbem aulas com fins lucrativos em disciplinas escolares básicas, em um esforço para aumentar a taxa de natalidade do país, reduzindo o custo de vida da família. De acordo com as novas regras, todas as instituições que oferecerem tutoria no currículo escolar serão cadastradas como entidades sem fins lucrativos, não havendo novas licenças concedidas, de acordo com documento oficial. As mudanças nas regras, que são muito mais duras do que o esperado anteriormente, colocaram em risco bilhões de dólares de capital público e privado investidos no setor nos últimos anos, na esperança de demanda contínua no país mais populoso do mundo. O movimento desencadeou uma forte queda na sexta-feira nas ações listadas em Hong Kong e Nova York de empresas de educação privadas chinesas, e as vendas continuaram nesta segunda-feira com algumas das ações despencando entre 30% e 40%. O TAL Education Group, listado nos Estados Unidos, disse no domingo que espera que as novas regras tenham "um impacto material adverso em seus serviços de reforço escolar depois das aulas ... o que, por sua vez, pode afetar adversamente" suas operações e perspectivas. Gaotu Techedu, New Oriental Education & Technology Group, Koolearn Technology Holding, Scholar Education Group e China Beststudy Education Group deram declarações parecidas nesta segunda-feira. As novas regras farão com que as empresas de tutoria online existentes sejam submetidas a escrutínio extra e as aulas de reforço depois das aulas serão proibidas durante os fins de semana, feriados e férias escolares, disse o documento. As instituições de ensino baseadas em currículos também seriam proibidas de levantar dinheiro por meio de listagens, enquanto as empresas listadas seriam proibidas de investir em tais instituições, disse o relatório. O Goldman Sachs disse em relatório que seus preços-alvo para ações de tutoria listadas seriam reduzidas em 78% em média. O impacto, disse, seria principalmente em razão da proibição de aulas de reforço nos fins de semana e nas férias de inverno e verão, que geraram até 80% da receita das empresas.
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24/07 - Enem 2021 tem 3,1 milhões de inscritos confirmados, menor número desde 2005
Para confirmar a inscrição, era necessário o pagamento da taxa de R$ 85; inscrições confirmadas correspondem a 77,5% das iniciais. Ao todo, 68.891 farão prova no formato digital. Exame será nos dias 21 e 28 de novembro. Enem 2020 será adiado por causa da pandemia no coronavírus André Melo Andrade/Myphoto Press/Estadão Conteúdo f O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou, na noite de sexta-feira (23), que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021 teve 3.109.762 pessoas com a inscrição confirmada, menor número desde 2005. Mesmo antes da confirmação das inscrições, o exame deste ano já tinha a menor quantidade de inscritos desde 2007. O total de inscrições confirmadas equivale a 77,5% dos 4 milhões de alunos que haviam se inscrito no exame. Para confirmar a inscrição, era necessário pagar a taxa, de R$ 85, até segunda-feira (19). Sem essa validação, a inscrição não era concluída. Enem digital Neste ano, 101.100 vagas foram ofertadas para o Enem digital. Apenas 68.891 candidatos, entretanto, pagaram a taxa de inscrição e confirmaram a inscrição – o equivalente a 68% dos inscritos inicialmente. Neste ano, diferentemente de 2020, as versões impressa e digital serão aplicadas nas mesmas datas (21 e 28 de novembro) e terão perguntas iguais. O Enem digital será exclusivo para quem já concluiu o ensino médio ou está concluindo essa etapa em 2021. Enem será mais uma vez excludente, diz especialista Para Olavo Nogueira Filho, diretor-executivo da organização Todos Pela Educação, o baixo número de inscritos tem diversos motivos. Um deles é o fechamento das escolas durante a pandemia. "Acho que é reflexo fundamentalmente de duas questões: a primeira é a perda do vínculo com a educação e com os próprios estudos em função de um ensino remoto de baixíssima efetividade e com alcance limitado", apontou Nogueira Filho. "E o segundo [motivo] é que é reflexo da necessidade de busca de renda por parte de muitos desses jovens", completa. Outro ponto que contribuiu para queda, diz o especialista, foram as regras para obter isenção da taxa de inscrição – que previam que, se um aluno que pede a isenção da taxa não comparece ao exame, ele não tem direito a recebê-la no ano seguinte. ENEM: 8 em cada 10 jovens não prestaram a prova em 2020, e 45% não pretendem em 2021, diz pesquisa Por causa da pandemia, entretanto, mais da metade dos participantes não compareceu às provas de 2020. Para conceder novamente o benefício da isenção aos alunos que faltaram no ano passado, o Ministério da Educação (MEC) aceitava motivos como morte na família ou problemas de saúde – mas não o medo de contágio pela Covid-19. Ou seja: quem deixou de fazer a prova porque não queria se expor a aglomerações perdeu o direito à isenção nesta edição. "Isso impacta, claro. Ainda mais quando a gente volta pro quadro de que metade dos jovens de 15 a 29 anos tiveram impacto na sua renda familiar. A crise econômica tem afetado muito [os] jovens e naturalmente eh a taxa [de inscrição] incide", afirma Nogueira Filho, do Todos Pela Educação. O especialista diz que a inação do governo federal contribuiu para o cenário. "Nós estamos diante de um Enem que prejudicará os mais pobres – em função da pandemia, do ensino remoto [que] foi menos efetivo para os jovens mais pobres de maneira mais forte", afirma. "Quando o governo não toma, por exemplo, uma decisão de rever a regra da isenção da taxa, é essa inação. O governo não enxerga o problema em termos um Enem que prejudica os jovens mais pobres, não parece estar incomodado com o fato de a gente ter, pelo segundo ano consecutivo, um Enem excludente", diz Nogueira Filho. A postura, diz, é "diametralmente oposta à ideia de uma de um país mais justo" e que precisa enfrentar desigualdades. “Eu acho que, se fosse um governo de fato comprometido com a educação, com a ideia de que a educação é o grande vetor de transformação individual e coletiva de um país, a pergunta ‘o que fazer pra mitigar esse cenário?’ deveria tirar o sono do ministro da Educação. E não parece ser esse o caso. Não se tomou ações pra atenuá-lo – pelo contrário, permanecemos com uma regra que era evidente que resultaria num cenário como esse", avalia. Disciplinas e horários Como nos últimos anos, o Enem será aplicado em dois domingos. 21 de novembro O candidato deverá fazer: 45 questões de linguagens; 45 questões de ciências humanas uma redação. 28 de novembro A prova tem meia hora a menos para o candidato responder a: 45 questões de matemática 45 questões de ciências da natureza. Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília): Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas no 1º dia: 19h Término das provas no 2º dia: 18h30 Regras de prevenção à Covid-19 Será obrigatório que os candidatos usem máscara durante a prova para reduzir o risco de contaminação por Covid-19. No edital, também há a determinação para o uso de álcool em gel na higienização das mãos. De acordo com o edital do exame, não seguir os protocolos de prevenção à Covid-19 é considerado critério de eliminação. 00:00 / 23:38 Vídeo: dicas para uma redação nota mil Redação do Enem em 1 Minuto: jovem que tirou nota mil dá dicas para escrever um bom texto
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23/07 - Enem 2021: prazo para pedir uso do nome social termina nesta sexta
Solicitação deve ser feita até as 23h59. Veja os documentos necessários. O prazo para pedir o uso do nome social no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 termina às 23h59 desta sexta-feira (23). Para fazer a solicitação, o candidato precisa: estar inscrito no Enem 2021 e acessar o site enem.inep.gov.br/participante; enviar foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares); e adicionar uma cópia digitalizada, frente e verso, de um dos documentos de identificação oficiais com foto, válido. Serão aceitos somente documentos nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2 MB. O resultado da análise da solicitação de tratamento pelo nome social deverá ser consultado também no endereço enem.inep.gov.br/participante, a partir de 30 de julho. As provas estão marcadas para 21 e 28 de novembro. LEIA TAMBÉM: REDAÇÕES NOTA MIL: leia exemplos do Enem 2020 CALENDÁRIO ALTERADO: Unicamp muda data de vestibular FIES: governo estuda refinanciar dívidas dos alunos Disciplinas e horários Como nos últimos anos, o Enem será aplicado em dois domingos. 21 de novembro O candidato deverá fazer: 45 questões de linguagens; 45 questões de ciências humanas; e redação. 28 de novembro A prova tem meia hora a menos: 45 questões de matemática e 45 questões de ciências da natureza. Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília): Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas no 1º dia: 19h Término das provas no 2º dia: 18h30 Regras de prevenção à Covid-19 Mais uma vez, será obrigatório que os candidatos usem máscara durante a prova para reduzir o risco de contaminação por Covid-19. No edital, também há a determinação para o uso de álcool em gel na higienização das mãos. Não seguir os protocolos de prevenção leva à eliminação do estudante. VÍDEO Abaixo, assista a um vídeo com dicas para fazer uma redação nota mil no Enem: Redação do Enem em 1 Minuto: jovem que tirou nota mil dá dicas para escrever um bom texto
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23/07 - Apenas 0,3% dos profissionais da educação estão totalmente imunizados contra a Covid-19 em Fortaleza
Previsão é de retorno de aulas presenciais híbridas em agosto, na rede estadual, e em setembro, na rede municipal. Ceará quer adiantar segunda dose dos trabalhadores da área. Dados são do Vacinômetro. Meta para vacinação de professores em Fortaleza não foi atingida ainda nem na aplicação da dose 1. Fabiane de Paula/SVM Em meio à discussão sobre o retorno das atividades presenciais das instituições de ensino em todo o Brasil, apenas 0,3% dos trabalhadores da educação básica e superior receberam as duas doses (ou dose única) das vacinas contra a Covid-19 na capital. Os dados são do Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), cuja última atuação ocorreu às 17h de quarta-feira (21). Os dados do Vacinômetro são fornecidos pelas próprias secretarias municipais da saúde e repassados diariamente à Sesa. Os registros são dados agregados e coletados pela Secretaria estadual por meio de formulário eletrônico próprio. Eles se referem a números de dois dias antes. Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Fortaleza O assunto do entrou novamente em debate com a proximidade do retorno do semestre letivo, marcado em muitos estados para o mês de agosto, e após o pronunciamento, nesta terça-feira (20), do Ministro da Educação, Milton Ribeiro, que defendeu a retomada das aulas presenciais em todo o país. Em decorrência da pandemia, a volta às aulas presenciais em Fortaleza ocorrerá com restrições de 50% da capacidade das turmas e oferecimento do ensino híbrido ou remoto para que pais e responsáveis possam escolher entre os dois, segundo o decreto vigente na capital. A baixa aplicação do reforço da vacina em professores e demais profissionais da educação na capital cearense ocorre a menos de duas semanas do início do segundo semestre do ano letivo. A Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) estima que as aulas híbridas de instituições públicas do estaduais devem ser retomadas em agosto; já a Secretaria Municipal da Educação (SME) de Fortaleza prevê que a educação infantil e o ensino fundamental públicos devem retomar atividades presenciais em setembro. O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE) já confirmou o retorno das aulas em formato híbrido para o mês de agosto. Meta para 1ª dose não foi atingida A cidade começou a vacinação dos trabalhadores da educação em maio, com imunizantes que estabelecem até 90 dias para a aplicação da segunda dose para garantir a imunização contra o novo coronavírus. Contudo, nem a meta considerada para a primeira dose neste público foi atingida. Professores e demais trabalhadores da educação são vacinados desde maio em Fortaleza. Helene Santos/Governo do Ceará Conforme o Vacinômetro, a meta da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) é vacinar 60.437 trabalhadores da educação. Até segunda, haviam recebido os imunizantes 51.551 profissionais, cerca de 85% do total. Quando se observa a imunização completa — que compreende os profissionais que já receberam as duas doses das vacinas ou a dose única da Janssen —, apenas 196 pessoas estão nessa situação. Conforme a SMS, os profissionais que já foram vacinados com a dose dois completaram o período para aplicação do reforço. Segundo a pasta, em Fortaleza, nenhum grupo teve sua vacinação adiantada. Sindicato cobra antecipação da 2ª dose Para o presidente do Sindicato dos Professores e Servidores da Educação e Cultura do Estado e Municípios do Ceará (Apeoc), Anízio Melo, há uma discussão entre as entidades de classe e a Secretaria da Educação do Ceará para o retorno híbrido das atividades. Um dos cernes principais do debate é a antecipação da segunda dose dos trabalhadores da área. "Vamos cobrar dos governos que antecipem a segunda vacinação de todos os profissionais da educação, que possamos avançar nessa etapa, [além da] garantia dos materiais de proteção individual, a testagem e que o retorno ao segundo semestre possa ser feito na ótica da transição do ensino virtual, dentro do ensino híbrido", disse Anízio. Segundo ele, ainda será necessária a participação da comunidade escolar e a autonomia das escolas. "As comunidades escolares vão verificar a situação pandêmica, de estrutura dos prédios e a vontade de estudantes e professores, já que, para nós, é preciso garantir a facultatividade", ressaltou. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto
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23/07 - Academia Brasileira de Letras inclui 'feminicídio', 'sororidade' e 'home office' em vocabulário atualizado da língua portuguesa
Ao todo, mil palavras novas foram incluídas, levando o número de palavras no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) a 382 mil. A Academia Brasileira de Letras (ABL) lançou, nesta semana, a sexta edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), que não era atualizado desde 2009. Pexels A Academia Brasileira de Letras (ABL) lançou, nesta semana, a sexta edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), que não era atualizado desde 2009. Foram incluídas mil entradas novas, levando o total de entradas no Volp a 382 mil. É possível consultar a grafia delas on-line. A ABL acrescentou palavras como "feminicídio", "sororidade", "negacionismo" e "pós-verdade", além de "crossfit", "pós-verdade" e outras relacionadas à pandemia de Covid-19, como "home office", "lockdown" e o próprio nome da doença, grafado com letra minúscula ("covid-19") pela Academia. Veja, abaixo, alguns exemplos e seus significados, segundo a ABL: home office: no Brasil, significa trabalhar de casa, mas, no inglês, a expressão equivalente seria "work from home". Literalmente, em inglês, "home office" significa "escritório de casa". (A ABL não traz uma definição para o termo). infodemia: volume excessivo de informações, muitas delas imprecisas ou falsas (desinformação), sobre determinado assunto (como a pandemia, por exemplo), que se multiplicam e se propagam de forma rápida e incontrolável, o que dificulta o acesso a orientações e fontes confiáveis, causando confusão, desorientação e inúmeros prejuízos à vida das pessoas. feminicídio: delito de homicídio praticado contra mulher decorrente de violência doméstica ou familiar e/ou por motivo de menosprezo ou discriminação de gênero. necropolítica: uso do poder político e social, especialmente por parte do Estado, de forma a determinar, por meio de ações ou omissões (gerando condições de risco para alguns grupos ou setores da sociedade, em contextos de desigualdade, em zonas de exclusão e violência, em condições de vida precárias, por exemplo), quem pode permanecer vivo ou deve morrer. O termo foi cunhado pelo filósofo, teórico político e historiador camaronês Achille Mbembe, em 2003. pós-verdade: Informação ou asserção que distorce deliberadamente a verdade, ou algo real, caracterizada pelo forte apelo à emoção, e que, tomando como base crenças difundidas em detrimento de fatos apurados, tende a ser aceita como verdadeira, influenciando a opinião pública e comportamentos sociais. Também pode ser um contexto em que asserções, informações ou notícias verossímeis, caracterizadas pelo forte apelo à emoção e baseadas em crenças pessoais, ganham destaque, sobretudo social e político, como se fossem fatos comprovados ou a verdade objetiva. sororidade: sentimento de irmandade, empatia, solidariedade e união entre as mulheres, por compartilharem uma identidade de gênero; conduta ou atitude que reflete este sentimento, especialmente em oposição a todas as formas de exclusão, opressão e violência contra as mulheres. Veja VÍDEOS de Educação:
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22/07 - Covid-19: filósofo Roberto Romano morre aos 75 anos em hospital de São Paulo
Professor aposentado da Unicamp estava internado desde 11 de junho no InCor e teve óbito registrado na tarde desta quinta-feira (22), após falência de múltiplos órgãos. Professor Roberto Romano, da Unicamp, se opõe aos cargos comissionados Antoninho Perri / Unicamp O filósofo e professor titular aposentado da Unicamp Roberto Romano, de 75 anos, morreu na tarde desta quinta-feira (22) após complicações da Covid-19. Ele estava internado desde 11 de junho no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor), em São Paulo, que confirmou o óbito nesta noite. "O professor evoluiu nas últimas semanas com quadro clínico grave, que culminou em falência de múltiplos órgãos", informa a assessoria. Romano foi docente do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da universidade estadual, em Campinas (SP). O escritor nasceu em Jaguapitã (PR) e era casado com a socióloga Maria Sylvia de Carvalho Franco. 'Intelectual de primeira grandeza' Em nota, o reitor da Unicamp, Antônio José de Almeida Meirelles, o Tom Zé, lamentou a perda e ressaltou que o docente era um defensor do ensino público, da ética, das políticas de inclusão nas universidades e da justiça social no país. Confira abaixo íntegra. "Nossa universidade lamenta profundamente o falecimento do Prof. Roberto Romano. Após enfrentar complicações em decorrência da Covid-19, ele se soma às tantas vítimas da pandemia em nosso país, decorrentes da pouca atenção que parte de nossas autoridades deram a esta tragédia que acomete o mundo. Roberto Romano, um intelectual de primeira grandeza, sempre se caracterizou pela defesa do ensino público e das nossas instituições de fomento à ciência e tecnologia. Representou uma voz muito forte a favor da ética em nossas instituições e no desenvolvimento das relações humanas, uma ética baseada na busca da igualdade e da solidariedade. Posicionou-se com firmeza pelas políticas de inclusão em nossas universidades e pela justiça social em nosso país. Temos muito orgulho de tê-lo tido como membro de nossa comunidade universitária. Expressamos nossas condolências a seus familiares, amigos e colegas e nossa grande tristeza por esta perda", diz o texto do reitor. O professor Roberto Romano, na Unicamp, antes da pandemia Antonio Scarpinetti / Unicamp Histórico Roberto Romano era graduado pela USP (1973) e fez doutorado em filosofia pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, na França (1978). Ele era considerado uma das referências no país ao tratar de temas como ética, democracia, direitos humanos, ciência política e universidade pública. Além disso, foi autor de vários livros como "Igreja contra o Estado", "Conservadorismo romântico: Origem do totalitarismo" e "Razão de Estado e outros estados da razão". Informações sobre o sepultamento do escritor não foram confirmadas até esta publicação. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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22/07 - Volta às aulas no segundo semestre: a situação nas capitais
Em alguns locais, atividades presenciais serão retomadas pela primeira vez desde o início da pandemia, ainda que de forma parcial. Veja o que se sabe sobre as redes pública e particular nos ensinos infantil, fundamental e médio. Funcionários da prefeitura de Curitiba fazem limpeza es nas escolas em julho, antes da volta às aulas. Divulgação/Prefeitura de Curitiba O início do segundo semestre do ano letivo nas capitais vai coincidir, em alguns locais, com a retomada das atividades presenciais. É o caso de Brasília, onde a rede pública reabre as portas em 2 de agosto para todo o ensino básico (infantil e fundamental) pela primeira vez desde março de 2020; e no Recife, onde a rede municipal também passa a ter aulas presenciais pela primeira vez desde o início da pandemia– até então, apenas as unidades estaduais e privadas funcionavam dessa forma. Ministro da Educação defende volta às aulas presenciais 'Nenhuma medida vale para todo o país', dizem conselhos de educação e saúde Especialistas explicam por que o Brasil errou ao deixar crianças e jovens longe das salas de aula Em Belo Horizonte, a prefeitura autorizou o retorno das aulas presenciais no ensino médio, público e privado. A decisão anunciada na tarde de quinta-feira (22). As aulas presenciais nas redes municipal, estadual e privada já estavam liberadas para alunos da educação infantil e do ensino fundamental. Em Goiânia, o segundo semestre também vai coincidir com a volta às aulas presenciais – ainda que de forma parcial, com parte das atividades online – pela primeira vez desde o início da pandemia para os estudantes das escolas públicas. As particulares já funcionavam nesse esquema. Veja, abaixo, o que se sabe sobre o retorno em cada capital. Aracaju Belém Belo Horizonte Boa Vista Brasília Campo Grande Cuiabá Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia João Pessoa Macapá Maceió Manaus Natal Palmas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio Branco Rio de Janeiro Salvador São Luís São Paulo Teresina Vitória VÍDEO: Ministro da Educação defende retorno às aulas em pronunciamento Presidente do Conselho de Secretários de Educação fala sobre retorno às aulas presenciais
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22/07 - Unicamp 2022: pedidos de isenção diminuem 30% e comissão prevê menos candidatos da rede pública: 'pandemia deixando marcas'
Universidade tem 4,2 mil solicitações a menos que na edição 2021 e associa resultado à crise sanitária e mudança de prazo com retomada de vagas via Enem. Lista de beneficiados sai dia 30. Campus da Unicamp, em Campinas Rafael Smaira/G1 Os pedidos de isenção na taxa do vestibular 2022 da Unicamp diminuíram 30% no comparativo com a edição anterior, segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Ao todo são 9,6 mil solicitações em análise e a universidade avalia que o resultado indica que haverá baixa de candidatos das escolas públicas participantes no exame. A lista de beneficiados será divulgada em 30 de julho, no site oficial, e quem não for contemplado terá de desembolsar R$ 180 para participar das provas. No vestibular anterior, a Unicamp recebeu 13,9 mil solicitações antes da triagem - diferença de 4,2 mil - das quais foram aceitas 9,7 mil, número recorde de contemplados na história da instituição de ensino. O benefício foi disponibilizado nesta edição para candidatos das modalidades tradicional e via notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desde atendidos critérios estipulados em três categorias. A expectativa da Unicamp é de que entre 8,1 mil e 8,3 mil pedidos sejam aceitos após a verificação de cumprimento dos requisitos. A faixa se aproxima ao total da edição 2020. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, avalia que o número de pedidos reflete não somente impactos da pandemia, mas também o fato de que o prazo para solicitações foi alterado com a retomada da modalidade via Enem. Na edição anterior, a Unicamp decidiu retirá-la do calendário por causa da divergência de calendários entre os dois exames e por isso, chegou a reabrir o período para solicitações após término do período regular. Somente neste prazo foram 4,5 mil pedidos. "É um indicativo de que devemos ter menos candidatos de escola pública, pois a isenção não significa inscrição automática e também vamos partir de um número menor de pessoas atendidas com a gratuidade. No entanto, acho que teremos um número de inscritos próximo à média dos anos anteriores", destaca o diretor ao considerar que o movimento por adiamento do Enem, em 2020, também fez com que muitos estudantes estivessem mais atentos a outros processos seletivos. Em 2021, os alunos oriundos de escolas públicas representaram 34,2% entre os 77,6 mil inscritos. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto Reprodução / EPTV Freitas Neto relata apreensão com os reflexos da crise sanitária na educação pública ao mencionar que os candidatos do vestibular 2022 terão realizado quase dois terços do ensino médio de forma remota ou híbrida, o que altera o aproveitamento da aprendizagem. "Muitos estudantes estão desmotivados e há casos mais graves de abandono escolar. Isso compromete o futuro dos jovens e o futuro da sociedade. A pandemia está deixando marcas dolorosas, tanto no grande número de vidas perdidas e pessoas enfermas, quanto no campo educacional ao interromper planos e projetos de uma geração de jovens", lamenta. A Unicamp abriu o período para pedidos de isenção em 24 de maio e, inicialmente, previa encerrar o prazo em 15 de junho. Contudo, houve uma prorrogação até dia 30 daquele mês. O valor da taxa este ano significa acréscimo de R$ 10 no comparativo com a edição anterior, e a universidade estadual justifica que o reajuste é necessário porque o aumento mais recente foi aplicado há quatro anos. Modalidades de isenção Modalidade 1: candidatos de famílias de baixa renda - até um salário mínimo e meio bruto mensal por morador do domicílio; Modalidade 2: funcionários da Unicamp/Funcamp; Modalidade 3: candidatos dos cursos noturnos de licenciatura ou tecnologia: licenciatura - ciências biológicas, física, letras, licenciatura integrada química/física, matemática e pedagogia; tecnologia - análise e desenvolvimento de sistemas, e em saneamento ambiental. Todos os candidatos precisam ter cursado o ensino médio integralmente em instituições da rede pública (não se aplica à modalidade 3) e já ter concluído ou finalizar neste ano o ensino médio. Unicamp 2021: aprovados têm notas de matemática mais baixas após 'impacto da pandemia' Unicamp muda data da 2ª fase do vestibular 2022 e divulga novo calendário Vestibular 2022 Modalidade tradicional Inscrições: 2/08 a 8/9/2021 1ª fase: 7/11/2021 2ª fase: 9/01/2022 e 10/01/2022 Provas de habilidades específicas de música: (setembro e outubro, datas a confirmar) Provas de habilidades específicas outros cursos: 19 a 22/01/2022 Divulgação da primeira chamada: 14/02/2022 Matrícula (não presencial) da primeira chamada: a confirmar Outras modalidades Vagas remanescentes: inscrições de 20/9 a 8/10/2021 Ingresso via Enem: inscrições de 3 a 30/11 Vagas para premiados em olimpíadas de conhecimentos: inscrições de 16/11 a 14/1/2022 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de São Luís
As aulas presenciais serão retomadas na rede pública de forma gradual e no formato híbrido, a partir do próximo semestre letivo, que se inicia em agosto. Para o retorno as aulas, as escolas da rede privada de São Luís (MA) vão aderir escalas por dias para aulas presenciais com os alunos. Divulgação/Escola Mapple Bear As aulas presenciais devem ser retomadas na rede pública de São Luís em agosto, em diferentes datas. As atividades devem funcionar de forma híbrida e com rodízio de estudantes em atividade presencial, oferecendo aos alunos a possibilidade de fazer os estudos pela internet, por conta da pandemia da Covid-19. Confira abaixo: Volta às aulas: perguntas e respostas Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais Escolas Estaduais No ensino público estadual, referente ao ensino médio, as aulas no primeiro semestre aconteceram de forma não presencial por meio de plataformas online (Plataforma Gonçalves Dias), aulas em rádio, TV e plataforma de streaming de áudios. Segundo o governo, as escolas têm ofertado material impresso na situação de impossibilidade de acesso à internet; além da realização de formações diversas para os agentes escolares de forma a qualificar as aulas remotas em tempo de pandemia. O retorno às aulas no 2º semestre será em sistema híbrido e está prevista para o dia 2 de agosto, com um processo progressivo, de acordo com cada instituição de ensino. A volta será por grupos de escolas e terá a aplicação de protocolo sanitário específico para a educação com medidas preventivas e de combate à Covid-19. Escolas municipais No primeiro semestre de 2021, as aulas na rede municipal (infantil e fundamental) foram realizadas por meio do ensino remoto, com atividades impressas entregues aos alunos. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), para o segundo semestre, a partir de 2 de agosto, serão feitas formações pedagógicas, inclusive sobre o protocolo sanitário, para gestores, professores, familiares e alunos. Segundo a prefeitura, essa etapa é fundamental para o retorno seguro e gradual das aulas presenciais em formato híbrido, que ocorrerá a partir de 16 de agosto. As escolas com o ensino híbrido terão as atividades realizadas por grupos de alunos para cada semana. Em uma semana, parte dos alunos terá aulas presenciais e na semana seguinte terão aulas remotas, assim sucessivamente. Para as escolas que não retornarem no formato híbrido, as atividades letivas seguirão através do ensino remoto, com o uso do Google Classroom, até que sejam preparadas e anunciadas para o novo formato de ensino. Segundo a prefeitura, um protocolo de saúde foi elaborado e aprovado por entidades da educação, com um conjunto de medidas sanitárias elaboradas para a segurança dos alunos, profissionais da educação e famílias nas escolas, que receberão itens de higiene e cuidado. No ambiente de ensino será obrigatório o uso de máscaras, o distanciamento social, a lavagem regular das mãos e o uso do álcool em gel. Com o retorno das aulas, haverá um novo momento de avaliação diagnóstica para verificar o nível de conhecimento dos alunos, para a aplicação da política de recuperação da aprendizagem, compensando e reforçando os conteúdos letivos. Ensino Particular Segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão, as aulas nas escolas particulares já mantinham o ensino híbrido, onde parte das aulas eram remotas, e parte eram presenciais. Após as férias de julho, as aulas no segundo semestre vão retornar no dia 1º de agosto, ainda seguindo protocolos sanitários de segurança contra a Covid-19. Há uma diretriz do governo federal? Em 30 de junho, véspera da audiência do ministro no Senado, o MEC divulgou em uma rede social o Guia de Retorno às Aulas Presenciais, um documento elaborado pela pasta em 2020. Uma análise do documento feita pelo físico Vitor Mori, do Observatório Covid-19, a pedido do G1, indicou que ainda há muito foco em limpeza de superfícies e pouca informação sobre a importância de fazer atividades em ambientes ventilados ou cuidar para que haja ventilação dos espaços. "Tem um foco desproporcional em relação à higienização de superfícies", afirma. "Hoje a gente sabe que transmissão por superfícies é muito improvável. É menos de 1 em 10 mil, segundo o CDC", afirma Mori. "Há várias coisas que são comprovadamente ineficazes, no protocolo, como medir temperatura. Já a importância da ventilação e máscaras PFF2 ficam diluídas", avaliou. O que dizem os especialistas? Para Olavo Nogueira, diretor-executivo da organização Todos pela Educação, é "positivo que estejam dando um senso de urgência ao tema do retorno emergencial das aulas". "Agora, é de uma enorme hipocrisia esse governo falar que desde o início da pandemia tem cumprido o seu papel coordenador, articulador, de apoio aos estados e municípios, que fez de tudo o que estava a seu alcance para enfrentar a pandemia na educação, para apoiar o processo de reabertura das aulas. Isso não é verdade", disse Nogueira. O diretor-executivo da Todos pelo Educação diz que o que ocorreu, na verdade, é "rigorosamente o contrário". "A gente teve um governo que no caso da educação foi completamente ausente, omisso. Alguns exemplos: o MEC, nos primeiros meses de pandemia, quando ficou claro que precisaria de uma resposta emergencial por meio do ensino remoto, foi incapaz de articular uma ação coordenada entre os estados e municípios", disse. "O governo foi incapaz de fazer algo que em vários países, mesmo com estrutura federativa parecida com a do Brasil, foi feito, que é elencar parâmetros nacionais para tentar guiar a tomada a decisão sobre uma reabertura segura nas cidades. Uma parte dos estados e municípios não conseguiu elencar critérios claros e consistentes para fim dessa tomada de decisão", completou.
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21/07 - Aulas presenciais de escolas municipais de Fortaleza estão previstas para retornar em setembro
A previsão leva em conta o fim da imunização de todos os professores do município. Aulas da rede municipal de Fortaleza devem voltar a ser presenciais em setembro. Camila Lima/Sistema Verdes Mares As aulas das turmas de educação infantil e ensino fundamental das escolas municipais de Fortaleza devem voltar a ser presenciais em setembro, em formato híbrido. A informação é da Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza, que vai divulgar o cronograma de retorno das atividades nos próximos dias. A previsão leva em conta o fim da imunização de todos os professores do município. O início das aulas vai acontecer de forma remota para ter um período de sensibilização e capacitação em relação a novos protocolos sanitários, segundo a prefeitura. Em seguida, haverá uma fase de avaliação diagnóstica, para então ter início o retorno presencial escalonado, ou seja, com o retorno de cada turma em períodos diferentes, indo das séries menores para as maiores. Nesse momento, o ensino acontecerá com metade da turma presencial, e a outra metade de forma remota. Também estão planejados projetos para garantir a segurança e adesão aos alunos em sala de aula. Volta às aulas Escolas particulares de Fortaleza devem retomar atividades presenciais do segundo semestre de 2021 em agosto Camila Lima/SVM Os estudantes de escolas do ensino médio, fundamental e infantil de Fortaleza vão voltar às aulas presenciais ainda com restrições. O decreto vigente na capital libera as atividades presenciais com 50% da capacidade das turmas e oferecimento do ensino híbrido ou remoto para que pais e responsáveis possam escolher entre os dois. As instituições públicas estão em aulas virtuais desde março de 2020. O objetivo para o ensino médio, conforme a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), é que as aulas presenciais (em formato híbrido) nas escolas públicas sejam retomadas em agosto. As atividades em educação infantil e ensino fundamental, geridas pela Prefeitura de Fortaleza, devem voltar a ser presenciais em setembro, em formato híbrido. O sindicato das escolas particulares informou que retoma as atividades do segundo semestre letivo de forma híbrida também no próximo mês, "após as férias de julho". Nesta matéria, você poderá conferir: Quando vão voltar as aulas na cidade de Fortaleza conforme cada nível (ensino médio, ensino fundamental e educação infantil) O que se sabe até o momento sobre como vai ser a retomada das aulas na rede pública ou privada e como foi o modelo adotado no primeiro semestre. Ensino médio A meta da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) é que as escolas da rede estadual em Fortaleza possam retomar as atividades em agosto. A data específica não foi divulgada pela pasta, mas a ideia é que os trabalhos sejam reiniciados de forma híbrida. Atualmente, as escolas estão autorizadas a colocar até 50% de alunos em cada uma de suas turmas. No primeiro semestre de 2021, todas as escolas públicas com alunos do ensino médio terminaram as atividades de forma remota. Há uma discussão acerca da vacinação completa de profissionais da educação. Enquanto as categorias de classe dizem que é preciso que todos os trabalhadores estejam vacinados, assim como os estudantes, o governo pretende adiantar a imunização de professores para que seja viável o retorno em agosto. As escolas da rede particular, por sua vez, estão autorizadas a receber alunos do ensino médio na mesma proporção de capacidade (50%). Conforme o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE), as aulas nas escolas particulares do Ceará devem permanecer com ensino híbrido (variando entre presencial e remoto) após as férias de julho. No primeiro semestre, o ensino estava sendo feito de forma remota, pois a liberação foi dada pelo governo do estado em 28 de junho. Ensino fundamental As escolas de ensino fundamental da rede pública de Fortaleza têm previsão para voltar às aulas presenciais em setembro, ainda no formato híbrido, ou seja, com metade da turma de forma remota. Durante o primeiro semestre, os alunos das escolas públicas da rede municipal tiveram aulas de forma exclusivamente remota, embora, em maio, o governo do estado tenha liberado todas as séries do ensino fundamental com 50% de capacidade em cada uma de suas turmas. Durante o primeiro semestre, estudantes de escolas particulares entre o 1º e o 9º ano retomaram algumas atividades presenciais, no modelo híbrido. Educação infantil Os Centros de Educação Infantil (CEI), administrados pela prefeitura de Fortaleza, também retornarão às aulas presenciais em setembro. No primeiro semestre de 2021, as crianças com até três anos de idade foram autorizadas a ficar presencialmente nas creches particulares de Fortaleza, com limitação de 50% da capacidade das turmas. Crianças com 4 e 5 anos de idade só puderam voltar para este formato em abril, com a redução dos contágios pelo coronavírus na cidade.
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21/07 - UFJF é selecionada e vai sediar uma unidade da Embrapii no campus de Juiz de Fora
Instituição terá disponível recursos financeiros não reembolsáveis para investir em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em parceria com o setor industrial. Coletiva de imprensa foi realizada nesta quarta-feira (21) na UFJF Alexandre Dornelas/UFJF A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) foi selecionada e vai sediar uma unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) no campus de Juiz de Fora. O anúncio foi feito pelo reitor Marcus David nesta quarta-feira (21) durante uma entrevista coletiva. "Ter uma sede da Embrapii na nossa universidade representa o reconhecimento do grande destaque da UFJF como instituição de ciência e tecnologia, com potencial de levar esse conhecimento ao setor produtivo na forma de inovação", destacou. A UFJF terá disponível recursos financeiros não reembolsáveis para investir em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em parceria com o setor industrial. O financiamento é proveniente do Ministério da Educação (MEC) e do Programa Rota 2030. Funcionamento Durante o processo, oito instituições foram contempladas. Na ocasião, cada universidade poderia submeter apenas uma proposta para ser avaliada. Conforme o reitor da UFJF, foi realizada uma seleção interna para identificar o núcleo de pesquisa mais avançado na instituição para participar do processo. O escolhido foi o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Energia Elétrica (Inerge). A unidade Embrapii da instituição, que atuará na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, deverá estar em funcionamento no próximo mês, após a assinatura de um contrato. O credenciamento é feito inicialmente por 3 anos e pode ser renovado com base nos resultados apresentados. "Estima-se que sejam mobilizados em torno de R$ 6 milhões nesse período", informou a UFJF. As empresas interessadas em apresentar parcerias podem enviar um e-mail para contato.inerge@engenharia.ufjf.br. UFJF recebe empresa de inovação para trabalhar em parceria com a indústria Embrapii A Embrapii é uma organização social qualificada pelo Governo Federal que desde 2013 apoia instituições de pesquisa tecnológica e fomenta a inovação na indústria brasileira. O credenciamento de novas unidades pretende atrair empresas pelo fomento não reembolsável e pela capacidade de geração de soluções tecnológicas das universidades federais. A meta das novas unidades é gerar 75 projetos e cerca de R$ 30 milhões de investimentos em inovação em todo o país. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o segundo semestre nas escolas do Rio
Colégios municipais e estaduais que funcionam na capital estão em período de recesso. As aulas na rede estadual, retornam na próxima segunda-feira (26). Já a rede municipal do Rio volta no dia 2 de agosto. Todas as escolas continuarão oferecendo a opção de ensino remoto. Sala de aula com distanciamento entre alunos na reabertura das escolas no Rio de Janeiro. Reprodução/Jornal Nacional O início do segundo semestre do ano letivo para os estudantes do Rio de Janeiro será com aulas presenciais. Os colégios das redes estadual e municipal estão em período de recesso, mas retomam suas atividades nos dias 26 de julho e 2 de agosto, respectivamente, seguindo as regras de distanciamento e de higiene contra a proliferação da Covid-19. Tanto o estado quanto o município seguirão oferecendo a possibilidade de aulas à distância. No município do Rio, as aulas presenciais foram retomadas em março, de forma escalonada, entre as escolas que cumpriam os protocolos sanitários determinados pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19. Antes do período de férias, 98% das unidades da rede municipal de ensino já funcionavam com atividades presenciais. Isso quer dizer que 98,4% dos alunos matriculados em escolas do município já contavam com as aulas presenciais antes do recesso. São estudantes do berçário ao Ensino de Jovens e Adultos. Contudo, é importante destacar que o ensino presencial é opcional em toda a rede municipal. A decisão pela aula presencial ou à distância ficará a cargo de pais e alunos. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, 78% dos responsáveis desejam o retorno presencial. Pais reclamam do ensino remoto da rede municipal do Rio Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais Para quem optar pelo ensino à distância, a secretaria informou que vai continuar oferecendo videoaulas na internet ou pelo programa Rioeduca, na TV aberta (TV Escola, canal 2.3) e fechada (NET/Claro, canal 15; Claro TV, canal 8; Oi TV, canal 25; Sky, canal 21; e Vivo, canal 7). As videoaulas do Rioeduca também ficam disponíveis no canal da MultiRio no YouTube. Ensino Fundamental As aulas no ensino fundamental da rede de ensino municipal do Rio vão começar no dia 4 de agosto. Antes disso, nos dias 2 e 3, acontecerão reuniões presenciais com os pais. As escolas do município atendem da Educação Infantil até o 9º ano do Ensino Fundamental. A expectativa é de que 1.522 unidades tenham aulas presenciais, seguindo os protocolos sanitários definidos pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19 da capital fluminense. Desde junho, a carga horária diária de estudo aumentou. As unidades com turno parcial, que ofereciam 3 horas de aulas por dia, agora oferecem 4 horas. E as unidades escolares de turno único aumentaram a carga horária de 3 para 6 horas por dia. Segundo a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, as escolas são obrigadas a cumprir uma lista de medidas para abrir as portas de maneira presencial. Entre elas estão: distanciamento seguro, instalações de dispensadores de álcool 70º em gel no prédio ou funcionário aplicando álcool 70º na mão dos alunos e bebedouros adaptados com torneira para enchimento de copos e garrafas. As aulas retornam para os alunos da segunda fase do ensino fundamental na rede estadual do Rio de Janeiro no dia 26 de julho. São os alunos do 6º ao 9º ano. Todas as escolas seguem com a parte administrativa aberta. Mapa de Risco de Covid do Estado, no dia 14 de julho Divulgação Segundo a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc), as escolas da rede estadual vão condicionar a liberação das atividades presenciais em suas unidades aos indicadores de proliferação da Covid-19. A presença de alunos e professores nas escolas será regulada pelas regras da Secretaria de Estado de Saúde (SES). "A partir das bandeiras de risco laranja, amarela e verde, as escolas estaduais podem desenvolver atividades pedagógicas com os estudantes que tenham interesse em frequentar aulas presenciais, mediante a capacidade física da unidade, em sistema de rodízio, respeitando as normas de distanciamento", explicou, em nota, a secretaria de educação. De acordo com a última atualização do Mapa de Risco de Covid do Estado, no dia 14 de julho, a capital apresentava bandeira laranja, com risco moderado de contrair a doença. Com essa indicação, as escolas públicas do ensino fundamental da capital poderão funcionar com até 50% da sua capacidade. Regras para o ensino fundamental: Bandeira laranja - 50% da capacidade Bandeira amarela - 75% da capacidade Bandeira verde - 100% da capacidade Ensino médio As escolas estaduais possuem regras um pouco diferentes para o ensino presencial Caso a bandeira laranja seja mantida até a volta às aulas, as unidades do ensino médio vão poder funcionar com 40% da sua capacidade total. Regras para o ensino médio: Bandeira laranja - 40% da capacidade Bandeira amarela - 60% da capacidade Bandeira verde - 100% da capacidade Ensino infantil Nas escolas municipais do Rio, as atividades para a educação infantil serão retomadas presencialmente no dia 4 de agosto, contemplando os estudantes de creche e pré-escola. Assim como nas outras séries da rede municipal, os alunos da educação infantil também já puderam retomar as atividades presenciais desde o mês de março, de forma escalonada, entre as escolas que cumpriam os protocolos sanitários. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, as escolas particulares - as que oferecem ensino fundamental ou médio - também estão autorizadas a adotar as aulas presenciais, o que já acontecia no primeiro semestre do ano. As unidades deverão funcionar seguindo as regras e protocolos que visem evitar a propagação da Covid-19. Às autoridades de saúde e de vigilância sanitária do município são responsáveis por fiscalizar o cumprimento dos protocolos sanitários, como distanciamento seguro; oferta de álcool 70º em gel; bebedouros adaptados, entre outras normas.
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21/07 - Volta às aulas: nenhuma medida vale para todo o país, dizem conselhos de Educação e Saúde
Falas de membros dos conselhos foram proferidas após declaração do ministro da Educação sobre necessidade de volta presencial às salas de aula. Até agora, apenas alguns estados e municípios brasileiros retomaram as aulas em formato presencial ou híbrido. Presidente do Conselho de Secretários de Educação fala sobre retorno às aulas presenciais Depois que o ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu o retorno às aulas presenciais, na terça-feira (20), os conselhos nacionais de secretários de Educação (Consed) e de Saúde (Conass) avaliaram que a volta deve considerar os indicadores locais da pandemia. "A posição do Consed é muito clara e já há algum tempo. Essa posição consiste em defender – e esse ponto também é defendido pelo Conass – que a volta às aulas seja uma atribuição dada a cada gestor local – seja de Saúde, seja Educação", afirmou o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Vitor de Angelo, em vídeo divulgado na terça (assista acima). Durante a fala, feita em rede nacional, o ministro da Educação havia dito que o país "não pode continuar com as escolas fechadas, gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações". Até agora, apenas alguns estados e municípios retomaram as aulas em formato presencial ou híbrido. "Portanto, nenhuma medida [vale] para todo o país, uma vez que o enfrentamento da pandemia não foi coordenado nacionalmente. E, também, tendo em vista que a situação da pandemia é diferente de um estado para o outro, a partir de uma avaliação regional, cada secretário de estado da Saúde, assim como o secretário de Educação, poderão tomar essa decisão do ponto de vista sanitário e implementá-la dentro das escolas", completou Vitor de Angelo, do Consed. O assessor técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) Nereu Mansano fez avaliação semelhante. "A decisão a ser tomada depende sempre de uma avaliação local e da integração das áreas de educação e saúde – tanto dos estados como dos municípios, que devem avaliar a situação epidemiológica", afirmou, também em vídeo divulgado na terça. MEC não coordenou atividades na pandemia, diz chefe de conselho No pronunciamento de terça (20), Milton Ribeiro também disse que o Ministério da Educação atuou como "coordenador" e "articulador“ na pandemia. "O Ministério da Educação exerce com responsabilidade o seu papel de coordenador e articulador nacional, apoiando os gestores estaduais e municipais para o retorno presencial às aulas“, afirmou o chefe da pasta. "Ainda em março de 2020, no início da pandemia, criamos o Comitê Operativo de Emergência, o COE, a partir do qual articulamos e conversamos com representações de ensino de universidades, institutos, estados e municípios. O governo federal, desde o início da pandemia, trabalha para garantir que este retorno seja seguro para todos vocês", completou o ministro. Na avaliação de Vitor de Angelo, presidente do Consed, o MEC não atuou, entretanto, como coordenador das atividades de ensino na pandemia – nem para a implementação do ensino remoto, nem para a reabertura das escolas. "Em outros pontos, acho que [o pronunciamento do ministro] não foi propriamente verídico – como, por exemplo, ele diz que o ministério nesse processo todo coordenou nacionalmente os estados e os municípios. Nunca houve essa coordenação, e até hoje, acredito, na minha avaliação, que continua não existindo", afirmou de Angelo em entrevista ao G1. O chefe do Consed afirmou que estados e municípios têm tido, de fato, colaboração com o MEC, mas a falta do papel coordenador no plano nacional "sempre constituiu, nesse tempo todo, a nossa principal crítica", disse. "Estados e municípios, nesse contexto, acabaram assumindo praticamente sozinhos a responsabilidade de fazer tudo aquilo que estava ligado ao enfrentamento da pandemia. Primeiro, para implementação de uma atividade remota, depois, para tentar um retorno às aulas. Essa ausência do MEC não foi só para reabertura. Mesmo na implementação das atividades remotas a gente percebeu essa ausência", declarou. Ainda em abril de 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios tinham o poder de estabelecer políticas de saúde relacionadas à pandemia, inclusive questões de quarentena e classificação dos serviços essenciais. Na época, os ministros julgaram uma ação do PDT contra uma medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro com o objetivo de concentrar no governo federal o poder de editar uma norma geral sobre os temas. O presidente já se mostrava, naquela época, contrário às medidas de distanciamento social necessárias para conter o avanço da pandemia. Retorno às aulas A volta às aulas presenciais tem sido determinada pelos próprios estados ou pelos municípios, de acordo com a responsabilidade de gestão das escolas. Na rede privada, a decisão cabe a cada instituição. Veja abaixo alguns exemplos: Acre Formato atual das aulas: remota (rede estadual) Previsão de retomada: 8 de setembro (rede estadual) no formato híbrido O ano letivo começou com atraso de mais de um mês na maioria das escolas da rede pública acreana, devido à greve dos trabalhadores da Educação. Alagoas Previsão de retomada: 16 de agosto (rede estadual) no formato híbrido. As escolas municipais em várias cidades já retomaram as atividades. Amapá
 Previsão de retomada: 2 de agosto, em formato híbrido, para a rede pública Amazonas Previsão de retomada: não há. Ensino deve continuar híbrido em toda a rede estadual no segundo semestre. A prefeitura afirmou que o retorno completo das aulas presenciais é estudado em Manaus. A cidade já imuniza pessoas a partir de 18 anos contra a Covid-19. Bahia Formato atual das aulas: remoto (rede estadual) e híbrido (rede privada). A rede municipal já retomou as aulas em formato semipresencial no dia 5 de julho. Previsão de retomada: 26 de julho para os alunos do ensino médio e 9 de agosto para os do ensino fundamental da rede estadual. Formato híbrido Os professores da rede estadual já disseram que não pretendem retornar às escolas até completarem o esquema vacinal contra a Covid-19. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Ceará Formato atual das aulas: virtual (todas as escolas) Previsão de retomada: agosto (em formato híbrido) para o ensino médio nas escolas estaduais. Em Fortaleza, as atividades de educação infantil e ensino fundamental geridas pela prefeitura não têm previsão de retorno. A rede privada deve voltar em formato híbrido após as férias de julho. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Distrito Federal Previsão de retomada: 2 de agosto, em formato híbrido, para a rede pública Goiás Previsão de retomada: 2 de agosto, em formato híbrido, para a rede pública estadual As escolas já estavam autorizadas, por decreto, a realizar atividades presenciais desde outubro de 2020, contando que seguissem uma série de normas. As escolas públicas, entretanto, optaram por continuar as atividades de forma remota. Maranhão Previsão de retomada: 2 de agosto, em formato híbrido, para a rede pública estadual Pará Previsão de retomada: 2 de agosto, em formato híbrido, para a rede pública estadual. O governador, Helder Barbalho (MDB), deve anunciar o plano de retorno às aulas na sexta (23). Paraíba Formato atual: totalmente remoto (escolas públicas) e híbrido (escolas privadas). Previsão de retomada: ainda sem data definida. Um decreto da semana passada autoriza os municípios a, conforme a realidade local, antecipar o retorno das aulas municipais a partir de agosto, de forma híbrida. Paraná Alunos da rede estadual voltaram às aulas nesta quarta (21), mas, em algumas cidades, ainda existem decretos municipais que impedem o retorno. O retorno presencial não é obrigatório. Pernambuco Formato atual: híbrido (redes estadual e privada) e 100% remoto (rede municipal de Recife) Previsão de retomada: quinta-feira (22 de julho) nas escolas estaduais de Recife, ainda no formato híbrido, e nas municipais, agora também nesse formato. As aulas on-line continuam. Nas escolas particulares, o retorno das aulas, híbridas, está programado para 2 de agosto. Piauí Formato atual: híbrido (redes estadual e particular) e remoto (rede municipal de Teresina) Previsão de retomada: 1º de agosto, no mesmo formato anterior. Apenas o ensino infantil da rede municipal de Teresina não tem previsão de retorno. Rio Grande do Sul Formato atual: em Porto Alegre, rede municipal de ensino terá volta completamente presencial. O ensino privado e o estadual continuam em modelo híbrido. Previsão de retomada: 2 de agosto (redes municipal e privada da capital) e 4 de agosto (rede estadual) Santa Catarina Formato atual: Em Florianópolis, híbrido, conforme já vinha ocorrendo desde o início do ano, em todas as redes. Previsão de retomada: 2 de agosto (rede estadual) e 3 de agosto (rede municipal). As escolas privadas também retomam as aulas no início do próximo mês. São Paulo Na rede municipal da capital, haverá retorno presencial para 100% dos alunos, com rodízio, a partir de 2 de agosto. As creches terão 60% da capacidade. Sergipe Formato atual: o governo estadual autorizou a volta na rede pública a partir do dia 17 de agosto, mas a decisão de retomar ou não ficou a critério de cada município. Previsão de retomada: na rede municipal de Aracaju e na estadual, as aulas serão retomadas presencialmente em 13 de setembro, após cinco meses funcionando somente on-line. Os estudantes da capital estão se preparando para entrar em férias no dia 7 de agosto. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja VÍDEOS sobre Educação:
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Salvador
Nas escolas estaduais, onde o primeiro semestre foi realizado inteiramente de forma remota, as atividades presenciais serão retomadas de forma híbrida, com aulas presenciais e atividades remotas, a partir de segunda-feira (26). Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Salvador Reprodução/TV Bahia As aulas presenciais na rede estadual em Salvador serão retomadas na próxima segunda-feira (26), com o início do segundo semestre do ano letivo. O mesmo ocorrerá para estudantes do ensino fundamental, no dia 9 de agosto. Eu Te Explico: É seguro retomar aulas semipresenciais na Bahia? As atividades serão em formato híbrido, com retorno programado para ocorrer com as turmas divididas pela metade, para seguir o protocolo de manter 50% da capacidade das salas de aula. Nas escolas municipais, que têm o ensino fundamental e infantil, as aulas semipresenciais já foram retomadas no dia 5 de julho, em formato híbrido. E as unidades particulares da capital retornaram às atividades também em formato híbrido no dia 6 de julho. Apesar da decisão de retomar as aulas presenciais em dias alternados, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) afirmou, no dia 14 de julho, um dia após anúncio do governador Rui Costa, que os professores não irão retornar às salas de aula na próxima segunda-feira. O governador, no entanto, afirmou que os profissionais que não retornarem às salas, na modalidade semipresencial, terão corte salarial dos dias não trabalhados. Veja detalhes sobre a volta às aulas para alunos dos ensinos médio, fundamental e infantil: Ensino Médio De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (SEC), no primeiro momento, dia 26 de julho, só devem ir para as aulas semipresenciais na escola apenas os alunos do Ensino Médio das diferentes ofertas e modalidades. A realização das atividades letivas fica condicionada à ocupação máxima de 50% da capacidade de cada sala de aula e respeitando os protocolos sanitários. Cada turma de estudantes será dividida em duas, sendo uma turma formada por alunos cujo nome próprio comece entre “A” a “I”, e a outra turma formada por alunos cujo nome próprio seja iniciado entre “J” a “Z”. A unidade escolar poderá fazer o ajuste relacionado a esta escala de acordo com a realidade de cada turma, e em função de outro critério que a unidade escolar considere relevante. Ainda segundo a SEC, a unidade escolar vai implementar a mesma organização de aulas programadas para as rotinas regulares, de modo que, a cada dia, metade da quantidade de alunos de uma turma participará das atividades de maneira presencial e a outra metade desenvolverá atividades de maneira não presencial, em sistema de alternância diária e com igual carga horária. Quanto à alternância, ela ocorrerá entre os dias da semana e entre as semanas. Assim, na semana 1, metade da turma irá na segunda, quarta e sexta e a outra metade, terça, quinta e sábado. Na semana 2, os dias serão invertidos e quem foi na segunda, quarta e sexta-feira irá na terça, quinta e sábado, e o contrário. Essa alternância assegura que todos os estudantes tenham aulas presenciais de todos os componentes curriculares. A SEC ainda detalhou que caberá a cada Núcleo Territorial de Educação (NTE) validar a escala do retorno híbrido definida por cada unidade escolar, bem como efetuar o acompanhamento da mesma, mantendo o controle interno de frequência do aluno. A alternância das atividades é exclusiva dos estudantes, segundo a secretaria. Os professores vão lecionar nas turmas e nos horários definidos na programação e não modificarão os citados horários, exceto em função da inclusão dos sábados letivos, quando haverá atividades presenciais e remotas, conforme a escala do retorno híbrido. Ensino Fundamental A Secretaria Municipal de Educação informou que as aulas semipresenciais, em formato híbrido, foram retomadas no dia 5 de julho. Segundo a secretaria, os alunos participam das aulas presenciais em dias alternados, e respeitando os protocolos sanitários. Nos dias em que não têm aula presencial, os alunos assistem aulas remotas por meio de transmissão em um canal de TV. Ainda segundo a secretaria, os critérios para dividir as turmas e determinar os dias em que os alunos terão aulas presenciais são definidos por cada escola, de acordo com a necessidade de cada unidade em assegurar os cuidados sanitários. Já o ensino fundamental na rede estadual vai retomar as aulas do segundo semestre no dia 26 de julho. Porém, as aulas semipresenciais serão retomadas no dia 9 de agosto, também em formato híbrido. Entre 26 de julho e 9 de agosto, os alunos terão atividades do ensino remoto. Os critérios para o retorno presencial são os mesmos definidos em relação ao ensino médio da rede estadual [detalhes acima]. Ensino Infantil Assim como ocorre com o ensino fundamental da rede municipal, as aulas do ensino infantil também ocorrem de modo semipresenciais, em formato híbrido, e também foram retomadas no dia 5 de julho. De acordo com a secretaria municipal, assim como acontece com o ensino fundamental, os critérios para dividir as turmas e determinar os dias em que os alunos terão aulas presenciais são definidos por cada escola, de acordo com a necessidade de cada unidade em assegurar os cuidados sanitários. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do G1 Bahia e TV Bahia Ouça o podcast do G1 Bahia
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Aracaju
Nas escolas da rede municipal, onde o primeiro semestre foi realizado exclusivamente pela internet, as atividades presenciais serão retomadas no dia 13 de setembro. Sala de aula Pixabay/Reprodução/Arquivo As aulas presenciais da rede municipal de Aracaju serão retomadas no dia 13 de setembro, após cinco meses funcionando somente no modelo remoto, em virtude da pandemia no novo coronavírus. Com a diminuição de internações e mortes pela Covid-19, o governo estadual autorizou a volta na rede pública a partir do dia 17 de agosto, mas ficando a volta efetiva a critério de cada município. Escolas privadas: aulas de todas as séries são retomadas no formato presencial Atualmente, os estudantes da capital estão se preparando para entrar em férias no próximo dia 7 de agosto. Quando as aulas forem iniciadas o formato será híbrido, para atender os alunos que desejarem dar continuidade aos estudos de forma on-line. Para o retorno das 74 escolas de Aracaju serão disponibilizados totens de álcool, termômetro digital infravermelho, tapetes sanitizantes, fitas delimitadoras, equipamentos de proteção individual (EPIs) e outros produtos que devem ser usados pelos trabalhadores e os cerca de 30 mil alunos da rede. Ensino médio As aulas presenciais do município estão previstas para iniciar no dia 13 de setembro. No primeiro semestre, as aulas para esses alunos foram realizadas exclusivamente de forma online. Na rede estadual, as aulas do segundo semestre serão iniciadas no dia 17 de agosto, com a possibilidade do formato híbrido e seguindo os critérios sanitários. Já as aulas da rede privada foram autorizadas a serem retomadas presencialmente nesta quarta-feira, 21 de julho, com ensino híbrido e seguindo os protocolos sanitários. Ensino fundamental A rede municipal vai retomar as aulas presenciais no dia 13 de setembro. No primeiro semestre, as aulas foram realizadas somente pela internet. Quando o segundo semestre for iniciado elas serão ministradas de forma híbrida, seguindo os protocolos sanitários e um rodízio que será organizado pelas escolas. No primeiro semestre, os alunos da rede estadual do 1° e 2° ano do ensino fundamental puderam ter acesso às aulas de forma híbrida. Os alunos do 1° e 2° ano do ensino fundamental da rede particular também puderam ter acesso às aulas de forma híbrida já no primeiro semestre. Nesta quarta-feira, 21 de julho, as demais séries retornaram, com ensino presencial e remoto, e seguindo os protocolos sanitários. Ensino infantil Na rede municipal, o retorno da educação infantil também está mantido para o dia 13 de setembro, após o primeiro semestre ter sido realizado somente no formato online. O retorno também será realizado através de rodízio para os estudantes das creches e da pré-escola. Os protocolos sanitários e o uso de medidas de prevenção contra o avanço do novo coronavírus também serão aplicados nesse retorno. Durante o primeiro semestre, as atividades presenciais da rede estadual e particulares estavam liberadas para o público infantil, creches, berçários e pré-escola.
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Florianópolis
Veja como será a volta às aulas no segundo semestre para cada nível de ensino. Sala de aula vazia em Florianópolis Arquivo SME/Divulgação As aulas do segundo semestre do ano letivo em Florianópolis serão retomadas de maneira híbrida, ou seja, as atividades serão divididas entre o ensino presencial e remoto. O mesmo já vinha ocorrendo desde o início do ano. Na rede pública municipal, o segundo semestre irá iniciar em 3 de agosto. Na rede privada, o início está marcado também para o começo do próximo mês. Na rede estadual, a data de retorno está prevista para o dia 2 de agosto. Veja abaixo como será a volta às aulas no segundo semestre para cada nível de ensino: Ensino Infantil A rede municipal de Florianópolis segue com aulas híbridas e o segundo semestre do ano letivo no infantil será no dia 3 de agosto. Segundo a Secretaria de Educação do município, a decisão é baseada em uma portaria do governo estadual que contempla a forma de ensino nas escolas. O documento prevê que a família decida se deseja ou não que os alunos tenham aula no espaço físico nas unidades de educação. O mesmo ocorreu no começo do ano letivo. No momento em que o governo de Santa Catarina mudar de posição, a administração informou que deve alterar o entendimento também. "O mesmo documento assinala que o distanciamento entre as carteiras escolares é de 1, 5 metro, limitando o número de crianças em sala de aula", sinalizou o município. Desde o primeiro semestre deste ano, a rede privada de ensino atende presencialmente a população. Para as famílias que quiserem, o ensino remoto será mantido no segundo semestre, que começa no início de agosto, segundo o Sindicato das Escolas Particulares do Estado (Sinepe/SC). A rede pública estadual não atende alunos do ensino infantil em Florianópolis. Ensino fundamental As aulas presenciais do segundo semestre do ano letivo do ensino fundamental na rede municipal estão previstas para retornar também no dia 3 de agosto. Segundo o município, são 18.929 alunos matriculados que voltaram ao ensino híbrido, assim como no primeiro semestre. As aulas no segundo semestre manterão o sistema híbrido na rede particular: presencial ou online. Quem escolhe é o responsável pela matrícula. A medida já acontecia desde o início do ano. Na rede estadual, as aulas estão previstas para serem retomadas no dia 2 de agosto. As escolas oferecem aulas nos três modelos adotados no primeiro semestre letivo: 100% presencial, híbrido e remoto (veja os detalhes abaixo). 100% presencial: aplicado nas escolas que têm estrutura para atender todos os alunos respeitando os critérios de distanciamento; Híbrido: oferecido nas escolas com maior número de alunos matriculados e que não conseguiriam respeitar o distanciamento; 100% remoto: para estudantes do grupo de risco ou que assim preferirem. Ensino médio Também no ensino médio, as escolas particulares seguem no ensino híbrido e com início no começo de agosto. O modelo repete o que ocorreu no primeiro semestre. Na rede estadual, os alunos podem ter aula 100% presencial, por ensino híbrido e ou remoto, assim como o primeiro semestre (veja os detalhes acima). A volta às aulas começa em 2 de agosto. A rede municipal não atende alunos do ensino médio. No entanto, para alunos no Educação de Jovens e Adultos (EJA) as aulas serão retomadas no dia 3 agosto, assim como o primeiro semestre. São 1.777 estudantes matriculados nessa modalidade. VÍDEOS: Mais assistidos do G1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no G1 SC
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Teresina
Apenas o ensino infantil da rede municipal de ensino não tem ainda uma previsão de retorno. Volta às aulas serão em formato híbrido na maioria das escolas Claudio Vieira/ PMSJC O retorno das aulas será híbrido para a rede estadual e particular de Teresina, no segundo semestre de 2021. Ele será parcialmente remoto, com aulas online, e parcialmente presencial. As aulas presenciais na rede particular serão retomadas em Teresina a partir de 1º de agosto, para o segundo semestre letivo. Já na rede municipal, o retorno inicial será apenas remoto. Apenas o ensino infantil da rede municipal de ensino não tem ainda uma previsão de retorno. Confira, abaixo, os detalhes sobre a volta às aulas para alunos dos ensinos médio, fundamental e infantil nas redes particular, municipal e estadual: Rede particular As aulas do 2º semestre retornam dia 1º agosto para a maioria das escolas, seguindo o protocolo anterior, já adotado no 1º semestre, em formato hibrido. Parte dos alunos assiste às aulas de casa, online, e outra parte, com autorização dos responsáveis, assiste às aulas presencialmente. Esse retorno vale para o ensino infantil, fundamental e médio. Rede municipal A Secretaria Municipal de Educação (Semec) informou que o novo período começa dia 6 de agosto para alunos do ensino fundamental. A expectativa é de retornar apenas no formato remoto para todas as turmas. O retorno será presencial nas aulas para as turmas de 2º, 5º e 9º anos do ensino fundamental a partir de setembro. Segundo a Semec, essas turmas devem ser priorizadas por serem de anos estratégicos para o ensino básico. Em relação às creches e ensino infantil, a Secretaria informou que ainda não tem data para o retorno, mas a vigilância deve começar a fazer visitas nos Centros de Educação Infantil para liberar o retorno gradualmente. Rede estadual As aulas presenciais para os alunos da rede estadual - que atende o ensino médio e fundamental, em algumas cidades - acontecerá de forma gradual e híbrida a partir de 9 agosto. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o retorno presencial será opcional, ou seja, apenas para os estudantes que tiverem autorização dos pais ou responsáveis. Estas seguirão o horário correspondente a um turno, com revezamento organizado pela escola, respeitando o limite de 50% da capacidade de atendimento de cada escola, ou seja, sem o risco de aglomeração. A Seduc informou que a quantidade de dias que os estudantes frequentarão a escola pode variar em cada unidade educacional, de acordo com o número de estudantes que aderirem às aulas presenciais. Cada unidade educacional entrará em contato com as famílias que manifestarem interesse pelo retorno presencial para realizar as devidas orientações. Veja as últimas notícias do G1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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21/07 - Aulas presenciais em Rondônia retornam no dia 9 de agosto, anuncia governador
Professores da rede estadual terão carga horária dividida, entre atividades presenciais e remotas. Marcos Rocha falou que família poderá decidir se envia estudante à escola ou mantém ensino remoto. Sala de aula vazia em Rondônia Cleber Souza/Governo de Rondônia O governador Marcos Rocha (sem partido) anunciou, através de redes sociais, que as aulas presenciais na rede estadual retornam em 9 de agosto em Rondônia. "No próximo dia 9 [de agosto] terá início a execução do plano de retorno às aulas presenciais na rede pública estadual de ensino, elaborado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com a cooperação de órgãos de controle. O plano respeita todos os protocolos sanitários, visando a segurança dos trabalhadores da educação e alunos", diz Marcos Rocha. Ainda conforme o chefe do poder executivo, inicialmente será aplicado um modelo de retorno híbrido para melhor atender os pais, alunos e professores. Volta às aulas: perguntas e respostas Acompanhe: Veja quando o ensino presencial retorna na sua cidade em Rondônia Os professores da rede estadual terão a carga horária dividida, entre atividades presenciais e não presenciais. "Isso é para que não haja sobrecarga de trabalho", afirma. O plano de retorno das aulas estipula ainda que, inicialmente, retorna 25% da capacidade da sala de aula mantendo o distanciamento de 1 metro entre as carteiras. Serão priorizados os 2º, 5º, 6º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio. Ainda conforme o governador Marcos Rocha, cada família tem a opção de retornar com as atividades educacionais na escola ou manter o estudante em casa — e assim continuar com o ensino remoto pela internet. "Os estudantes que retornarem encontrarão escolas com novos lavatórios, EPIs, álcool líquido e em gel", explicou. O plano detalhado de retorno às aulas na rede estadual ainda não foi divulgado pela Seduc. A declaração do governador de Marcos Rocha aconteceu na noite de terça-feira (20), logo depois do ministro da Educação, Milton Ribeiro, defender o retorno às aulas presenciais em todo o país. Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual. Em abril de 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde relacionadas à pandemia, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais Veja mais notícias sobre educação
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Belo Horizonte
As atividades presenciais estão autorizadas para alunos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, na capital. Aulas presenciais da educação infantil foram as primeiras a serem retomadas em BH TV Globo As instituições de ensino municipais, estaduais e privadas de Belo Horizonte retomam as atividades em agosto, após o recesso escolar. As aulas presenciais estão autorizadas para alunos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, na capital. O retorno dos estudantes às universidades ainda depende da melhora dos indicadores da Covid-19. Volta às aulas no segundo semestre: a situação nas capitais Veja como será a volta às aulas no segundo semestre para cada nível de ensino: Ensino infantil As aulas presenciais da educação infantil foram as primeiras a serem retomadas em Belo Horizonte, após mais de um ano de suspensão por causa da pandemia. Na rede privada, as crianças voltaram às escolas no dia 26 de abril deste ano. As instituições podem funcionar em horário integral, mas precisam garantir o cumprimento de protocolos, como uso de máscara e distanciamento entre os alunos. No segundo semestre, as aulas voltam em 2 de agosto. Na rede municipal, as aulas presenciais da educação infantil foram retomadas no dia 3 de maio. No primeiro semestre, as escolas funcionaram apenas quatro horas por dia e em dias alternados. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, as instituições foram orientadas a realizar um levantamento da adesão das famílias ao atendimento em tempo integral, nos casos em que a estrutura física da unidade permitir, e a possibilidade será avaliada a partir de agosto. O recesso escolar na rede municipal termina no dia 31 de julho, e as aulas retornam em 2 de agosto. Ensino fundamental A retomada das atividades presenciais para estudantes do 1º ao 9º ano do ensino fundamental foi autorizada a partir de 21 de junho pela Prefeitura de Belo Horizonte. Antes disso, as aulas estavam ocorrendo apenas por meio remoto. Na rede privada, alunos do 1º ao 9º ano puderam voltar às escolas já no dia 21 de junho. No segundo semestre, as aulas presenciais voltam no dia 2 de agosto. Na rede municipal, apenas discentes do 1º ao 3º ano retornaram às salas de aula em 21 de junho. As atividades presenciais para alunos do 4º e do 5º ano voltaram no dia 5 de julho. No segundo semestre, a princípio, as escolas seguem abertas, a partir de 2 de agosto, com a ampliação de atendimento presencial para alunos do 6º ao 9º ano a partir de 5 de agosto. Segundo a prefeitura, o ensino remoto permanece sendo ofertado a todos, independentemente da decisão pelo retorno presencial. Já na rede estadual, estudantes do 1º ao 5º ano retornaram às escolas em Belo Horizonte no dia 12 de julho, em modelo híbrido. A previsão é que as aulas voltem no dia 3 de agosto, mas a ampliação ou a regressão das atividades presenciais depende das deliberações do Minas Consciente, programa do governo do estado atualizado semanalmente, e da autorização da própria prefeitura. Segundo a Secretaria de Estado de Educação, o boletim com as escolas a serem reabertas será divulgado no dia 30 de julho. A pasta seguirá ofertando o modelo híbrido no segundo semestre, por meio de videoaulas, do aplicativo Conexão Escola e dos conteúdos dos Planos de Estudos Tutorados (PETs). Ensino médio A Prefeitura de Belo Horizonte autorizou a retomada das atividades presenciais do ensino médio a partir desta sexta-feira (23). No primeiro semestre, as aulas foram ofertadas de forma remota. Os estudantes poderão comparecer às salas de aula de segunda-feira a sábado, sem restrição de horário. A rede municipal de BH não tem escolas de ensino médio. Em nota, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) informou que ainda está estudando o decreto e sua aplicabilidade. A princípio, as instituições vão reabrir após o recesso, cada uma conforme o próprio calendário, e alunos de todos os anos de ensino poderão retornar. A expectativa é que a maioria retorne no dia 2 de agosto. Já a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG) afirmou que as aulas na rede estadual de ensino voltam no dia 3 de agosto para alunos do 3º ano do ensino médio e também para estudantes do 1º ao 5º ano e do 9º ano do ensino fundamental. Por enquanto, as atividades presenciais do 1º e do 2º ano do ensino médio seguem suspensas. "Todo avanço para outros níveis de ensino será avaliado após um período mínimo de 14 dias de retorno, em consonância com o Plano Minas Consciente e as determinações da administração municipal", explicou a pasta, em nota. Ainda segundo a SEE-MG, o ensino médio será retomado em modelo híbrido: em uma semana, os alunos vão à escola e, na outra, ficam em casa. A presença é facultativa e depende da autorização das famílias. Os vídeos mais vistos no G1 MG nesta semana:
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Maceió
Município ainda não definiu data para retorno das aulas presenciais, suspensas há mais de um ano; rede estadual já tem data marcada. Apenas instituições particulares retomaram aulas presenciais. Escolas estaduais de Alagoas voltam às aulas presenciais no dia 16 de agosto; rede municipal de Maceió segue com aulas online, sem definição de retorno Jonathan Lins/Seduc Maceió ainda não definiu a data para o retorno das aulas presenciais nas escolas municipais, suspensas há mais de um ano por causa da pandemia da Covid-19. As atividades vêm acontecendo no formato online desde então. Questionada pelo G1 nesta quarta-feira (21), a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que "segue alinhando com as coordenações pedagógicas e comunidade escolar a data para o retorno às aulas, que será publicado mediante portaria, mas ainda sem data definida". As escolas estaduais também seguem no formato online, mas vão adotar o ensino híbrido (presencial e online) a partir de 16 de agosto. As escolas particulares retomaram as aulas presenciais no início deste ano. Volta às aulas: perguntas e respostas Em pronunciamento nessa terça (21), o Ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu o retorno das aulas. Segundo ele, essa é uma "necessidade urgente". O governo federal, contudo, não tem autonomia sobre o tema, são os estados e os municípios que decidem sobre a volta das atividades presenciais na rede de ensino. O Município é responsável pela educação infantil e pelo ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano. Já o ensino médio é competência do Estado. Ensino Médio O Estado definiu para o dia 16 de agosto o retorno das aulas presenciais na rede estadual de ensino, que compreende os alunos do ensino médio. O retorno, porém, não vai ser integral. As aulas acontecerão em formato híbrido, com atividades presenciais e não presenciais e a presença em sala de aula de 50% dos estudantes matriculados em cada turma. As unidades de ensino devem realizar a preparação dos espaços físicos, seguindo os protocolos e normas de prevenção contra a Covid-19. Protocolo para volta às aulas presenciais é publicado pelo governo de Alagoas O ano letivo 2021 nas escolas públicas estaduais de Alagoas começou no dia 10 de março. No primeiro semestre, o ensino foi oferecido de forma remota. As aulas presenciais foram suspensas em março de 2020. Em Alagoas, apenas instituições particulares de ensino retomaram as aulas no formato presencial. Ensino Fundamental No primeiro semestre, o ensino fundamental da rede municipal de ensino se deu no formato remoto. Ainda não tem previsão para o início das aulas presenciais e nem o formato, quando isso acontecer. Ensino Infantil O ensino infantil da rede municipal também aconteceu de forma online no primeiro semestre. O Município disse que vai divulgar em breve a data do retorno das aulas presenciais. VÍDEO: Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais Milton Ribeiro defende retorno às aulas presenciais em pronunciamento em rede nacional Veja os vídeos mais recentes do G1 AL Veja os vídeos mais recentes do G1 AL
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21/07 - Volta às aulas no formato híbrido: como será o 2º semestre nas escolas de Palmas
Na rede municipal, estudantes serão divididos e se revezarão com aulas presenciais e atividades online. A retomada está prevista para o início de agosto. Escolas de Palmas devem retomar formato híbrido em agosto Lia Mara/Prefeitura de Palmas Em agosto, estudantes de Palmas voltam às salas de aula, para o segundo semestre letivo. Tanto nas escolas públicas, quanto nas privadas, o formato adotado é o híbrido: os alunos serão divididos em duas turmas e se revezarão entre as aulas presenciais e as atividades online. Na rede municipal, as aulas iniciam no dia 3 de agosto. No primeiro semestre, os alunos ficaram em casa, com aulas remotas, estudando por meio da ferramenta online Palmas Home School. O retorno presencial, no formato híbrido, tinha sido anunciado para o início do ano, mas foi adiado duas vezes por causa do avanço da Covid-19 e do agravamento do cenário epidemiológico, segundo a prefeitura. Na rede estadual, o segundo semestre começa no dia 2 de agosto. O formato híbrido também será novidade para a maioria dos estudantes, que passaram o primeiro semestre em casa. No começo do ano houve retorno das aulas presenciais em parte das unidades escolares, principalmente nas cidades menores. Isso precisou ser revisto diante do agravamento da pandemia e de colapso do sistema de saúde. Faltando menos de 15 dias para o início do segundo semestre, o G1 reuniu as informações sobre como será as aulas para alunos dos ensinos infantil, fundamental e médio, nas redes pública e privada da capital. Ensino médio O governo estadual autorizou o retorno das aulas presenciais em formato híbrido e com revezamento de 50% das turmas. O retorno, no entanto, está condicionado a decretos municipais que permitam aulas presenciais. Em municípios onde existem decretos em vigência, suspendendo atividades presenciais nas escolas, os estudantes continuarão realizando as atividades não presenciais, por meio dos roteiros de estudos. Em Palmas, há decreto em vigor autorizando o retorno no formato híbrido, o que indica que estudantes do ensino médio voltarão para as salas de aula em agosto. O governo informou que todas as 494 escolas da rede estadual foram reorganizadas para garantir a segurança em saúde. As unidades contam com demarcação gráfica dos espaços a fim de manter o distanciamento, ampla oferta de álcool 70%, e de locais para higienização das mãos, e termômetro para a aferição da temperatura corporal antes do acesso ao ambiente escolar. Além disso, foram distribuídas máscaras para estudantes, servidores e protetor facial para os professores, garantiu o Estado. A Secretaria Estadual da Educação disse ainda que elaborou o Plano de Retomada das Atividades Escolares Presenciais ou Híbridas, que apresenta um conjunto de práticas pedagógicas, de gestão e promoção da saúde, para orientar as escolas estaduais na condução deste processo de implementação gradativa de aulas presenciais, levando em conta todas as medidas de biossegurança. Na rede privada, as escolas já tinham começado o ano no formato híbrido, permanecerão da mesma forma no segundo semestre. Na capital são cerca de 70 escolas particulares, com 15 mil alunos e cinco mil profissionais. O sindicato que representa as escolas particulares disse que solicitou à prefeitura o retorno de todos os alunos para as salas de aula e que aguarda um posicionamento por parte do município. Ensino fundamental As turmas do ensino fundamental da rede municipal de Palmas serão subdivididas em grupos. O Grupo 1 será composto pelos primeiros nomes da lista de chamada, organizada em ordem alfabética, com aulas presenciais durante uma semana, enquanto o restante dos alunos farão aulas online. Na semana seguinte, o Grupo 2, composto pelos demais alunos, terão as aulas presenciais e o Grupo 1, aulas online. As escolas terão horários diferenciados para entrada e saída dos estudantes e, também, para o lanche. Ainda não foi informado o cronograma de entrada dos alunos. O objetivo é evitar aglomerações tanto nas portas das escolas, como no transporte público. A prefeitura prometeu providenciar dispensadores com sabonete líquido nos banheiros e com álcool em gel nos pontos de maior circulação. Nas entradas, de acordo com o plano, serão instalados pia e totem de acionamento por pedal para higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, assim como tapetes sanitizantes. A previsão é de que todos tenham a temperatura medida nas entradas por termômetros infravermelhos. Segundo a prefeitura, a medição será repetida a cada duas horas. Como em todos os ambientes públicos, o uso de máscaras será obrigatório e os profissionais receberão equipamentos de proteção individual (EPIs). Na rede privada, os alunos do ensino fundamental continuarão os estudos no formato híbrido, assim como é feito desde o início do ano. Para se adequar, as instituições instalaram pias e recipientes de álcool em gel na entrada dos prédios, além de definirem portas diferentes para alunos e professores. Nas salas de aula, além do distanciamento entre as mesas, há também uma proteção em acrílico separando o lugar de cada aluno. Todos devem estar de máscaras. Ensino infantil A prefeitura informou que, neste primeiro momento, o retorno híbrido acontece apenas para os alunos da pré-escola II, que abrange crianças a partir de 5 anos. As normas são as mesmas adotadas para os estudantes do ensino fundamental, conforme detalhado no tópico anterior. Já as crianças do Berçário I e II, que atende bebês a partir dos seis meses e crianças com um ano de idade, respectivamente; Maternal I e II, que atende crianças a partir de dois e três anos, respectivamente e Pré-escola I, que abrange estudantes de 4 anos, continuarão com as atividades disponibilizadas na ferramenta online Palmas Home School. Na rede particular, atividades em berçários, creches e escolas estão autorizadas a funcionar no formato híbrido. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Fortaleza
Governo do Ceará permite que cada turma tenha apenas 50% de sua capacidade presencial. Previsão para retorno das instituições privadas é em agosto. Escolas particulares de Fortaleza devem retomar atividades presenciais do segundo semestre de 2021 em agosto Camila Lima/SVM Os estudantes de escolas do ensino médio, fundamental e infantil de Fortaleza vão voltar às aulas presenciais ainda com restrições. O decreto vigente na capital libera as atividades presenciais com 50% da capacidade das turmas e oferecimento do ensino híbrido ou remoto para que pais e responsáveis possam escolher entre os dois. As instituições públicas estão em aulas virtuais desde março de 2020. O objetivo para o ensino médio, conforme a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), é que as aulas presenciais (em formato híbrido) nas escolas públicas sejam retomadas em agosto. As atividades em educação infantil e ensino fundamental, geridas pela Prefeitura de Fortaleza, devem voltar a ser presenciais em setembro, em formato híbrido. O sindicato das escolas particulares informou que retoma as atividades do segundo semestre letivo de forma híbrida também no próximo mês, "após as férias de julho". Nesta matéria, você poderá conferir: Quando vão voltar as aulas na cidade de Fortaleza conforme cada nível (ensino médio, ensino fundamental e educação infantil) O que se sabe até o momento sobre como vai ser a retomada das aulas na rede pública ou privada e como foi o modelo adotado no primeiro semestre. Ensino médio A meta da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) é que as escolas da rede estadual em Fortaleza possam retomar as atividades em agosto. A data específica não foi divulgada pela pasta, mas a ideia é que os trabalhos sejam reiniciados de forma híbrida. Atualmente, as escolas estão autorizadas a colocar até 50% de alunos em cada uma de suas turmas. No primeiro semestre de 2021, todas as escolas públicas com alunos do ensino médio terminaram as atividades de forma remota. Há uma discussão acerca da vacinação completa de profissionais da educação. Enquanto as categorias de classe dizem que é preciso que todos os trabalhadores estejam vacinados, assim como os estudantes, o governo pretende adiantar a imunização de professores para que seja viável o retorno em agosto. As escolas da rede particular, por sua vez, estão autorizadas a receber alunos do ensino médio na mesma proporção de capacidade (50%). Conforme o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE), as aulas nas escolas particulares do Ceará devem permanecer com ensino híbrido (variando entre presencial e remoto) após as férias de julho. No primeiro semestre, o ensino estava sendo feito de forma remota, pois a liberação foi dada pelo governo do estado em 28 de junho. Ensino fundamental As escolas de ensino fundamental da rede pública de Fortaleza têm previsão para voltar às aulas presenciais em setembro, ainda no formato híbrido, ou seja, com metade da turma de forma remota. Durante o primeiro semestre, os alunos das escolas públicas da rede municipal tiveram aulas de forma exclusivamente remota, embora, em maio, o governo do estado tenha liberado todas as séries do ensino fundamental com 50% de capacidade em cada uma de suas turmas. Durante o primeiro semestre, estudantes de escolas particulares entre o 1º e o 9º ano retomaram algumas atividades presenciais, no modelo híbrido. Educação infantil Os Centros de Educação Infantil (CEI), administrados pela prefeitura de Fortaleza, também retornarão às aulas presenciais em setembro. No primeiro semestre de 2021, as crianças com até três anos de idade foram autorizadas a ficar presencialmente nas creches particulares de Fortaleza, com limitação de 50% da capacidade das turmas. Crianças com 4 e 5 anos de idade só puderam voltar para este formato em abril, com a redução dos contágios pelo coronavírus na cidade.
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas do Acre
Escolas da rede pública de ensino do estado vão iniciar o segundo semestre, no dia 8 de setembro, com parte das turmas nas salas de aula e o restante de forma online. Acre retoma aulas presenciais na rede pública em setembro com ensino híbrido Reprodução/Rede Amazônica A Secretaria de Educação do Acre (SEE) confirmou a volta das aulas presenciais nas escolas da rede pública de ensino do estado com modelo de ensino híbrido - com aulas presenciais e remotas. A retomada está prevista para o dia 8 de setembro, com o início do segundo semestre do ano letivo 2021. Segundo Secretaria de Educação do Acre (SEE) não há previsão de quando as aulas voltarão a ser 100% presenciais. A retomada, mesmo que híbrida, vai ser feita de forma gradual. Iniciando pelas chamadas “séries de transição”, como por exemplo, o 1º ano, o 5º ano e o 9º ano do ensino fundamental e o 3º ano do ensino médio. A quantidade de alunos em cada sala, vai depender da bandeira que o estado estiver na classificação de risco da pandemia. Por exemplo, na bandeira amarela, como estão classificadas todas as três regionais do estado atualmente, o percentual é de 50% da capacidade das escolas para receber alunos. O ano letivo 2021 começou com um atraso de mais de um mês na maioria das escolas da rede pública do Acre, devido à greve dos trabalhadores da Educação. As aulas estão sendo de forma remota. Calendário No caso das escolas de ensino médio ou de ensino integral, que têm a carga horária de 5h ou 7h diária, respectivamente, o ano letivo 2021 deve ser concluído no dia 23 de dezembro. Já as escolas de nível fundamental, onde a carga horária diária é de 4h, o ano letivo deve ser concluído somente no dia 3 de fevereiro. Ainda segundo a SEE, continua valendo o sistema de 800 horas/aula no lugar de 200 dias letivos, que foi flexibilizado por conta da pandemia. O novo calendário específico para as escolas que aderiram à paralisação vai trazer a previsão de conclusão do ano letivo para essas instituições. Condições para retomada presencial A Em novembro do ano passado, o governo do Acre publicou o decreto Nº 7.225 que trata sobre o retorno das aulas presenciais em instituições públicas e privadas de ensino do estado. A previsão era de que fosse possível iniciar ainda no ano passado, mas com o avanço da pandemia, a gestão voltou atrás. Este ano, a SEE voltou a divulgar o retorno das aulas presenciais a partir de março, mas também não foi para frente. Logo após o decreto governamental que autorizou o retorno das aulas presenciais, em novembro do ano passado, ao menos 16 escolas voltaram com a modalidade de ensino híbrido e as demais permaneceram com o ensino à distância. Atualmente, a maioria das escolas está com ensino híbrido, segundo o sindicato. A autorização para a retomada se aplica para as regionais que estão classificadas nos níveis de alerta, representado pela bandeira laranja; de atenção, na bandeira amarela; ou de cuidado, pela cor verde. Para o retorno, as instituições devem ainda cumprir com os protocolos sanitários dispostos no decreto. As instituições devem definir calendário alternado em dias ou turnos, para atendimento presencial dos estudantes, em grupos, respeitado o distanciamento de 1,5 metro entre as carteiras e definir capacidade máxima por sala de aula. Além de manter os estudantes e professores em pequenos grupos fixos que não se misturem e escalonar os intervalos, uso dos banheiros, horário de merenda, início e término das aulas. As escolas e faculdades devem ainda ter profissionais capacitados em treinamento ofertado pelas vigilâncias sanitárias municipais, com apoio da Vigilância em Saúde Estadual, para implantação dos protocolos sanitários nos estabelecimentos Cada unidade de ensino deve ainda criar um comitê escolar com a função de promover ações de divulgação e fiscalização do protocolo sanitário. Aulas remotas As aulas presenciais foram suspensas no dia 17 de março, na semana em que o Acre confirmou os três primeiros casos de Covid-19. Desde então, os alunos têm acesso ao conteúdo escolar pela internet por videoaula, pelo rádio com audioaulas, pela televisão e também com o material impresso disponibilizado nas escolas. Em 2020, em meio à pandemia, os alunos da rede pública estadual concluíram os bimestres, também por meio do ensino remoto. Em fevereiro deste ano, a SEE chegou a divulgar um calendário do retorno das aulas com sistema híbrido - aulas presenciais e remotas. A ideia era começar as aulas presenciais já em março deste ano. Contudo, os casos de Covid-19 aumentaram e Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 colocou todo o estado na bandeira de emergência, e suspendeu as atividades não essenciais. A Educação continua com o programa Escola em Casa, que trabalha com o material impresso, audioaulas transmitidas pela TV e também pela Rádio Difusora e Aldeia Acreana, e videoaulas transmitidas pela Amazon Sat, além de disponibilização do acervo escola na Plataforma Educ Acre. Maioria das instituições particulares iniciou as aulas de 2021 ainda em janeiro Arquivo pessoal Escolas particulares Diferente das escolas públicas, a maioria das instituições particulares iniciou as aulas de 2021 ainda em janeiro, e outras em fevereiro, e estão na fase de conclusão do primeiro semestre. Segundo o Sindicato das Escolas Particulares, a previsão é que o primeiro semestre encerre no próximo dia 9 de julho e que o segundo semestre inicie no dia 2 de agosto. Todas as escolas sindicalizadas estão com ensino híbrido (aula remota e presencial) e seguindo o que determina o decreto governamental, com capacidade limitada de até 50% dos alunos, por conta da bandeira amarela. Para o retorno presencial, as escolas tiveram que passar por uma adaptação. Os profissionais passaram por treinamento ofertado pelas vigilâncias sanitárias municipais e estadual e os pais foram consultados sobre qual modalidade os filhos adotariam, se presencial ou remota. Cada instituição teve ainda que instituir um comitê para elaboração do planejamento de retomada e o documento precisou ser entregue aos Conselhos Municipais de Educação e ao Conselho Estadual de Educação. VÍDEOS: G1 em 1 Minuto
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Natal
Rede pública iniciou retorno do ensino infantil e tem previsão da volta do fundamental neste mês de julho na capital potiguar. Veja o que muda em cada nível de ensino. Natal retoma aulas presenciais com crianças da pré-escola após 16 meses. Carlos Dhaniel/Inter TV Cabugi O segundo semestre marca o retorno das aulas presenciais em todos os níveis de ensino nas redes estadual, municipal e privada do Rio Grande do Norte. Na rede pública, a volta tem acontecido de forma gradual depois de mais de 16 meses de suspensão das atividades presenciais. Já a rede privada voltou de forma híbrida e facultativa - o que foi determinado por decreto estadual - desde o ano passado. Veja como será a volta às aulas no segundo semestre para cada nível de ensino. Ensino infantil A rede municipal de Natal retomou as aulas presenciais no ensino infantil no dia 14 de julho. Haverá um revezamento de alunos: em uma semana, um grupo específico vai para as aulas presenciais e na semana seguinte a educação é remota, com outro grupo marcando presença na sala de aula. As crianças receberam kits com produtos de higiene e prevenção, como máscaras e garrafas para evitar tomar água direto do bebedouro, além de novos fardamentos. Os protocolos de distanciamento também estão entre as obrigações. As escolas particulares de Natal estão autorizadas desde setembro de 2020 a funcionar com aulas presenciais em todos os níveis, desde que cumpram os protocolos necessários de segurança contra Covid e apresentem um selo de biossegurança. As aulas chegaram a ser suspensas novamente em fevereiro deste ano por conta da piora nos índices da pandemia no estado, mas já estão autorizadas. Ensino fundamental As aulas presenciais do ensino fundamental 1 (1º ao 5º ano) na rede municipal de Natal estão previstas para retornar no dia 4 de agosto. Já para o ensino fundamental 2 (6º ao 9º ano) o retorno está previsto para 25 de agosto. Segundo o município, a volta também será com um número restrito de alunos por semana, num avanço gradual. Na rede estadual, as aulas presenciais estão previstas para serem retomadas no dia 26 de julho, com o retorno dos alunos do 1º a 5º ano. Segundo o governo, esse retorno terá apenas um terço dos alunos nas aulas presenciais como medida de prevenção à Covid. A previsão é que o 6º e 7º ano voltem às aulas presenciais no dia 9 de agosto e o 8º e 9º ano no dia 23 de agosto. A volta será híbrida e facultativa na rede estadual. Assim, os pais que preferirem que seus filhos não frequentem às escolas neste momento por receio de contaminação, terão o desejo respeitado e poderão seguir com o ensino remoto. O estado informou que mais de 550 escolas estão estruturadas com os protocolos de segurança contra Covid. As escolas particulares de Natal estão autorizadas desde setembro de 2020 a funcionar com aulas presenciais em todos os níveis, desde que cumpram os protocolos necessários de segurança contra Covid e apresentem um selo de biossegurança. As aulas chegaram a ser suspensas novamente em fevereiro deste ano por conta da piora nos índices da pandemia no estado, mas já estão autorizadas. Ensino médio As aulas presenciais do ensino médio na rede estadual voltarão para a 3ª série no próximo dia 26 de julho. A previsão do governo é de que de a 2ª série do ensino médio retorne em 9 de agosto e a 1ª série em 23 de agosto. As escolas particulares de Natal estão autorizadas desde setembro de 2020 a funcionar com aulas presenciais em todos os níveis, desde que cumpram os protocolos necessários de segurança contra Covid e apresentem um selo de biossegurança. As aulas chegaram a ser suspensas novamente em fevereiro deste ano por conta da piora nos índices da pandemia no estado, mas já estão autorizadas. Veja os vídeos mais assistidos do G1 RN
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Vitória
Nas redes estadual e municipal, um grupo de estudantes estará nas salas de aula às segundas, quartas e sextas-feiras e o outro grupo, às terças e quintas. Vitória adota revezamento diário na rede de ensino para o segundo semestre Jansen Lube/Prefeitura de Vitória O segundo semestre letivo em Vitória começa com mudanças a partir do dia 26 de julho. Um grupo de estudantes estará nas salas de aula às segundas, quartas e sextas-feiras e o outro grupo, às terças e quintas. O segundo semestre da rede estadual começou na última segunda-feira (19) e o da rede municipal foi iniciado na terça (20). Entre as medidas de segurança motivadas pela pandemia da Covid -19 estão o distanciamento, o fornecimento de álcool, uso de máscara, aferidor de temperatura, sabonete e sinalizador de distanciamento. Presença de estudantes em salas de aula será obrigatória a partir de 26 de julho, anunciou governador do ES Ensino médio As escolas vão passar a exigir a frequência obrigatória dos estudantes a partir do dia 26 de julho. Um grupo de estudantes estará nas salas de aula às segundas, quartas e sextas-feiras e o outro grupo, às terças e quintas. Anteriormente, o revezamento de alunos em sala de aula e em casa era semana, agora os estudantes irão de forma presencial dia sim, dia não. Ensino fundamental Para o ensino fundamental, tanto na rede estadual quanto na rede municipal de Vitória, as regras serão as mesmas do ensino médio. Os estudantes também irão de forma presencial dia sim, dia não. Ensino infantil Os alunos do ensino infantil da rede municipal também irão de forma presencial dia sim, dia não. Anteriormente, havia uma semana de aula presencial para cada grupo, e agora os alunos irão de forma presencial dia sim, dia não. VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Initial plugin text Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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21/07 - UFV e UFJF estão entre as melhores universidades da América Latina, aponta levantamento internacional
Pesquisa da revista inglesa Times Higher Education considerou aspectos como ensino, pesquisa, citações, investimentos e perspectiva internacional. Veja os detalhes. Universidade Federal de Viçosa UFV/Divulgação A Universidade de Viçosa (UFV) foi considerada a 2ª melhor instituição de Minas Gerais e a 20ª da América Latina em um levantamento da revista inglesa de educação superior Times Education (THE). Já a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) entrou pela segunda vez no ranking e preenche a 72ª posição entre as instituição latino-americanas e a 6ª no Estado. Pela pesquisa, no Brasil a UFV ocupa a 13º posição e a UFJF o 35º lugar. A análise considera 13 indicadores de desempenho, agrupados em cinco áreas: ensino, pesquisa, citações (influência da pesquisa), perspectiva internacional e renda da indústria (transferência de conhecimento). A Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) não foi citada na pesquisa. A lista completa pode ser conferida no site da Times Higher Education. Universidade Federal de Juiz de Fora Carlos Mendonça/Prefeitura de Juiz de Fora Relembre as últimas pesquisas: Pesquisa internacional aponta a UFV como a 2ª melhor universidade de MG e a 17ª da América Latina UFV é considerada 2ª melhor universidade de Minas e 19ª da América Latina, segundo pesquisa internacional Melhores do ranking Na América Latina, as 3 melhores instituições ranqueadas são a Pontifícia Universidade Católica do Chile, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Campinas (Unicamp). A terceira brasileira mais bem colocada na lista é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campo das Vertentes
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21/07 - Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas do Recife
Nas escolas municipais, onde o primeiro semestre foi realizado inteiramente pela internet, com os alunos em casa, as atividades presenciais serão retomadas de forma gradual, a partir de quinta (22). Estudantes de escola estadual de Pernambuco higienizam as mãos com álcool em gel antes de entrar em sala de aula Marlon Costa/Pernambuco Press As aulas presenciais serão retomadas nas escolas públicas do Recife na quinta-feira (22), com o início do segundo semestre do ano letivo. As atividades vão funcionar de forma híbrida e com rodízio de estudantes em atividade presencial, oferecendo aos alunos a possibilidade de fazer os estudos pela internet, por conta da pandemia da Covid-19. Nas escolas municipais da capital pernambucana, onde o primeiro semestre foi realizado inteiramente pela internet, com os alunos em casa, as atividades presenciais serão retomadas de forma gradual, a partir de quinta (22). As aulas online continuam. Na rede estadual de ensino no Recife, que no primeiro semestre já tinha aulas no esquema híbrido, as atividades também serão retomadas na quinta (22). Nas escolas particulares, que também já tinham adotado o esquema de aulas presenciais e online, o retorno das aulas está programado para o dia 2 de agosto. Confira, abaixo, os detalhes sobre a volta às aulas para alunos dos ensinos médio, fundamental e infantil: Ensino médio As escolas da rede estadual no Recife vão iniciar o segundo semestre na quinta (22), com a retomada das aulas no esquema híbrido, assim como no primeiro semestre, com atividades presenciais e por videoconferência para o ensino médio. A modalidade foi retomada em fevereiro, de forma escalonada, após liberação do governo do estado. As aulas remotas acontecem pela plataforma Educa-PE. Segundo a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco, o ensino híbrido continua sendo organizado por cada escola, de acordo com seu esquema pedagógico e de segurança. Para os que escolherem retornar presencialmente, serão adotados protocolos de segurança contra a Covid. O estudante que estiver com qualquer sintoma de gripe deve ficar em casa. As unidades de ensino também irão, por exemplo, aferir a temperatura corporal dos estudantes e disponibilizar totens de álcool em gel pelos corredores. O distanciamento exigido nas escolas estaduais é de um metro nas aulas e de um metro e meio no refeitório. Nas escolas da rede particular, que também já tinham adotado a forma híbrida no primeiro semestre, as aulas do segundo semestre voltam no dia 2 de agosto, de acordo com o Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco. As escolas particulares devem seguir os mesmos protocolos de antes, com os estudantes e os responsáveis decidindo sobre o retorno presencial ou não. Segundo o sindicato, a única diferença é que a exigência de distanciamento físico foi modificada de um metro e meio para um metro, o que possibilita um número maior de alunos em sala da aula. Ensino fundamental As aulas presenciais para alunos do ensino fundamental nas escolas municipais do Recife vão começar com as turmas dos 8º e 9º anos, na quinta (22). No primeiro semestre, as aulas para estes estudantes ocorreram exclusivamente pela internet. Na terça-feira (27), serão retomadas as aulas nas turmas do 4º, 5º, 6º e 7º anos. Já no dia 3 de agosto, ocorre o retorno para os estudantes do 1º, 2º e 3º anos (anos iniciais). Foi criado um protocolo com orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção e prevenção. O distanciamento exigido nas escolas municipais nesta nova fase, por exemplo, será de um metro e meio. Na rede estadual no Recife, as aulas do segundo semestre dos alunos do ensino fundamental iniciarão todas na quinta (22). Assim como no semestre anterior, o ensino continua sendo híbrido, com parte da turma tendo aulas por videoconferência, em casa, e parte dos estudantes acompanhando presencialmente. O rodízio, caso necessário, continua sendo organizado por cada escola, de acordo com seu esquema pedagógico e de segurança. O estudante que estiver com qualquer sintoma de gripe ou de Covid deve ficar em casa. Para os que escolherem retornar presencialmente, serão adotados protocolos de segurança contra a Covid. As unidades de ensino também irão, por exemplo, aferir a temperatura corporal dos estudantes e disponibilizar totens de álcool em gel pelos corredores. O distanciamento exigido é de um metro nas aulas e de um metro e meio no refeitório. Nas escolas da rede particular, que também já tinham retomado as aulas presenciais no primeiro semestre, as aulas do segundo semestre voltam no dia 2 de agosto, segundo o Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco. As escolas particulares estão autorizadas a retornar da mesma forma que estavam no primeiro semestre: seguindo os protocolos e com ensino híbrido, com os estudantes e os responsáveis decidindo sobre o retorno às salas de aula de forma presencial. A única diferença, de acordo com o sindicato, é que o distanciamento físico foi modificado de um metro e meio para um metro, o que possibilita um número maior de alunos em sala da aula. Ensino infantil Nas escolas municipais do Recife, as atividades para a educação infantil, que também eram realizadas exclusivamente online, serão retomadas presencialmente no dia 3 de agosto, contemplando os estudantes de creche e pré-escola. Também caberá a cada unidade de ensino decidir se há necessidade de rodízio entre os alunos. Foi criado um protocolo com orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção e prevenção. O distanciamento exigido nas escolas municipais nesta nova fase, por exemplo, será de um metro e meio. Nas escolas estaduais, as atividades presenciais para esse grupo serão retomadas na quinta-feira (22). Assim como no primeiro semestre, cabe a cada unidade de ensino decidir se será necessária a realização de rodízio entre aulas presenciais e online. Os protocolos de segurança contra a Covid-19 também continuam os mesmos. O estudante que estiver com qualquer sintoma de gripe ou de Covid deve ficar em casa. As unidades de ensino também irão aferir a temperatura corporal dos estudantes e disponibilizar totens de álcool em gel pelos corredores. O distanciamento exigido nas escolas estaduais é de um metro nas aulas e de um metro e meio no refeitório. Nas escolas da rede particular, que também já tinham retomado as aulas presenciais no primeiro semestre, as aulas do segundo semestre voltam no dia 2 de agosto, segundo o Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco. As escolas particulares estão autorizadas a retornar da mesma forma que estavam no primeiro semestre: seguindo os protocolos e com ensino híbrido, com os estudantes e os responsáveis decidindo sobre o retorno de forma presencial. A única diferença, de acordo com o sindicato, é que o distanciamento físico foi modificado de um metro e meio para um metro, o que possibilita um número maior de alunos em sala da aula. VÍDEOS: Mais assistidos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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21/07 - Volta às aulas: perguntas e respostas
'Brasil não pode continuar com as escolas fechadas', disse o ministro da Educação, Milton Ribeiro, em discurso em rede nacional. Estados e municípios têm autonomia para decidir sobre reabertura das escolas. Crianças com menos de 5 anos assistem a aula em em escola particular de Belo Horizonte, em imagem de abril deste ano Danilo Girundi / TV Globo Nesta terça-feira (20), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu em pronunciamento em rede nacional o retorno às aulas presenciais em todo o país. "Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações", disse. VÍDEO: Ministro da Educação defende retorno às aulas em pronunciamento Apesar do anúncio, ainda há dúvidas, por exemplo, sobre a segurança deste retorno, sobre como alguns estados estão seguindo os protocolos e como o governo federal tem contribuído. Os conselhos nacionais de secretários de Educação (Consed) e de Saúde (Conass) avaliaram que a volta deve considerar os indicadores locais da pandemia. Esta reportagem busca esclarecer os seguintes pontos: O que o governo federal quer? A decisão é do governo federal? Os protocolos contra a Covid estão funcionando? Há uma diretriz do governo federal? O que dizem os especialistas? 1. O que o governo federal quer? O retorno imediato às aulas em todo o país, segundo o discurso de Ribeiro feito nesta terça-feira. Ainda em 1º de julho, em uma audiência pública no Senado, o ministro já havia defendido a reabertura das escolas. "O Brasil é, infelizmente, um dos últimos países do mundo a reabrir as escolas. E não há que se dizer que o assunto foi a vacinação. Acabo de chegar da Itália e lá os países estão todos retornando, alguns com porcentagem de vacinação inferior ao Brasil", afirmou Ribeiro, citando a reunião dos ministro da Educação do grupo de países conhecido como G20. 2. A decisão é do governo federal? Não. Ainda em abril de 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde relacionadas à pandemia, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais. O STF julgou o questionamento da medida provisória que concentrava no governo federal decisões sobre o combate à Covid-19. Por isso, mesmo com a pressão feita pelo Ministério da Educação (MEC), ainda cabe a estados e municípios a decisão final sobre se devem ou não reabrir as escolas. Em discurso nesta terça-feira, o próprio ministro lembrou que não é da alçada do MEC obrigar o retorno às salas de aula: "O ministro da Educação não pode determinar o retorno presencial das aulas. Caso contrário, eu já teria determinado", afirmou. Segundo ele, "a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas". Por enquanto, de acordo com Olavo Nogueira, diretor-executivo da organização Todos pela Educação, 12 estados já retomaram as atividades escolares, sendo que os outros já sinalizaram que devem retomar no máximo em agosto ou em setembro. Aulas presenciais em escolas públicas do DF voltam em 2 de agosto Prefeitura de SP anuncia retomada das aulas presenciais em 2 de agosto com rodízio STF decide que estados e municípios têm poder para estabelecer regras sobre isolamento 3. Os protocolos contra a Covid estão funcionando? Um levantamento de pesquisadores da USP com dados públicos de cinco estados sobre medidas para o retorno às aulas presenciais aponta falhas nos protocolos, considerando o que a ciência já apontou como seguro para impedir a transmissão de coronavírus (como o uso de máscaras e o escalonamento no transporte até a testagem). O resultado sinalizou risco de aumento de transmissão na reabertura das escolas, caso os protocolos não sejam revistos. Foram analisadas medidas de Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo. Estes estados foram escolhidos por serem representativos nas respostas à pandemia, segundo os pesquisadores. Com base em oito eixos (máscaras, ventilação, imunização, testagem, transporte, ensino remoto, distanciamento e higiene), os pesquisadores criaram um índice de segurança para o retorno às aulas presenciais. A média das pontuações colocou os estados com notas baixas, de 30 a 59, enquanto o máximo é 100. "Mesmo nas medidas mais simples, como incentivo ao uso de máscaras, nenhum estado teve nota máxima porque não especificam que tipo de qualidade será exigido", afirma Luiz Cantarelli, coautor do estudo, durante apresentação dos dados em um seminário virtual do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. 4. Há uma diretriz do governo federal? Em 30 de junho, véspera da audiência do ministro no Senado, o MEC divulgou em uma rede social o Guia de Retorno às Aulas Presenciais, um documento elaborado pela pasta em 2020. Uma análise do documento feita pelo físico Vitor Mori, do Observatório Covid-19, a pedido do G1, indicou que ainda há muito foco em limpeza de superfícies e pouca informação sobre a importância de fazer atividades em ambientes ventilados ou cuidar para que haja ventilação dos espaços. "Tem um foco desproporcional em relação à higienização de superfícies", afirma. "Hoje a gente sabe que transmissão por superfícies é muito improvável. É menos de 1 em 10 mil, segundo o CDC", afirma Mori. "Há várias coisas que são comprovadamente ineficazes, no protocolo, como medir temperatura. Já a importância da ventilação e máscaras PFF2 ficam diluídas", avaliou. 5. O que dizem os especialistas? Para Olavo Nogueira, diretor-executivo da organização Todos pela Educação, é "positivo que estejam dando um senso de urgência ao tema do retorno emergencial das aulas". "Agora, é de uma enorme hipocrisia esse governo falar que desde o início da pandemia tem cumprido o seu papel coordenador, articulador, de apoio aos estados e municípios, que fez de tudo o que estava a seu alcance para enfrentar a pandemia na educação, para apoiar o processo de reabertura das aulas. Isso não é verdade", disse Nogueira. O diretor-executivo da Todos pelo Educação diz que o que ocorreu, na verdade, é "rigorosamente o contrário". "A gente teve um governo que no caso da educação foi completamente ausente, omisso. Alguns exemplos: o MEC, nos primeiros meses de pandemia, quando ficou claro que precisaria de uma resposta emergencial por meio do ensino remoto, foi incapaz de articular uma ação coordenada entre os estados e municípios", disse. "O governo foi incapaz de fazer algo que em vários países, mesmo com estrutura federativa parecida com a do Brasil, foi feito, que é elencar parâmetros nacionais para tentar guiar a tomada a decisão sobre uma reabertura segura nas cidades. Uma parte dos estados e municípios não conseguiu elencar critérios claros e consistentes para fim dessa tomada de decisão", completou. G1 no Youtube
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20/07 - Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais em pronunciamento em rede nacional: 'Necessidade urgente'
Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Ribeiro falou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema. VÍDEO: Ministro da Educação defende retorno às aulas em pronunciamento O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu nesta terça-feira (20) em pronunciamento o retorno às aulas presenciais em todo o país. "Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações", disse. Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Ribeiro falou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema. "O ministro da Educação não pode determinar o retorno presencial das aulas. Caso contrário, eu já teria determinado", afirmou. Segundo ele, "a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas". A volta, segundo ele, é uma "necessidade urgente". O ministro falou que o fechamento de escolas impõe "consequências devastadoras" Retorno Em 1º de julho, Ribeiro já havia defendido o retorno às aulas presenciais em uma audiência pública no Senado: "O Brasil é, infelizmente, um dos últimos países do mundo a reabrir as escolas. E não há que se dizer que o assunto foi a vacinação. Acabo de chegar da Itália e lá os países estão todos retornando, alguns com porcentagem de vacinação inferior ao Brasil”, afirmou Ribeiro, citando a reunião dos ministro da Educação do grupo de países conhecido como G20. "Já há protocolos de biossegurança estabelecidos que reduzem riscos de contágio no ambiente escolar. Todos estes protocolos se baseiam fundamentalmente em distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel. Isso está mais do que sabido", afirmou. Entretanto, estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) aponta que ainda há falhas em protocolos de reabertura das escolas justamente porque não consideram pontos que a ciência já comprovou também serem importantes para frear a contaminação, como ventilação dos espaços e escalonamento no transporte público para evitar aglomeração. No último dia 30 de junho, véspera da audiência do ministro no Senado, o Ministério da Educação (MEC) divulgou em uma rede social o Guia de Retorno às Aulas Presenciais, um documento elaborado pela pasta em 2020. LEIA TAMBÉM: IMPACTO: Nº de mortes de trabalhadores na área da educação sobe 128% de janeiro a abril, aponta Dieese Uma análise do documento feita pelo físico Vitor Mori, do Observatório Covid-19, a pedido do G1, indicou que ainda há muito foco em limpeza de superfícies e pouca informação sobre a importância de fazer atividades em ambientes ventilados ou cuidar para que haja ventilação dos espaços. " Veja mais vídeos de Educação
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20/07 - Inep divulga orientações e medidas contra a Covid-19 para inscritos nos exames nacionais
Participante que apresentar sintomas até uma semana antes da aplicação da prova não deverá comparecer no local do exame. O Enem Digital é exclusivo para quem já concluiu o ensino médio ou que está concluindo essa etapa em 2021. Participantes que desejarem fazer o exame para fins de autoavaliação devem se inscrever para o Enem 2021 impresso. getty images O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta terça-feira (20), orientações com procedimentos que deverão ser adotados por aqueles que participarem dos exames aplicados pelo órgão, como o Enem. Segundo o documento "Orientações gerais de prevenção à COVID-19”, disponível no site do Inep: É obrigatório usar máscaras cobrindo boca e nariz desde a entrada até a saída do local de provas Não serão obrigados a usar máscara os participantes com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou sensorial Durante a aplicação das provas, será permitido retirar a máscara por um momento breve apenas para o candidato beber água e alimentar-se É recomendado que cada participante leve sua própria garrafa de água. Ela não precisa ser transparente Todos deverão manter a distância de 1,5 metro antes e durante a aplicação das provas, como na ida ao banheiro, nos corredores, na fila para entrar nas salas etc Os locais de provas terão álcool em gel disponível a todos, mas cada pessoa pode levar o seu próprio frasco Será permitido ao participante realizar as provas com luva transparente ou semitransparente Chegar com antecedência de uma hora é uma das orientações para facilitar a entrada com respeito ao distanciamento social O fiscal dos exames pedirá que o candidato retire a máscara no momento de identificação, antes de entrar na sala de provas, para conferir a fisionomia do inscrito e a sua foto no documento pessoal. As provas estarão protegidas em envelopes plásticos e sem contato humano por um período mínimo de três meses anteriores à aplicação do exame. Antes da entrega nominal aos participantes, o chefe de sala higienizará as mãos com álcool. O documento frisa ainda que, em caso de descumprimento das obrigações de prevenção à Covid-19 ou de infração diante das orientações da equipe de aplicação, o participante será eliminado sem direito à reaplicação da prova. Enem em 90 segundos Veja também: Metas do Inep para o ano não incluem aplicação do Enem 2021 Férias de julho e vestibular: veja 6 dicas para equilibrar estudo e descanso Enem 2021 tem 4 milhões de inscritos, menor número desde 2007 Candidato com sintomas Caso o inscrito apresente algum dos sintomas da Covid-19 uma semana antes ou na véspera da aplicação das provas, o Inep orienta que o candidato não compareça ao local do exame e solicite reaplicação pelo site do Instituto, em "Página do Participante". No momento da solicitação, o candidato precisa anexar um documento que comprove a presença dos sintomas. O pedido, então, será analisado pelo Inep. Vídeos: os dez mais assistidos do G1 em junho
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20/07 - Consu aprova plano para retorno gradual às atividades presenciais na UFSJ
Inicialmente a retomada será para execução de aulas em laboratórios de pesquisa e de extensão, as quais são inadaptáveis ao ensino remoto de graduação e pós. Aulas teóricas e atividades administrativas seguem de forma remota. Campus Santo Antônio em São João del Rei da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) UFSJ/Divulgação O Conselho Universitário (Consu) da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) aprovou na segunda-feira (19) o Plano de Retorno Gradual às Atividades Presenciais. A informação foi divulgada pela instituição na tarde desta terça-feira (20). De acordo com a UFSJ, as atividades presenciais serão retomadas para execução de aulas em laboratórios de pesquisa e de extensão, as quais são inadaptáveis ao ensino remoto de graduação e pós. Aulas teóricas e atividades administrativas seguem de forma remota. O plano aprovado pela UFSJ acompanha as determinações do “Minas Consciente”, e as normas de protocolo de biossegurança estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC), Secretaria Estadual de Educação e Comitê Gestor da Covid-19 da UFSJ. Na Onda Amarela do programa estadual, na qual os campi da instituição estão atualmente, é permitida a abertura de todos os estabelecimentos comerciais, com mudanças nas restrições. Esta é a última fase antes da Onda Verde, que autoriza a volta à normalidade. Para o retorno, devem ser realizadas previamente as seguintes atividades: organização do espaço físico; aquisição e fornecimento de insumos e equipamentos; levantamento e disponibilização de recursos humanos; treinamento e capacitação da comunidade acadêmica; e, atividades de limpeza e desinfecção, as prefeituras de campi e servidores terceirizados. O relator da comissão específica do tema, professor Alberto Tibaji, explicou porque neste primeiro momento serão priorizados os cursos da área de Saúde. “É um grupo prioritário sim, mas que precisa respeitar, por exemplo, o percentual de apenas 25% da comunidade no momento das atividades presenciais”. Segundo Tibaji, posteriormente o plano prevê a possibilidade de retorno presencial a outras áreas. Ele sugeriu ao Conselho Universitário que, no próximo mês de dezembro, seja realizada uma nova reunião para revisão e avaliação da implementação do plano de retorno gradual. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
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20/07 - Volta às aulas pelo Brasil: veja como deve funcionar
Saiba o que muda com retomada das aulas presenciais. Saiba o que muda com retomada das aulas presenciais.
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20/07 - Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022
A partir de 2022, os alunos do 2º ano do ensino médio das escolas estaduais de São Paulo terão uma aula a mais por dia. Os alunos do 3º ano passarão a ter 8 aulas por dia em 2023. Ensino híbrido (remoto e presencial) será mantido. Veja outras mudanças. Jovens em escola da rede de ensino do Estado de São Paulo Governo do Estado de São Paulo O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (20) a expansão do Novo Ensino Médio para o segundo ano a partir de 2022. Dentre as principais mudanças, os alunos terão uma aula a mais por dia. Além disso, o ensino híbrido será mantido, ou seja, mesmo com a retomada das aulas presenciais, o aprendizado remoto vai permanecer. O investimento será de R$ 303,5 milhões, e há a previsão da contratação de até 10 mil professores. Entenda o que muda: Atualmente, os alunos do ensino médio no período diurno têm 35 aulas semanais (7 por dia). Eles passarão a ter 40 aulas semanais (8 por dia); No noturno, são 25 aulas semanais. Eles passarão a ter 33 aulas semanais (aumentando em 8 aulas a carga geral); A mudança será gradual: os alunos do 2º ano terão uma aula a mais por dia já a partir do próximo ano; Os alunos do 3º ano passarão a ter 8 aulas por dia em 2023; Para as turmas do período noturno, a ampliação para 8 aulas diárias irá ocorrer já a partir do 1º ano; As aulas presenciais não serão obrigatórias em agosto. Em setembro, cada escola pode reavaliar essa definição; O ensino híbrido, com aulas online e presenciais, vai continuar; A partir de 2022, o segundo ano contará com 10 aulas semanais dedicadas ao aprofundamento curricular escolhido conforme as opções apresentadas pela escola. No terceiro ano, serão 20 aulas. Novo Ensino Médio No ano letivo de 2021, a implementação do novo currículo do ensino médio teve início para os mais de 460 mil alunos matriculados no primeiro ano, de acordo com o secretário da Educação, Rossieli Soares. Em 2022, o novo modelo será expandido para 422 mil alunos do segundo ano. Atualmente, o Novo Ensino Médio atende estudantes do primeiro ano da rede pública estadual por meio dos três componentes ofertados pelo programa Inova Educação – Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação. A ideia é que o próprio aluno escolha uma ou duas áreas para se aprofundar em conhecimentos específicos, conforme interesse individual. A relação trouxe 10 opções de aprofundamento curricular: Quatro delas são nas áreas de conhecimento: Linguagens: Matemática; Ciências Humanas; Ciências da Natureza. Seis delas são opções integradas, que apresentam combinações: Linguagens e Matemática: Linguagens e Ciências Humanas:; Linguagens e Ciências da Natureza; Matemática e Ciências Humanas; Matemática e Ciências da Natureza; Ciências Humanas; Ciências da Natureza. Com os dados obtidos via Secretaria Escolar Digital (SED), as escolas vão definir os aprofundamentos curriculares a serem ofertados a partir de agosto, durante o processo de rematrícula. Mais de 376 mil estudantes do primeiro ano do ensino médio - 89% do total potencial de respondentes - da rede pública estadual manifestaram interesse no aprofundamento do currículo do Novo Ensino Médio. Na manifestação, o estudante também pode demonstrar interesse em outros dois grupos de itinerários formativos. O segundo deles mescla as áreas do conhecimento com a qualificação profissional, via Novotec Expresso, e permite um aprofundamento curricular em uma das áreas do conhecimento e dois certificados profissionalizantes durante o ano. São cursos relacionados: Programação; Design; Dados; Tecnologia; Ciências sociais; Comunicação. O terceiro grupo, alinhado ao programa Novotec Integrado, oferece a oportunidade de o estudante sair com um diploma de curso técnico e com o do ensino médio. São 21 opções de cursos técnicos: Administração; Marketing; Logística; Recursos Humanos; Comércio; Finanças; Contabilidade; Desenvolvimento de Sistemas; Informática para Internet; Serviços Jurídicos; Serviços Públicos; Guia de Turismo; Design Gráfico; Design de Interiores; Eventos; Nutrição e Dietética; Eletrônica; Eletrotécnica; Química; Análises Clínicas; Farmácia. As escolas também receberão o programa de Atividades Complementares de Arte. Será possível criar, por exemplo, grupos de teatro nas escolas. Investimento O investimento total para o ensino médio é de R$ 303 milhões. Os recursos serão repassados às 3,6 mil escolas estaduais que atendem esse público-alvo, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP). Pelo programa, cada escola recebe a verba e pode direcioná-la de acordo com a necessidade local. Desta verba, R$ 150 milhões poderão ser usados para equipar as escolas em diferentes áreas do conhecimento. O valor mínimo para escolas pequenas é de R$ 10 mil, mas ele pode chegar a R$ 200 mil para unidades maiores. Cada escola pode dizer no Plano de Aplicação Financeira (PAF) em que pretende aplicar a verba. Outros R$ 100 milhões serão destinados a Laboratório de Ciências e os demais R$ 50 milhões serão aplicados na aquisição de materiais e componentes eletrônicos para o trabalho de Programação e Robótica, bem como de ferramentas e insumos, como alicates, chave de fenda e equipamentos de proteção individual (EPIs) para que os estudantes possam utilizar esses materiais enquanto constroem os seus protótipos. Para miniestúdios serão destinados R$ 3,5 milhões. Essas unidades vão funcionar como um HUB para toda a diretoria. O estúdio será equipado para que sejam feitas transmissões e reuniões, por exemplo. Com o aumento do tempo em classe, haverá mais 121 mil aulas atribuídas e um potencial crescimento de 12% no total de professores com aulas atribuídas. Escolas da capital poderão reduzir distanciamento para 1 metro e definir capacidade de alunos a partir de 02/08 VÍDEOS: saiba tudo sobre São Paulo e região metropolitana
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20/07 - Ensino médio: alunos terão uma aula a mais por dia no próximo ano em SP
A partir de 2022, esses estudantes terão 8 horas de aulas diárias. Recursos serão repassados às 3,6 mil escolas estaduais do ensino médio, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP). Escolas da capital poderão reduzir distanciamento para 1 metro e definir capacidade de alunos a partir de 02/08 O vice-governador, Rodrigo Garcia (PSDB), anunciou nesta terça-feira (20) que o ensino médio terá uma aula a mais por dia, que será implementada gradativamente a partir de 2022. O vice também anunciou investimentos de R$ 303,5 milhões para o ensino médio do estado de São Paulo, além da contratação de até 10 mil professores. O que muda: Atualmente, os alunos do ensino médio no período diurno têm 35 aulas semanais (7 por dia). Eles passarão a ter 40 aulas semanais (8 por dia); No noturno, são 25 aulas semanais. Eles passarão a ter 33 aulas semanais (aumentando em 8 aulas a carga geral); A mudança será gradual: os alunos do 2º ano do ensino médio terão uma aula a mais por dia já a partir do próximo ano; E o 3º ano passará a ter 8 aulas por dia em 2023; Para as turmas do período noturno, a ampliação para 8 aulas diárias irá ocorrer já a partir 1º ano do ensino médio; As aulas presenciais não serão obrigatórias em agosto. Em setembro, cada escola pode reavaliar essa definição; O ensino híbrido, com aulas online e presenciais, deve continuar, de acordo com o secretário estadual da Educação. Aulas presenciais são intercaladas com aulas online na rede estadual de ensino Divulgação/Governo do Estado de São Paulo Novo ensino médio No ano letivo de 2021, a implementação do novo currículo do ensino médio teve início para os mais de 460 mil alunos matriculados no primeiro ano, de acordo com o secretário de Educação, Rossieli Soares. Em 2022, o novo modelo será expandido para os alunos do segundo ano. Entenda o que muda no ensino médio em 2022 O Novo Ensino Médio atende estudantes do primeiro ano da rede pública estadual por meio dos três componentes ofertados pelo programa Inova Educação – Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação. A ideia é que o próprio aluno escolha uma ou duas áreas para se aprofundar em conhecimentos específicos, conforme interesse individual. Mais de 376 mil estudantes do primeiro ano do ensino médio - 89% do total potencial de respondentes - da rede pública estadual manifestaram interesse no aprofundamento do currículo do Novo Ensino Médio. Com os dados obtidos via Secretaria Escolar Digital (SED), as escolas vão definir os aprofundamentos curriculares a serem ofertados a partir de agosto, durante o processo de rematrícula. A relação trouxe dez opções de aprofundamento curricular. Quatro delas nas áreas de conhecimento (Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza) e seis opções integradas, que apresentam combinações (Linguagens e Matemática, Linguagens e Ciências Humanas, Linguagens e Ciências da Natureza, Matemática e Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza, além de Ciências Humanas e Ciências da Natureza). Na manifestação, o estudante também pode demonstrar interesse em outros dois grupos de itinerários formativos. O segundo deles mescla as áreas do conhecimento com a qualificação profissional, via Novotec Expresso, e permite aprofundamento curricular em uma das áreas do conhecimento e dois certificados profissionalizantes durante o ano. São cursos relacionados a programação, design, dados, tecnologia, ciências sociais e comunicação, por exemplo. O terceiro grupo, alinhado ao programa Novotec Integrado, oferece a oportunidade do estudante sair com um diploma de curso técnico e com o do ensino médio. São 21 opções de cursos técnicos: Administração, Marketing, Logística, Recursos Humanos, Comércio, Finanças, Contabilidade, Desenvolvimento de Sistemas, Informática para Internet, Serviços Jurídicos, Serviços Públicos, Guia de Turismo, Design Gráfico, Design de Interiores, Eventos, Nutrição e Dietética, Eletrônica, Eletrotécnica, Química, Análises Clínicas e Farmácia. Garcia e Rossieli também anunciaram a criação do programa de Atividades Complementares de Arte. Será possível criar, por exemplo, grupos de teatro nas escolas. A partir de 2022, o segundo ano contará com dez aulas semanais dedicadas ao aprofundamento curricular escolhido conforme as opções apresentadas pela escola. No terceiro ano, serão 20 aulas. Investimento O investimento total para o ensino médio é de R$ 303 milhões. Os recursos serão repassados para as 3,6 mil escolas estaduais que atendem esse público-alvo, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP). Pelo programa, cada escola recebe a verba e pode direcioná-la de acordo com a necessidade local. Desta verba, R$ 150 milhões poderão ser usados para equipar as escolas em diferentes áreas do conhecimento. "Os recursos do PDDE-SP serão destinados para que todas as escolas estaduais do ensino médio possam ampliar e melhorar a infraestrutura oferecida para atender às propostas de aprendizagem. O montante será dividido em quatro categorias: Novo Ensino Médio, Laboratório de Ciências, Laboratório Maker e Mini-Estúdios", afirmou. O valor mínimo para escolas pequenas é de R$ 10 mil, mas ele pode chegar a R$ 200 mil para escolas maiores. Cada escola pode dizer no Plano de Aplicação Financeira (PAF) em que pretende aplicar a verba. Outros R$ 100 milhões serão destinados Laboratório de Ciências e os demais R$ 50 milhões serão aplicados na aquisição de materiais e componentes eletrônicos para o trabalho de Programação e Robótica, bem como de ferramentas e insumos, como alicates, chave de fenda e equipamentos de proteção individual (EPIs) para que os estudantes possam utilizar esses materiais enquanto constroem os seus protótipos. Com o aumento no número de aulas, haverá mais 121 mil aulas atribuídas e potencial crescimento de 12% no total de professores com aulas atribuídas. Para miniestúdios serão destinados R$ 3,5 milhões. Essas unidades vão funcionar como um HUB para toda a diretoria. O estúdio será equipado para que sejam feitas transmissões e reuniões, por exemplo. VÍDEOS: saiba tudo sobre São Paulo e região metropolitana
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20/07 - Brazil at Silicon Valley 2021 debate futuro da educação nesta terça
Roberto Sallouti, Jeff Maggioncalda, Marco Fisbhen e outros convidados vão debater sobre o assunto e a jornada de aprendizado ao longo da vida. Participantes da Brazil at Silicon Valley 2021 Reprodução O Brazil at Silicon Valley, movimento de suporte à transformação do país por meio da tecnologia e inovação, promove uma edição especial sobre educação nesta terça-feira (20). Haverá transmissão no canal oficial da BSV, no Youtube, em português e inglês. A edição 2021, que tem como tema central “O Brasil que está dando certo'', apresentará três painéis que vão cobrir vários aspectos atuais do ensino no Brasil e no mundo. Às 17h de terça, Roberto Sallouti e Maira Habimorad apresentarão o Instituto de Tecnologia e Liderança, o Inteli, iniciativa sem fins lucrativos nascida após insights que Sallouti e outros sócios do BTG Pactual tiveram durante a edição 2019 da conferência BSV, na Califórnia. Com moderação de Bruno Yoshimura, General Partner e co-fundador da ONEVC, eles vão falar sobre o projeto - inspirado em Stanford e no MIT - que busca desenvolver lideranças em tecnologia para acelerar o desenvolvimento do Brasil. Na sequência, às 18h, Jeff Maggioncalda, CEO da Coursera, se junta a Marco Fisbhen, CEO do Descomplica, para debater "A Jornada de aprendizado ao longo da vida" e como a tecnologia mudou o nosso relacionamento com o aprendizado e capacitação, muito além das escolas. Às 19h, Amit Patel, managing director da Owl Ventures, e Dan Carroll, co-fundador da Clever, discutirão inovações tecnológicas e de conteúdo na grade curricular e formação de jovens no ensino básico, fundamental e médio, conhecido como K12. Segundo a organização do evento, a escolha do tema educação foi estratégica. Além de estar alinhada com a missão do movimento em promover o ecossistema de inovação brasileiro, é o setor que recebe cada vez mais atenção de investidores e empreendedores em todo o mundo. De acordo com o Relatório do Distrito, apenas em 2020, foram mais de US$ 11 bilhões investidos globalmente no setor. No Brasil, o número de edtechs passou de 434 para 559, aumento de 28%. “A educação é um dos principais pilares de qualquer sociedade e não poderia ficar de fora dos nossos debates. Neste especial, a BSV vai mostrar como as edtechs estão transformando o cenário de escolas, seja ensino primário ou superior, a educação continuada dos profissionais e também empresas dos mais diversos setores”, explica Iona Szkurnik, membro do Conselho da Brazil at Silicon Valley, empreendedora e cofundadora da edtech Education Journey. Entenda a Brazil at Silicon Valley Liderado por estudantes de Stanford e Berkeley, o movimento visa melhorar a competitividade do Brasil. Desde 2019, o evento acontece anualmente e já reúne cerca de 70 palestrantes e mais de mil participantes. Empreendedores, investidores, executivos e decisores políticos discutem temas relevantes ligados ao desenvolvimento tecnológico. Neste ano, os esforços estão concentrados em promover debates e desenvolver produtos que possam fomentar o ecossistema de inovação, gerando resultados concretos.
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20/07 - Prouni 2021: MEC divulga selecionados na primeira chamada do segundo semestre
Eles terão até quarta-feira (28) para comprovar as informações prestadas na inscrição. Programa seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares. Prouni dá bolsas de estudo em universidades particulares. David Mark/Pixabay osepO O Programa Universidade Para Todos (Prouni) 2021 divulgou nesta terça-feira (20) os nomes dos candidatos aprovados na primeira chamada da seleção do segundo semestre. A informação está disponível no site http://prouniportal.mec.gov.br/. Os selecionados terão até a quarta-feira da próxima semana (28) para comprovar as informações prestadas na inscrição. A segunda chamada do segundo semestre será divulgada em 3 de agosto; os aprovados terão que comprovar as informações até o dia 11. Segundo o Ministério da Educação (MEC), 287.673 candidatos se inscreveram nesta edição do Prouni 2021, um aumento de 21% no número de inscritos, quando comparado com a edição do segundo semestre de 2020, que registrou 228.444 inscritos. O Prouni seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares. Um dos critérios de seleção é o desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esta foi a primeira vez que os candidatos que fizeram o Enem de 2020 puderam usar suas notas para tentar uma bolsa. Na primeira edição do Prouni deste ano, para o primeiro semestre de 2021, foram considerados os resultados do Enem de 2019 – já que o Enem de 2020 teve datas adiadas por causa da pandemia. Critérios Para participar do programa, é necessário se encaixar em uma das seguintes categorias: ter cursado o ensino médio completo na rede pública; ter sido bolsista integral em escolas particulares durante todo o ensino médio; ter alguma deficiência; ser professor da rede pública de ensino, na educação básica. Com exceção dos docentes, os demais candidatos não podem ter diploma do ensino superior. O Prouni dá direito a bolsas de estudo em universidades particulares. São duas modalidades: bolsa integral: renda familiar mensal per capita de até 1,5 salário mínimo; bolsa parcial (50% da mensalidade): renda familiar mensal per capita de 1,5 a 3 salários mínimos. Lista de espera Os que não forem convocados nas duas primeiras chamadas poderão se inscrever na lista de espera do processo seletivo nos dias 17 e 18 de agosto. A lista dos pré-aprovados ficará disponível para consulta em 20 de agosto. Os selecionados terão que comprovar as informações da inscrição entre os dias 23 e 27 de agosto. Cronograma do Prouni Resultado (primeira chamada do segundo semestre): 20 de julho Comprovação das informações para aprovados na primeira chamada: 20 a 28 de julho Segunda chamada: 3 de agosto Comprovação das informações para aprovados na segunda chamada: 3 a 11 de agosto Interesse em participar da lista de espera: 17 e 18 de agosto Resultado da lista de espera: 20 de agosto Comprovação das informações para pré-aprovados na lista de espera: 23 a 27 de agosto VÍDEOS: confira as notícias sobre Educação o
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19/07 - Filho de faxineira, ex-aluno de escola pública é aprovado em 9 universidades dos EUA: 'quero ser exemplo para inspirar mais jovens'
Morador do Grande Recife, Fred Ramon, de 20 anos, se prepara para entrar no curso de Ciência da Computação e Estudos Globais, na Whittier College, em Los Angeles, na Califórnia. VÍDEO: Jovem aprovado em 9 universidades dos EUA diz se inspirar em Christina Aguilera Com a infância marcada pela pobreza em Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, Fred Ramon, de 20 anos, encarou os estudos como uma chance para mudar de vida (veja vídeo acima). Aprovado em nove universidades americanas, ele se prepara para entrar no curso de Ciência da Computação e Estudos Globais da Whittier College, em Los Angeles, na Califórnia. Negro e filho de uma faxineira, o ex-aluno da rede pública municipal do Recife concluiu o Ensino Médio, em 2018, na Escola Estadual Professor Fernando Mota, em Boa Viagem, na Zona Sul da cidade. "Quero ser um exemplo para inspirar mais jovens", declara. Jovem de escola pública passa em nove universidades dos Estados Unidos O interesse em aprender inglês veio de músicas como as da cantora pop Christina Aguilera (veja vídeo acima). “Eu gostava de entender o que ela falava e queria falar com ela em inglês também. Desde pequeno, escuto muito música americana. Então, a música me fez querer estudar inglês e estudando inglês eu descobri o mundo que é o Estados Unidos e todo esse universo global”, lembrou. Filho de faxineira e morador de periferia do Grande Recife, Fred Ramon, de 20 amos, se prepara para estudar na Califórnia, nos EUA. Reprodução/TV Globo O resultado do esforço foi uma bolsa de 70% na universidade de Los Angeles e na aprovação também na Universidade de Inovação ASU; Manhattanville College; Florida Tech; Temple University; University of Arizona; Stetson University; Adelphi University; e University of La Verne. O gosto pelo estudo, segundo Fred, vem do que uma boa educação proporciona. A coleção de livros é o principal tesouro da casa inacabada. Alguns foram achados no lixo. Com eles, o jovem aprendeu idiomas, acumulou diplomas e não parou mais. Fez um curso atrás do outro. Todo o esforço e gosto pelo estudo, segundo Fred, vem do que uma boa educação proporcion Reprodução/TV Globo Durante o período na escola, fez dez cursos. “Desde o primeiro ano [Ensino Médio], eu tenho esse interesse. Fiz cinco cursos de línguas, três de inglês, um de espanhol, um de francês, empreendedorismo, curso se artes, fui bailarino, também fui do conselho municipal”, lembrou. Orgulhosa, a mãe dele, Suely Santo, contou que nunca precisou pedir para o filho estudar. “A nota dele era a máxima, nunca tive nenhum problema. Ele ia para a aula até debaixo de chuva. Dobrava a calça, sapato na mão e aqui fica um rio quando chove. Nunca, nunca faltou. Às vezes, aparecia trabalho no sábado e ele ia”, lembrou. Orgulhosa, a mãe dele, Suely Santo, contou que nunca precisou pedir para o filho estudar Reprodução/TV Globo Fred também quis compartilhar conhecimento. Fez trabalho voluntário, deu aulas de idiomas para crianças. Na pandemia, focou ainda mais nos estudos. Virou noites no computador. “Está velhinho, mas foi com ele que fui aprovado em nove universidades”, disse. O que ajudou na aprovação de Fred Ramon não foi só o que ele aprendeu na escola, mas o que fez fora da sala de aula, no papel de cidadão. “Eles querem saber o que você quer fazer para contribuir. Se você está preocupado com o meio ambiente, com as crianças que estão passando fome na África, com o trabalho informal dos jovens como eu e outra questão social. Isso, com certeza, é uma missão que faz parte da minha vida”, afirmou Ex-professores escreveram cartas de recomendação. "Eu me ponho nesta posição de estar me expondo, porque eu quero que outros jovens tenham esta consciência de que nós podemos melhorar o Nordeste. Eu quero realmente chegar aqui no Brasil e conseguir ajudar mais jovens e fazer mais e mais e mais”, frisou. Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
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