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17/11 - Unicamp 2020: primeira fase do vestibular é aplicada para 72,8 mil neste domingo; veja orientações
Universidade estadual oferece 2,5 mil vagas em 69 cursos. Prova terá 90 questões de múltipla escolha e cinco horas de duração; portões abrem às 12h (horário de Brasília) e fecham às 13h. Estudantes na 1ª fase do vestibular 2019 da Unicamp, em Campinas Letícia Baptista/G1 A Unicamp aplica na tarde deste domingo (17) a 1ª fase do vestibular 2020 para 72,8 mil candidatos em 30 municípios de São Paulo e mais cinco capitais. Os portões abrem às 12h (horário de Brasília), fecham às 13h, e nesta edição são oferecidas 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Veja abaixo dicas. A avaliação é composta por 90 questões de múltipla escolha, cada uma com quatro alternativas, segundo a comissão organizadora (Comvest). O tempo mínimo é de 3h30, enquanto o máximo é de 5h. O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Conteúdo 13 questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa 13 questões de matemática 9 questões de história 9 questões de geografia (incluindo filosofia e sociologia) 9 questões de física 9 questões de química 9 questões de biologia, 7 questões de inglês, 12 questões interdisciplinares Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Veja aqui o edital do vestibular 2020 O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Cidades com vestibular A Unicamp aplica a prova em 30 municípios do estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A lista inclui também mais cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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16/11 - Família se muda do interior de MG para Campinas por sonho de jovem cursar história na Unicamp: 'ser um grande professor'
Estudante de 17 anos é natural de Cambuquira e cresceu em Varginha. Pai, que é professor, arrumou emprego em cidades da região de Campinas. Estudantes mudam de cidade para se dedicar aos estudos em busca de vaga na Unicamp O sonho do estudante Widerman Jonas da Silva Junior, de 17 anos, é se tornar um grande professor para "cativar os alunos e passar o conteúdo". Para isso, ele e o pai se mudaram no fim de 2016 de Varginha (MG) para Campinas (SP), onde o jovem busca passar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e cursar história. A escolha da cidade se deu após a irmã mais velha de Widerman se mudar para Campinas no início de 2016, onde cursa ciências sociais também na Unicamp. "Ela ficou morando um ano aqui, percebeu que a cidade tem mais oportunidades, o ensino é mais forte, voltado ao vestibular. Aí eu e meu pai decidimos mudar para cá visando o meu ingresso mesmo", resume. O estudante nasceu em Cambuquira (MG), mas desde os dois anos de idade morou em Varginha. Ao se mudarem para Campinas, o pai, professor de educação básica, arrumou emprego em Monte Mor (SP) e Capivari (SP). Widerman Jonas da Silva Junior sonha cursar história na Unicamp, em Campinas Reprodução/EPTV Widerman admite a influência e inspiração do pai na escolha da profissão. "É um pouco de influência dele também. O pai que também é professor influencia bastante a ensinar os outros". Serve bastante [de inspiração]". "Meu sonho profissional é me tornar um grande professor mesmo. Um professor que consiga cativar os alunos, ensinar, realmente passar o conteúdo", diz o jovem. Além da Unicamp, o jovem vai prestar Fuvest e também fez Enem. A universidade campineira é o maior objetivo. A primeira fase da Unicamp ocorre no domingo (17), com 90 questões de múltipla escolha. Os portões abrem às 12h e fecham uma hora depois. A duração é de cinco horas. A redação será aplicada na segunda fase do vestibular. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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16/11 - Idoso de 64 anos ganha bolsa de estudos após fazer Enem pela 5ª vez em RO
Agora, João Isaac realizará o sonho de cursar engenharia civil em 2020. Essa será a primeira graduação dele. Mecânico de formação, João Isaac Souza, aos 64 anos, realizará o sonho de cursar engenharia civil. Jheniffer Núbia/G1 Uma semana depois de fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, João Isaac, de 64 anos, ganhou uma bolsa de estudos para ingressar em uma faculdade de Porto Velho. Ele sonha cursar engenharia civil. Idoso que sonha ser engenheiro fará Enem pela 3ª vez em RO: 'quero trabalhar com meu filho' Idoso faz Enem pela 4ª vez em RO para trabalhar com o filho: 'Ainda quero ser engenheiro civil' 'Minha hora vai chegar', diz idoso de 64 anos que vai fazer o Enem pela 5ª vez, em RO Idoso ganha bolsa de estudo após fazer Enem pela 5ª vez A edição do Enem deste ano foi a quinta tentativa de João para ingressar em uma universidade. Com a bolsa, ele vai fazer a primeira faculdade aos 64 anos. "Não tenho palavras para descrever o sentimento que me toma. Ganhei 100% da bolsa para fazer engenharia civil, a promessa que faço é que vou me dar 100% para fazer o meu melhor", garante. O desejo de cursar engenharia civil, conta Isaac, surgiu após acompanhar a trajetória do filho, Clebson Vasconcelos, na faculdade de arquitetura e urbanismo. "Agora vou ficar ainda mais próximo do meu filho. A construção civil me fascina e vou poder trabalhar ao lado dele nos projetos". 'Quem acredita sempre alcança' O primeiro contato de João Isaac com a faculdade foi ao lado dos filhos Clebson Vasconcelos e Gracilene Vasconcelos. "Mesmo tendo feito faculdade e hoje sendo professor, acompanhar meu pai pelos corredores da faculdade é algo extraordinário. A gente se emociona com ele", diz Clebson. Os filhos do idoso fizeram questão de estar presentes no momento que, segundo eles, era esperado pela família por muito tempo. Jheniffer Núbia/G1 Para Gracilene o pai é uma inspiração. "Ele nunca deixou de sonhar. Mesmo quando muitas das vezes a gente, da família, deixamos de acreditar, ele permaneceu firme e agora todos nós estamos vendo que quem acredita sempre alcança". Tour pela faculdade Reitor da instituição levou João Isaac para conhecer as salas de aula, laboratórios, biblioteca e professores da faculdade. Jheniffer Núbia/G1 Antes de fazer a matrícula no curso de engenharia civil, o reitor da instituição levou João Isaac para conhecer as salas, laboratórios e professores do local. "Nossa, é incrível o cheiro das salas de aula. Já consigo me imaginar estudando aqui. Eu não vou querer sair mais daqui. Vou fazer o meu melhor", diz João Isaac. De acordo com o reitor, a procura de pessoas da terceira idade para ingressar na faculdade ainda é pequena."Não temos números exatos, mas não há uma procura significativa", conta. Momento da assinatura do reitor Aparício Carvalho Jheniffer Núbia/G1 João Isaac conheceu alguns professores da Instituição Jheniffer Núbia/G1 Todos se emocionaram com o momento da leitura dos termos que assegurará a entrada de João Isaac na faculdade Jheniffer Núbia/G1 Idoso conhece a biblioteca da instiuíção Jheniffer Núbia/G1 Primeiro contato de João Isaac com a sala de aula onde estudará Jheniffer Núbia/G1
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16/11 - Professor usa realidade aumentada e recebe prêmio Paulo Freire: 'Fui da periferia e cria da escola pública, com orgulho!'
Renato Batista da Conceição foi um dos homenageados em premiação da Alerj pela inovação nas salas de aula do interior do Rio. Professor Renato Batista da Conceição, do interior do Rio, usa App que permite uso de realidade aumentada nas aulas de geografia Renato Batista da Silva/Arquivo Pessoal Uma aula de olhares curiosos, atentos e de sorriso aberto para a aprendizagem. O uso de realidade aumentada (AR, sigla em Inglês) deu aquele toque a mais nas aulas de geografia do 6º ano da Escola Municipal Victor Sence, em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense. Pela ação pedagógica diferenciada, o professor Renato Batista da Conceição, de 30 anos, foi um dos contemplados pelo Prêmio Paulo Freire, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na noite de quinta-feira (14). Alunos se divertem e aprendem geografia com a realidade aumentada em Conceição de Macabu Renato sempre estudou em escola pública e foi criado por avós analfabetos na periferia de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Para ele, que sempre ouviu os conselhos da avó, a premiação teve um sentido bem especial. Professor Renato com os seus alunos durante premiação na Alerj nesta quinta-feira (14) Arquivo pessoal "Não posso deixar de dedicar primeiramente este prêmio a minha avó/mãe Marizete Barbosa, que sempre me incentivou a estudar e lutar por dias melhores na vida. Também dedico este reconhecimento aos meus dois filhos, Maria Luiza Conceição e Luiz Miguel Conceição, por serem razão e força para continuar, bem como as pessoas da minha família e amigos, que sempre me incentivaram a superar os obstáculos nesta caminhada. Sou ciente de que esse prêmio não é só meu, mas de todos os professores e professoras fluminenses, que lutam e resistem em sala de aula todos os dias para ensinarem e somarem na transformação social brasileira", agradece Renato. Ao todo, 86 iniciativas inovadoras foram premiadas na 1ª Edição do Prêmio Paulo Freire, que foi dividido em nove categorias. "É algo que me deixa extremamente feliz e realizado. Eu, inclusive, que aprendi a ler e escrever nessa chamada escola pública que, mesmo com muitas dificuldades, sempre busca contribuir com a educação dos alunos", afirma Renato, que ganhou na categoria "Experiência Pedagógica no Ensino Fundamental". A tecnologia Para os alunos do professor Renato a experiência mágica nas aulas de geografia tem sido possibilitada pelo aplicativo Merge Cube, um recurso tecnológico que expande o aprendizado para além das telas dos smartphones e tablets. É a realidade aumentada ao alcance dos estudantes. "Trata-se de uma tecnologia que substitui uma página ou tela onde os alunos consomem conteúdo, por ser mais interessante e aumentar o engajamento dos estudantes. Na atividade que realizei com meus alunos, eles puderam observar o sistema solar na palma das mãos. Com seus próprios Smartphones, um Cubo Mágico feito de papel e um aplicativo gratuito de realidade aumentada, os alunos, encantados, conseguiram visualizar e aprender mais informações sobre o Sistema Solar e a Dinâmica da Terra", explica Renato. O encontro de Renato com a Educação Conte sobre a sua trajetória no ensino público e como chegou à geografia e à pedagogia? - Em Campos/RJ, cursei o Ensino Fundamental na Escola Estadual Prisco de Almeida e Escola Estadual Benta Pereira. O Ensino Médio, cursei na Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, da Rede Faetec. O curso de graduação de licenciatura em Geografia surgiu na minha vida como uma oportunidade via Enem em 2009, quando tentei entrar no Instituto Federal Fluminense (IFF). Não sabia muito bem onde iria chegar, mas ao longo dos períodos do curso, fui me encontrando e construindo a minha identidade como futuro professor. Como fui pai aos 17 anos de idade, os programas de assistência estudantil da época no Instituto Federal Fluminense (IFF), muito me ajudaram para que não abandonasse o curso de licenciatura em Geografia. Já a paixão pela Pedagogia surgiu dentro do próprio curso de Geografia do IFF, aonde tive excelentes professores nas disciplinas pedagógicas, que inclusive me apresentaram as brilhantes ideias revolucionárias do Paulo Freire, o que me fez me encantar pela Pedagogia, sobretudo a Pedagogia Libertadora freiriana. Como as tecnologias chegaram à sua prática pedagógica e de que forma auxiliam na missão de ajudar no ensino? - Para acompanhar as mudanças deste novo século, inovações tecnológicas têm proporcionado a nós professores a construção de novas metodologias de aprendizagem, cada vez mais eficientes e interativas em sala de aula. Pensando neste atual cenário educacional, através de reflexões realizadas também ao longo do meu curso de mestrado em Educação no Colégio Pedro II, nos anos de 2017 e 2018, fiz pesquisas e busquei inovar para tornar mais significativa e prazerosa a aprendizagem dos meus alunos nas aulas de Geografia. Como os alunos reagem a esses novos modelos de ensino? - Compreendo os alunos da Educação Básica, neste século XXI, como alunos nativos digitais. Isso tem exigido de nós professores repensar as metodologias de aprendizagem na escola. Em sala de aula, tenho observado que quando utilizamos recursos tecnológicos, os resultados são sempre melhores. É muito visível a mudança de postura dos alunos quando usamos novas tecnologias para a mediação da aprendizagem em sala de aula. Além de aumentar o interesse deles, a aprendizagem se torna mais interativa e significativa. Apesar da falta de infraestrutura adequada na maioria das escolas públicas brasileiras, o difícil acesso a internet para o uso dessas novas tecnologias, acredito que cabe a nós professores conscientes, subverter essa lógica, buscando criar espaços que incentivem a aprendizagem e criatividade dos nossos alunos no espaço escolar. Quando percebeu que seu futuro estava na área da Educação, ou seja, como essa paixão foi se construindo na sua vida até decidir se tornar professor? - Desde pequeno brincava de ser professor de escola com os meus colegas da rua do bairro onde morava. Aos 17 anos de idade, no fim do meu Ensino Médio na Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, em Campos/RJ, decidi seguir a carreira na área de Administração, mas, como não consegui pagar as mensalidades na faculdade particular, optei por realizar o curso de graduação em licenciatura em Geografia, no Instituto Federal Fluminense (IFF), com acesso via ENEM e pelas vagas da cota destinada a estudantes de escolas públicas. Como em muitos outros casos no Brasil, querer ser professor quase nunca é a primeira opção dos jovens, devido a desvalorização e a complexa realidade do sistema educacional brasileiro, mas, sempre gostei de estudar, ensinar, ler sobre tudo, e acabei me encontrando na licenciatura em Geografia. Hoje depois de 10 anos me considero um professor feliz pela escolha. O prêmio significa muito pra você. Vamos falar de futuro. O que espera como professor? - Receber o Prêmio Paulo Freire de Escola Pública da Alerj, em sua primeira edição no Rio de Janeiro, é algo que me deixa extremamente feliz e realizado. Como professor no Brasil, país marcado por muitas desigualdades sociais, espero, mesmo de maneira muito pequena, poder contribuir para a transformação da nossa complexa realidade. Paulo Freire dizia que “A Educação não transforma o mundo. A Educação muda as pessoas. As Pessoas que transformam o mundo”. Essa pedagogia é que tem me sustentado ao longo desses anos como professor na escola pública. O que enxerga ao olhar para o futuro dos alunos, o que sonha para eles? - Como bem apontava Paulo Freire, a escola se apresenta como local privilegiado à libertação, pois é pela possibilidade de debater, discutir, dialogar que alcançamos a compreensão sobre a realidade, o que torna possível aos alunos, escreverem de maneira autônoma suas histórias de transformações de vidas. Neste sentido busco na escola, todos os dias em sala de aula, contribuir para a formação de alunos críticos e comprometidos com a construção de um mundo melhor, mais justo e fraterno para todas e todos. Qual o sentido da escola pública pra você, o que representa e como deve ser olhada por todas as pessoas? - Esta é uma reflexão necessária e de certa forma ousada, visto que hoje enfrentamos inúmeras dificuldades no sistema educacional brasileiro. Observo no cotidiano da escola pública, que é cada vez mais necessário que a escola redimensione suas reflexões, reformulando suas ações pela compreensão do que a comunidade escolar (composta pelos alunos, pais, professores, equipe pedagógica, direção, funcionários) quer, visto que a escola é um espaço com função social e de suma importância para emancipação das pessoas. Mais algum agradecimento especial? - Também dedico este prêmio aos meus alunos e colegas professores da Escola Municipal Victor Sence (da Rede Municipal de Educação de Conceição de Macabu) e da Escola Municipal José Rozendo de Barcelos (da Rede Municipal de Educação de Carapebus), onde atuo como Professor de Geografia desde o ano de 2013. Minha gratidão a todos vocês! Renato Batista da Conceição recebeu o Prêmio Paulo Freire pelo uso de Realidade Aumentada nas aulas de Geografia no ensino público no interior do Rio Marcelo Dias Fotografia Veja outras notícias da região no G1 Norte Fluminense.
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16/11 - Unicamp 2020: diretor diz que 1ª fase do vestibular valoriza olhar crítico e direitos humanos; veja dicas para prova de domingo
José Alves de Freitas Neto aborda nível de dificuldade e possíveis temas do exame que terá 90 questões de múltipla escolha. Ao todo, 72,8 mil candidatos disputam 2,5 mil oportunidades. Prova do Vestibular 2020 da Unicamp acontece neste domingo (17). Antoninho Perri/Unicamp A 1ª fase do vestibular 2020 da Unicamp, marcada para este domingo (17), deve valorizar estudantes atentos ao noticiário e ter uma prova com questões que perpassam por princípios de direitos humanos, segundo a comissão organizadora (Comvest). Em entrevista ao G1, o diretor, José Alves de Freitas Neto, falou sobre o nível de dificuldade, os possíveis temas e deu dicas. Veja abaixo detalhes. Ao todo, 72,8 mil candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. O exame terá 90 perguntas de múltipla escolha para avaliação de conhecimentos nas disciplinas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, matemática, história, geografia, sociologia, filosofia, física, química, biologia e inglês. Além disso, a avaliação também reúne perguntas interdisciplinares. Os portões abrem às 12h (horário de Brasília), fecham às 13h e as questões devem ser respondidas em até cinco horas pelos participantes. O vestibular ocorre em 30 municípios paulistas, incluindo a capital, e mais cinco cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Perfil buscado "A prova da Unicamp explora assuntos da formação escolar e da vida do candidato. Nesse sentido, queremos estudantes que estejam atentos ao noticiário, que exercitem um olhar crítico sobre as informações e busquem ampliar o horizonte de seus conhecimentos", ressalta Freitas Neto. Nível de dificuldade A Unicamp indica que o vestibular deste ano terá o mesmo nível de exigência das edições anteriores. "Não há orientação específica para uma prova ser mais fácil ou difícil. As bancas procuram equilibrar o nível de dificuldade para que possamos ter uma seleção adequada", explica o diretor. No ano passado, geografia teve três das dez questões mais exigentes, segundo análise de um cursinho. José Alves de Freitas Neto, diretor da Comvest, dá dicas sobre o vestibular 2020 da Unicamp. Mirela Von Zuben/G1 Possíveis temas das questões O professor de história do do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) avalia que o vestibular tem se caracterizado por aproximar ciências, literatura e sociedade para construir uma visão de defesa dos direitos humanos, além do respeito ao outro, da liberdade de pensamento e pluralidade. "Estamos selecionando estudantes para uma instituição reconhecida por suas atividades de ensino e pesquisa, portanto, a aplicação da ciência e o universo social sempre estão relacionados. É importante que os candidatos vejam essas aproximações", explica. Em 2019, o processo seletivo da Unicamp passou por tópicos como racismo, empoderamento da mulher, violência no campo, doping no esporte, eleições, precarização do trabalho e desemprego, imigração, fake news, qualidade do ar durante a greve dos caminhoneiros e fascismo na sociedade. Dicas Freitas Neto afirma que os candidatos devem fazer leitura atenta dos enunciados e prever tempo suficiente para preenchimento da folha de respostas - estimado em pelo menos 15 minutos. "Mantenham a tranquilidade e façam as questões que consideram mais simples antes de partir para os temas mais difíceis". Ele recomenda ainda "atenção redobrada" nas questões interdisciplinares. "Há um conjunto de informações articuladas de disciplinas diferentes", conta. Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Celular e risco de eliminação Além de conhecer o caminho até o local de prova e chegar com antecedência no dia do vestibular, o candidato deve ter cuidado com o celular e desligá-lo. De acordo com Freitas Neto, caso o equipamento deixe de ser colocado em envelope (fornecido pela Comvest) e toque durante a prova, ele será recolhido imediatamente por fiscal. "Faremos averiguação complementar, podendo desclassificar o candidato." Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Veja aqui o edital do vestibular 2020 Unicamp recebe inscrições para 639 vagas com ingresso via Enem Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: veja o gabarito oficial da prova da 1ª fase
Prova teve 90 questões de múltipla escolha. Lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. Vestibular: 22 mil estudantes fizeram a prova da Unesp na capital A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou na noite desta sexta-feira (15) o gabarito oficial da versão 1 da prova da primeira fase do vestibular 2020. A organização alerta que o exame tem várias versões do caderno de provas e, abaixo, é apresentado o gabarito para divulgação geral. O candidato precisa consultar no site da Vunesp (www.vunesp.com.br) a sua versão de prova. Ao todo, 95.440 candidatos estavam inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. Eles responderam a 90 questões de múltipla escolha. Veja o gabarito da versão 1 da prova: Veja o gabarito oficial da versão 1 da prova da primeira fase da Unesp 2020 Divulgação VEJA O GABARITO DA VERSÃO 1 DA PROVA: 1 - A 2 - A 3 - B 4 - C 5 - A 6 - E 7 - D 8 - E 9 - E 10 - D 11 - D 12 - D 13 - D 14 - E 15 - A 16 - A 17 - D 18 - E 19 - C 20 - B 21 - A 22 - D 23 - E 24 - D 25 - E 26 - B 27 - C 28 - A 29 - E 30 - C 31 - D 32 - A 33 - E 34 - D 35 - B 36 - E 37 - E 38 - E 39 - A 40 - A 41 - C 42 - D 43 - E 44 - B 45 - B 46 - A 47 - B 48 - C 49 - A 50 - A 51 - E 52 - E 53 - D 54 - E 55 - C 56 - B 57 - A 58 - B 59 - E 60 - D 61 - B 62 - E 63 - C 64 - C 65 - A 66 - E 67 - D 68 - E 69 - A 70 - A 71 - A 72 - C 73 - C 74 - B 75 - D 76 - E 77 - D 78 - E 79 - E 80 - A 81 - B 82 - D 83 - A 84 - E 85 - C 86 - D 87 - C 88 - A 89 - B 90 - A 'Prova inovadora' a professora Vera Lúcia Antunes, coordenadora pedagógica do Colégio e Curso Objetivo, a prova da Unesp foi "inovadora". "Foi a prova mais interdisciplinar de todos os vestibulares da Unesp. Saiu do modelo clássico da Unesp que era mais conteudista e aplicou muita interdisciplinariedade", avaliou. Ela destacou questões de linguagem que misturava geografia (sobre o clima) com literatura. E as de matemática que misturava física e biologia. "O aluno tem que ter o conteúdo. Se ele domina, ele raciocina e chega à resposta. E fica feliz porque consegue perceber que foi avaliado no que ele estudou. Este é um modelo inteligente de prova, que mostra à educação brasileira que vale a pena estudar." Calendário A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. São oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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15/11 - Projeto é desenvolvido na UFV para preservação do sagui-da-serra-escuro, ameaçado de extinção
O animal voltou a ser flagrado em Viçosa após 25 anos. Centro se prepara formação de uma população em cativeiro. Após 25 anos sem ser visto pela região, registros do sagui-da-serra-escuro voltaram a ocorrer em Viçosa Orlando Vital/UFV O Projeto “Aurita” desenvolve em Viçosa uma série de ações em prol da preservação do sagui-da-serra-escuro, ameaçado de extinção. Um estudo passou a ser realizado pelo Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV) após o animal ser flagrado, após 25 anos sem ser visto na região. Natural da Mata Atlântica e com distribuição geográfica original na Zona da Mata mineira, incluindo o município de Viçosa, o sagui-da-serra-escuro, ou cientificamente conhecido como Callitrix aurita, é um primata raro e ameaçado de extinção segundo a IUCN Red List. O responsável pelo flagrante foi o estudante Orlando Vital que, em 2017, durante o trabalho de conclusão do Curso de Ciências Biológicas, reencontrou um pequeno grupo da espécie a cinco quilômetros de Viçosa. Desde então, ele e o professor Fabiano Rodrigues de Melo convidaram integrantes do Programa de Conservação dos Saguis-da-serra para auxiliá-los na pesquisa. Atualmente, Vital é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da UFV e desenvolve pesquisas sobre estes primatas. Em trabalhos de campo da pesquisa, foram visitados cerca de 70 fragmentos de Mata Atlântica na região e foram encontrados apenas dois grupos de C. aurita em contato direto com outras espécies. Segundo o projeto, isto representa uma ameaça, pois, ao se cruzarem, a genética da espécie vai se deteriorando. Para o professor Fabiano de Melo, com a diminuição da Mata Atlântica ocorre um aumento de espécies híbridas e disputa de espaço. “O país perdeu Mata Atlântica. O impacto foi severo e envolveu metade das espécies de macacos deste bioma, que inclui o sagui-da-serra-escuro”, explicou. Os estudos realizados pelo Projeto “Aurita” buscam novos grupos e entender quais são os fatores ambientais que favorecem a permanência deles onde estão localizados. Diante disso, Orlando Vital espera ajudar na conservação do C. aurita e entender a dinâmica dos invasores. Para encontrar e atrair os animais, os pesquisadores utilizada a técnica de playback, que consiste em emitir sons de saguis. Por se tratarem de animais com características territorialistas, ao ouvirem os barulhos, eles respondem e, muitas vezes, se aproximam para saber quem são os invasores. Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra O projeto começou a partir da monografia de Orlando Vital e se expandiu, chegando a contar, atualmente, com apoio de 28 integrantes, entre bolsistas e voluntários. São pesquisadores das áreas de Medicina Veterinária, engenharias Florestal e Ambiental, Ciências Biológicas, Zootecnia, Biologia Animal e Ciência Florestal. Com a identificação de grupos puros de C. aurita na microrregião de Viçosa, foi idealizada e realizada a criação do Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra (CCSS-UFV) para trabalhar efetivamente com a reprodução do primata visando à reintrodução futura na natureza. O espaço é um criadouro científico para fins de pesquisa, previsto em lei, licenciado pelo Instituto Estadual de Florestal (IEF) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O CCSS-UFV dedica se a cuidar de duas espécies: o Callitrix aurita, nativo de Viçosa, e o Callitrix flaviceps (sagui-da-serra), que também é natural da Mata Atlântica e tem uma distribuição bem menor no leste de Minas Gerais e na região montanhosa do Espírito Santo. Originalmente, o C. flaviceps não ocorre em Viçosa. Mas como já há registro desta espécie em cidades próximas, como Manhuaçu, Viçosa seria um centro de referência para a sua reprodução. Além da assistência institucional, o CCSS-UFV recebe apoio de organizações nacionais e internacionais. Em julho deste ano, as veterinárias e estudantes de pós-graduação Isabela Mascarenhas e Mayra Zerlotini, integrantes do Centro, realizaram treinamentos técnicos e práticos de manejo destes animais em cativeiro, priorizando o bem-estar deles. Para isso, foram concedidas bolsas pelo Apenheul Primate Park, zoológico especializado em primatas, situado em Apeldoorn (Holanda), e pelo Jersey Zoo, localizado no Reino Unido, que pertence à Durrell Wildlife Conservation Trust. O Centro tem uma sede no campus Viçosa, localizada próximo ao Departamento de Zootecnia e à Vila Dr. Secundino, que está sendo preparada para receber o primeiro indivíduo do C. aurita. Com isso, será iniciada a formação de uma população em cativeiro, cujo objetivo será assegurar a preservação do C. aurita e reproduzi-lo, para viabilizar seu retorno ao habitat no futuro.
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15/11 - De cafuné a ubuntu: 10 palavras 'sem tradução' famosas no mundo
Pesquisadora lista dez palavras de diversos idiomas do mundo que não têm tradução literal para outra língua. Cafuné no dicionário Aurélio Fabio Manzano/G1 Existem muitas palavras, em vários idiomas diferentes, que não podem ser traduzidas para outros idiomas com somente uma palavra. A BBC News Brasil explicou em vídeo o significado de dez palavras que não têm uma tradução literal, ele pode ser acessado aqui. Ella Frances Sanders, escritora do livro Lost in Translation, conversou com a reportagem sobre o assunto. Sanders nos disse que palavras intraduzíveis, ou "buracos lexicais", existem por conta de vários fatores diferentes. Um deles é o fato de que algumas palavras nunca foram necessárias no vocabulário de algumas nações. Ao mesmo tempo, a escritora enxerga as palavras que não podem ser traduzidas diretamente como "guardiães" que preservam a diversidade cultural e linguística no mundo. Com os avanços no campo das traduções automáticas, é interessantíssimo que algumas palavras continuem sem uma tradução literal. Sanders relata que esses fenômenos linguísticos funcionam como lembretes de que não é possível simplificar tudo. Veja a lista com algumas palavras sem tradução: Ré nao (热闹) - Mandarim - a felicidade sentida quando dentro de um ambiente Hygge - Norueguês - o prazer trazido pelas simplicidades na vida Sobremesa - Espanhol - conversa e descanso após almoço Kilig - Tagalog - frio na barriga, quando você começa a se apaixonar Nunchi - Koreano - captar a personalidade de alguém após ouvir atentamente o que a pessoa tem a dizer Pochemuchka - Russo - uma criança curiosa, que está sempre fazendo perguntas Jijivisha - Hindi - vontade de viver e alegria pela vida Tarab - Árabe - o sentimento de estar extremamente envolvido por uma música Ubuntu - Zulu - um conceito que apela à interdependência dos seres humanos; uma pessoa só é uma pessoa por conta de outras pessoas Cafuné - Português - coçar levemente a cabeça de alguém para fazê-lo adormecer Um fator em comum entre as palavras que não podem ser traduzidas é que elas expressam emoções. Além dessas, outras palavras também se encaixam como palavras intraduzíveis. Tim Domas, professor de Psicologia Positiva na Universidade do Leste de Londres, no Reino Unido, iniciou um projeto focado nas palavras que descrevem o estado de felicidade ao redor do mundo. Esse projeto se chama Lexicografia Positiva e foi abordado em reportagem de David Walker, publicada em 2017. Assim como as palavras citadas nesse artigo, as palavras do projeto de Domas são intraduzíveis. Mas, segundo o próprio professor, essas palavras deveriam ser integradas no nosso vocabulário — mesmo sem tradução literal.
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: Portões são fechados e candidatos fazem prova da primeira fase
Prova com 90 questões de múltipla escolha começou às 14h. Medicina é o curso mais concorrido. Quase cem mil candidatos fazem hoje o vestibular da Unesp Os portões dos locais de prova da primeira fase do vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp 2020) fecharam às 14h desta sexta-feira (15). Ao todo, 95.440 candidatos estão inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. Eles vão responder a 90 questões de múltipla escolha em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. São oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. Cursos mais concorridos Medicina, psicologia e direito são os cursos mais procurados do vestibular Unesp 2020. O curso de medicina, ministrado no campus de Botucatu, tem 311 candidatos por vaga, um número maior do registrado no último vestibular, quando era 307 candidatos por vaga. Em seguida vem o curso de psicologia em Bauru, com 60,9 candidatos por vaga (ano passado, o curso teve concorrência de 53,7). Direito, em Franca, tem 47,3 candidatos por vaga (queda em relação ao último vestibular, quando foi 53,3). Veja os 10 cursos mais concorridos Medicina, em Botucatu (311 candidatos por vaga); Psicologia – integral -, em Bauru (60,9); Direito – matutino -, em Franca (47,3); Psicologia – noturno -, em Bauru (36,2); Medicina Veterinária, em Botucatu (36,0); Enfermagem, em Botucatu (33,2); Arquitetura e Urbanismo, em Bauru (32,4); Ciências Biomédicas, em Botucatu (31,6); Direito – noturno -, em Franca (30,0); Engenharia Química, em Araraquara (27,8). VEJA TODA A CONCORRÊNCIA DO VESTIBULAR UNESP 2020 1ª FASE: 15 de novembro Constará de 90 questões objetivas, sob a forma de teste de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Serão 30 questões para cada uma das seguintes áreas especificadas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o Ensino Médio: Linguagens e Códigos: elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte; Ciências Humanas: elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia; Ciências da Natureza e Matemática: elementos de Biologia, Química, Física e Matemática. Duração: 5 horas. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Calendário do vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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15/11 - Após acompanhar tratamento do pai, designer faz Unicamp para se tornar médico: 'Processo longo até tomar coragem'
Jovem de 33 anos decidiu mudar de carreira para dar luz a sonho de antigo de 'ajudar as pessoas'. Ele abandonou os trabalhos na atual profissão para de dedicar aos estudos. João Henrique abandona profissão antiga e segue sonho de cursar medicina em Campinas (SP) Nicole Almeida Aos 33 anos, João Henrique Lopes tem uma carreira bem sucedida, coroada com um mestrado na Itália, mas um sonho e uma motivação antiga mudaram os rumos da história do designer. Depois de acompanhar o tratamento do pai na recuperação de um acidente em 2015, o jovem amadureceu a ideia de se tornar médico para proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas. O primeiro passo da nova empreitada será dado neste domingo (17), na primeira fase do vestibular da Unicamp. O jovem morava fora do Brasil quando o pai precisou iniciar o tratamento para curar sequelas sofridas do acidente há 11 anos. Ele retornou à Campinas (SP) e começou a ver a vida mudar naquele momento, ao retomar o interesse pela área de saúde, que havia deixado adormecido para priorizar a paixão pelo desenho. No entanto, da vontade de mudar de profissão até a decisão efetiva de prestar o vestibular, ele precisou percorrer um longo caminho e questionou muitas vezes a decisão. “Foi um processo longo até tomar coragem. Na verdade, foi um ano trabalhando essa vontade dentro de mim”, relata. Lopes então correu atrás da nova profissão e, como já tinha dois amigos que tinham feito a escolha de cursar medicina mais velhos, ele buscou por conselhos para voltar aos estudos. “Eu tinha a experiência de vestibular de 10 anos antes, então não sabia como estava. Fazia tempo que não tinha contato com algumas matérias”, confessa. Nova rotina e volta aos estudos Apesar de estar há uma década longe do universo escolar, o vestibular da Unicamp não é uma novidade para o designer: é a terceira vez que ele fará a seleção da universidade. Além disso, a experiência adquirida ao longo dos anos é encarada como uma vantagem pelo estudante. “Já me sentia preparado, maduro, já tinha uma visão talvez menos romântica da profissão de medicina”, comenta. Com uma rotina de profissional e não mais de estudante, Lopes precisou abandonar os trabalhos como designer para se dedicar aos estudos para a nova carreira, já que os conteúdos do ensino médio não estão mais tão frescos na memória. O jovem ainda precisou se dividir entre as horas de dedicação aos livros com os compromissos da "vida adulta". “O grande desafio de quem é mais velho é exatamente você ter noção de que alguns conteúdos você vai ter que praticamente reaprender, a não ser que tenha uma memória incrível. Mas você vai ter que se familiarizar com as matérias. E ainda tem que organizar sua vida em geral, porque você tem outros afazeres além de estudar”, afirma. 'Valores que eu acredito' Além da motivação de se tornar médico após acompanhar o tratamento do pai, o jovem afirmou que sempre teve o sonho de cursar medicina para poder ajudar as pessoas e contribuir para elas tenham uma vida melhor. “É uma profissão que tem um prestígio social, então atrai muita gente pra essa área, além das pessoas que acreditam que podem ter melhoria de qualidade de vida, que foi um dos pontos principais para mim. Acho que a área da saúde trabalha valores que eu acredito, e eu sempre quis e tive essa vontade de trabalhar com pessoas, de trabalhar vinculado ao bem estar das pessoas”, diz. Com os as razões da mudança de carreira definidas e a dedicação necessária para conseguir o objetivo, faltava a benção da principal motivação da decisão de Lopes: seu pai. Por motivos óbvios, ele foi o primeiro a receber a notícia. “Foi a primeira pessoa que eu conversei, e ele super me apoiou e falou até que estava esperando esse momento”, brinca. O designer ainda acredita ser importante seguir seus sonhos para ter uma vida feliz e bem sucedida, e ainda aconselha outras pessoas que desejam mudar de carreira. “O meu conselho seria você fazer algo em que acredita. Quando você trabalha com algo que você acredita, aquilo se torna mais leve e acaba tendo sentido na sua vida”, finaliza. *sob a supervisão de Marcello Carvalho Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular da Unesp reúne 6,8 mil estudantes em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista
Candidatos podem levar lápis preto, apontador, borracha, caneta transparente esferográfica preta e régua transparente. Prova ocorre nesta sexta-feira (15) e portões abrem às 13h. 1ª fase do vestibular da Unesp em Araraquara (SP) ocorre nesta sexta-feira (15). Felipe Lazzarotto/EPTV A primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de São Paulo "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp) acontece nesta sexta-feira (15) em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista (SP), com 6.784 inscritos para fazer a prova. São 3.582 candidatos em Araraquara, 1.891 em Rio Claro e 1.311 em São João da Boa Vista que concorrem a 7.725 vagas espalhadas por todos os campi da Unesp. 6,8 mil alunos fazem vestibular da Unesp em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista Candidatos fazem nesta sexta a prova da primeira fase; confira os cursos mais concorridos Os portões abrem às 13h e as provas de conhecimentos gerais serão aplicadas às 14h. A saída do prédio será liberada após as 17h30, mas o exame poderá ser entregue até às 19h. Ao todo, serão 90 questões de múltipla escolha para serem respondidas em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. A segunda fase do vestibular da Unesp será aplicada nos dias 15 e 16 de dezembro. Fabiana Assis/ G1 Orientações Os vestibulandos podem consultar onde farão a prova no site da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). No local da prova é preciso levar um documento original com foto. Os estudantes podem levar lápis preto, apontador, borracha, caneta esferográfica transparente com tinta preta e régua também transparante. A segunda fase será aplicada nas mesmas cidades, em 15 e 16 de dezembro. Mais informações sobre o vestibular podem ser obtidas no telefone (11) 3874-6300, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e no site da Vunesp. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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15/11 - Vestibular Fuvest 2020: Medicina, fisioterapia e psicologia são cursos com maior aumento na concorrência
Medicina em Bauru cresceu 39,5% em relação à concorrência do ano passado. Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Primeira fase da Fuvest 2020 será dia 24 de novembro Celso Tavares/G1 Os cursos de medicina em Bauru, fisioterapia e psicologia tiveram os maiores crescimentos na relação candidato/vaga do vestibular Fuvest 2020. A disputa por uma vaga em medicina no campus de Bauru subiu de 86,9 candidatos por vaga no último vestibular para 124,21 no próximo vestibular, um crescimento de 39,5%. Fisioterapia subiu de 24,62 para 31,17, um aumento de 26,6%. Psicologia aumentou de 61,78 para 73,67 candidatos por vaga, crescimento de 19,2% Veja os cinco maiores aumentos na concorrência Medicina (Bauru) - 124,21 (2020) x 86,9 (2019) - subiu 39,5% Fisioterapia - 31,17 (2020) x 24,62 (2019) - subiu 26,6% Psicologia (São Paulo) - 73,67 (2020) x 61,78 (2019) - subiu 19,2% Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 x 108,65 (2019) - caiu 18% Ciências Biomédicas - 37,21 (2020) x 32,36 (2019) - subiu 15% Relações Internacionais - 58,6 (2020) x 51,50 (2019) - subiu 13,7% Medicina (Pinheiros) - 129,46 (2020) x 115,24 (2019) - subiu 12,3% A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) a relação candidato/vaga dos cursos oferecidos no vestibular 2020. Os três cursos de medicina, nos campus Pinheiros, Bauru e Ribeirão Preto, são os mais concorridos - Medicina Pinheiros tem 129,46 candidatos por vaga. Em quarto lugar aparece psicologia oferecido na Cidade Universitária, em São Paulo, com 73,67 candidatos por vaga. O curso de relações internacionais aparece em quinto lugar com 58,6 candidatos por vaga. Veja os 15 cursos mais concorridos da Fuvest 2020: Medicina (Pinheiros) - 129,46 candidatos por vaga Medicina (Bauru) - 124,21 candidatos por vaga Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 candidatos por vaga Psicologia (São Paulo) - 73,67 candidatos por vaga Relações Internacionais - 58,6 candidatos por vaga Curso Superior do Audiovisual - 46,92 candidatos por vaga Psicologia (Ribeirão Preto) - 43,24 candidatos por vaga Medicina Veterinária - 42,91 candidatos por vaga Ciências Biomédicas - 37,21 candidatos por vaga Design - 32,36 candidatos por vaga Publicidade e Propaganda - 31,20 candidatos por vaga Fisioterapia - 31,17 candidatos por vaga Jornalismo - 29,10 candidatos por vaga Artes Visuais - 26,57 candidatos por vaga Arquitetura (FAU) - 25,94 candidatos por vaga Total de candidatos inscritos Medicina (Pinheiros) - 15.794 Direito - 9.461 Engenharia (Poli) - 7.573 Medicina (Ribeirão Preto) - 6.856 Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuária - 5.794 Medicina (Bauru) - 5.217 Psicologia (São Paulo) - 3.610 Computação - 3.301 Letras - 2.897 Arquitetura (FAU) - 2.724 Física - 2.674 Relações Internacionais - 2.461 Medicina Veterinária - 2.403 História - 1.663 Administração (Ribeirão Preto) - 1.562 A Fuvest também divulgou os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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15/11 - Amazônia, Brumadinho e crise na Venezuela: cursinhos apostam nos temas da 1ª fase da Unicamp
G1 ouviu quatro instituições de ensino que indicaram assuntos de atualidade que podem cair na prova; veja a lista completa. Primeira fase ocorre no domingo com 90 questões. Imagem do momento em que barragem B1, da Vale, se rompe em Brumadinho. Desastre pode cair na prova da Unicamp. Reprodução/TV Globo O desastre de Brumadinho, as queimadas na Amazônia e a crise da Venezuela são as principais apostas de temas dos cursinhos para a primeira fase do vestibular da Unicamp. O G1 ouviu quatro instituições de ensino, que deram dicas para que os estudantes se preparem. Confira a lista dos assuntos citados. Tragédia de Brumadinho Desmatamento e queimadas na Amazônia Venezuela: crise e migração China: guerra comercial e Hong Kong Brexit Epidemias: surto de sarampo; poliomielite; rubéola Refugiados na Europa Discussão sobre aquecimento global no Brasil Brasil e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Manchas de óleo no Nordeste Turquia e curdos Crises econômica no Peru e política no Chile Ao todo, 90 questões compõem a primeira fase. Mais de 72,8 mil candidatos vão disputar 2.570 vagas em 69 cursos. O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Brumadinho Professores do Poliedro, Anglo, Oficina do Estudante e Etapa foram unânimes ao citar os desastres ambientais. O diretor do cursinho Oficina, Marcelo Pavani, afirma que a prova deve abordar tanto os impactos ambientais quanto socioeconômicos do desastre de Brumadinho. "Acho que um tema que deve aparecer na prova da Unicamp, Brumadinho, Mariana, e os impactos ambientais relacionados a questão da mineração, além dos impactos socioeconômicos para as comunidades envolvidas, os pescadores na foz dos rios", exemplifica. O coordenador do Poliedro Campinas, Luis Gustavo Megiolaro, completa que o tema deve ser explorado de forma multidisciplinar. "A prova da Unicamp tem interdisciplinaridade, então um tema mais biológico como esse pode ser abordado em geografia, literatura, história. Não precisa vim com a roupagem de biologia". Queimadas e desmatamento na Amazônia "Outro tema bacana que vai na mesma linha são os problemas ambientais ao longo desse ano, queimada na Amazônia, mancha de óleo no litoral. Uma questão que já foi abordada na Unicamp, que é o efeito de manchas de óleo sobre os corais, que está acontecendo em Abrolhos. Vamos pensar que a prova começou a ser feita lá em agosto, quando começou a aparecer as manchas. Era um momento que os caras estavam pensando em temas atuais", destaca Pavani. Sobre as queimadas e desmatamento da Amazônia, o professor de geografia do Anglo Vestibulares, Sebastian Alvarado Fuentes, sugere que a Unicamp aborde, também, a relação com os agrotóxicos. "É um tema muito comum em vestibulares, não só na Unicamp". Queimadas na Amazônia chamaram a atenção da comunidade internacional Carl de Souza/AFP O coordenador de Geografia do Etapa Vestibulares, Paulo Inácio Vieira Carvalho, indica que a Unicamp deve buscar a origem histórica do desmatamento. "O vestibular não vai perguntar exatamente da ação do governo, se foi adequada ou não, mas o que vai ser perguntado? Qual o motivo que leva ao desmatamento, porque tantas queimadas". "Está relacionado à expansão da fronteira agrícola. Então, tudo começa com a exploração da madeira, depois temos a substituição da floresta por pastos para pecuária e, depois, quando toda a infraestrutura chegar, virão as commodities de exportação, entre elas a soja". "Muita atenção com base no desmatamento da Amazônia e claro, o vestibular não se atém ao factual, ele vai expandir isso para pedir um conceito, como por exemplo da Floresta Amazônica, as propriedades daquele solo", completa Carvalho. Venezuela O coordenador do Poliedro também aposta nas epidemias, principalmente de sarampo. "Outros temas que considero importantes e muito discutidos final do ano passado e começo desse ano [são] epidemias, surto de sarampo". Ele afirma que essa temática pode aglutinar outras disciplinas. "Essa questão do sarampo na região Norte do Brasil, em relação direta com a imigração da Venezuela e aí puxando outro tema, que seria crise na Venezuela". "O pais vizinho está com uma turbulência muito grande esse ano e a migração de venezuelanos para o Brasil tem sido também um assunto contemporâneo muito grande. O que o vestibular pode perguntar? Por onde eles entram, pelo estado de Roraima. Como é um estado que tem dificuldade de comunicação com o restante do Brasil, esses venezuelanos têm muita dificuldade de chegar aos grandes centros, onde poderiam ser incorporados à sociedade", acrescenta o coordenador de Geografia do Etapa Vestibulares. China O professor de geografia do Anglo Vestibulares, Sebastian Alvarado Fuentes, aposta em questões relacionadas à China. "Os últimos acontecimentos deste ano envolvem muito a China. A guerra comercial que está ocorrendo desde o ano passado entre China e EUA. As manifestações de Hong Kong. Então é provável que a Unicamp questione o histórico de Hong Kong, porque ela também faz isso, coloca o enunciado crítico, mas faz alternativas mais atuais". "Em 2019 temos efemérides, faz 70 anos da Revolução Chinesa, que foi em 1949, e também 30 anos do Massacre da Praça da Paz Celestial, então tem vários pontinhos interessantes que podem relacionar a China, que está em pauta", completa. O professor de geografia também lembra que a Unicamp abordou minorias em vestibulares anteriores e cita a minoria muçulmana uigur, da China. "Pode ser que eles juntem esses temas, minorias, junto com China, junto com sistema autoritário". Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: candidatos fazem nesta sexta a prova da primeira fase
Prova com 90 questões de múltipla escolha começa às 14h. Medicina é o curso mais concorrido Primeira fase do vestibular da Unesp tem 95 mil inscritos Daigo Oliva/G1 A Universidade Estadual Paulista (Unesp) aplica nesta sexta-feira (15) a primeira fase do vestibular 2020. Ao todo, 95.440 candidatos estão inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. A prova começa às 14h, quando os portões dos locais de prova serão fechados. Ao todo, serão 90 questões de múltipla escolha para serem respondidas em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. Para a realização das provas o candidato deverá levar: Documento original com foto caneta esferográfica com tinta preta; régua transparente. A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. Consulte seu local de prova Veja o Manual do Candidato Ao todo são oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. Vestibular da Unesp deve ser respondido com caneta preta de tubo transparente Marcelo Brandt/G1 Cursos mais concorridos Medicina, psicologia e direito são os cursos mais procurados do vestibular Unesp 2020. O curso de medicina, ministrado no campus de Botucatu, tem 311 candidatos por vaga, um número maior do registrado no último vestibular, quando era 307 candidatos por vaga. Em seguida vem o curso de psicologia em Bauru, com 60,9 candidatos por vaga (ano passado, o curso teve concorrência de 53,7). Direito, em Franca, tem 47,3 candidatos por vaga (queda em relação ao último vestibular, quando foi 53,3). Veja os 10 cursos mais concorridos Medicina, em Botucatu (311 candidatos por vaga); Psicologia – integral -, em Bauru (60,9); Direito – matutino -, em Franca (47,3); Psicologia – noturno -, em Bauru (36,2); Medicina Veterinária, em Botucatu (36,0); Enfermagem, em Botucatu (33,2); Arquitetura e Urbanismo, em Bauru (32,4); Ciências Biomédicas, em Botucatu (31,6); Direito – noturno -, em Franca (30,0); Engenharia Química, em Araraquara (27,8). VEJA TODA A CONCORRÊNCIA DO VESTIBULAR UNESP 2020 1ª FASE: 15 de novembro Constará de 90 questões objetivas, sob a forma de teste de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Serão 30 questões para cada uma das seguintes áreas especificadas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o Ensino Médio: Linguagens e Códigos: elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte; Ciências Humanas: elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia; Ciências da Natureza e Matemática: elementos de Biologia, Química, Física e Matemática. Duração: 5 horas. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Calendário do vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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14/11 - Vestibular Fuvest 2020: veja os cursos mais concorridos para entrar na USP
Medicina é o mais concorrido com mais de 129 candidatos por vaga. Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Primeira fase da Fuvest será no dia 24 de novembro Celso Tavares/G1 A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) a relação candidato/vaga dos cursos oferecidos no vestibular 2020. Os três cursos de medicina, nos campus Pinheiros, Bauru e Ribeirão Preto, são os mais concorridos - Medicina Pinheiros tem 129,46 candidatos por vaga. Em quarto lugar aparece psicologia oferecido na Cidade Universitária, em São Paulo, com 73,67 candidatos por vaga. O curso de relações internacionais aparece em quinto lugar com 58,6 candidatos por vaga. Veja os 15 cursos mais concorridos da Fuvest 2020: Medicina (Pinheiros) - 129,46 candidatos por vaga Medicina (Bauru) - 124,21 candidatos por vaga Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 candidatos por vaga Psicologia (São Paulo) - 73,67 candidatos por vaga Relações Internacionais - 58,6 candidatos por vaga Curso Superior do Audiovisual - 46,92 candidatos por vaga Psicologia (Ribeirão Preto) - 43,24 candidatos por vaga Medicina Veterinária - 42,91 candidatos por vaga Ciências Biomédicas - 37,21 candidatos por vaga Design - 32,36 candidatos por vaga Publicidade e Propaganda - 31,20 candidatos por vaga Fisioterapia - 31,17 candidatos por vaga Jornalismo - 29,10 candidatos por vaga Artes Visuais - 26,57 candidatos por vaga Arquitetura (FAU) - 25,94 candidatos por vaga Total de candidatos inscritos Medicina (Pinheiros) - 15.794 Direito - 9.461 Engenharia (Poli) - 7.573 Medicina (Ribeirão Preto) - 6.856 Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuária - 5.794 Medicina (Bauru) - 5.217 Psicologia (São Paulo) - 3.610 Computação - 3.301 Letras - 2.897 Arquitetura (FAU) - 2.724 Física - 2.674 Relações Internacionais - 2.461 Medicina Veterinária - 2.403 História - 1.663 Administração (Ribeirão Preto) - 1.562 A Fuvest também divulgou os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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14/11 - Bolsas da Unisul serão mantidas, diz universidade após anúncio de parceria com organização educacional
Bolsas individuais serão tratadas caso a caso e as relativas ao Colégio Dehon permanecem normalmente em 2020. Equipe falará com sindicatos sobre dívidas trabalhistas e salários atrasados. Coletiva de imprensa da Unisul Unisul/Divulgação Em coletiva na manhã desta quinta-feira (14), a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) destacou que as bolsas de vários tipos serão mantidas após a parceria com a organização Ânima Educação, anunciada na quarta (13). As bolsas individuais serão tratadas caso a caso e as relativas ao Colégio Dehon permanecem normalmente em 2020. O objetivo da parceria é a reestruturação da universidade. A ideia é que a organização assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Para isso, a parceria precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, depois, ter manifestação favorável da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do Ministério da Educação (MEC). Enquanto aguardam essa decisão, a Unisul e a organização farão uma gestão compartilhada da universidade em 2020. Negociações com trabalhadores Durante a coletiva, a Unisul também afirmou que os impostos que estavam pendentes foram quitados na manhã desta quinta. O reitor, professor Mauri Luiz Heerdt, disse ainda que os salários de outubro dos funcionários foram quitados nesta quinta. Em relação a dívidas trabalhistas e salários atrasados, a equipe que está à frente das negociações conversará com os sindicatos nos próximos 30 dias. Para que os pagamentos fossem feitos nesta quinta, foi preciso ajuda da organização. "Nos anteciparam R$ 20 milhões e, a título de empréstimo, R$ 93 milhões para podermos quitar esses débitos urgentes", disse o reitor. Para a presidente do Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Tubarão (Sinpaaet), Patrícia Schlickmann Orlandi, o sindicato ainda tem muitos questionamentos e que conhecerá a iniciativa quando começar a gestão compartilhada entre a Unisul e a organização. "Sabe-se que as demissões acontecerão por vários motivos. O Sinpaaet não acredita que seja o caso dos professores em sala de aula, já que há a necessidade deles para a universidade continuar funcionando. Porém não há motivo para uma demissão em massa, afinal a Unisul tem profissionais excelentes e todos podem ser aproveitados em vários setores", disse a presidente. Ela também confirmou que os salários de outubro foram pagos nesta quinta. Em relação a demissões, a Unisul disse em coletiva que não é possível abordar o assunto enquanto não houver resposta do Cade. Mas afirmou que um plano de ação será executado que prevê o ajuste de carga horária e de atividades administrativas com as horas/aula e operações existentes na universidade. Também disse que, dependendo do sucesso no processo de reestruturação, pode gerar novas vagas. A Unisul também negou que houvesse fechamento de cursos. Parceria Em nota na quarta, a universidade informou que a marca da Unisul será mantida, assim como a reitoria continuará em Tubarão, no Sul do estado. "Nós estamos numa dificuldade financeira muito grande, com atrasos salariais, problemas para o pagamento de impostos, problemas com pagamentos de fornecedores e na nossa capacidade de investimento", afirmou o reitor sobre a situação da universidade. "Primeiro, nós tentamos uma forma de nós mesmos resolvermos nossa dificuldade financeira", relatou sobre a busca por uma solução. "Partimos para outra linha de raciocínio, procuramos um parceiro forte para que juntos pudéssemos escrever uma nova página para a Unisul. Conversamos com várias empresas e o grupo com o qual a gente teve maior identidade foi o Ânima", completou o reitor. "Para a Unisul, é uma nova página. Estamos muito otimistas em relação ao futuro”, finalizou. O Cade disse por nota no final da manhã desta quinta que não há um edital publicado sobre a parceria e que esse documento é que torna público que há uma operação em análise pelo órgão. O MEC informou por nota que "não cabe ao Ministério da Educação se pronunciar sobre questões relacionadas à concentração econômica (fusões, incorporações, aquisições, etc) de empresas. O MEC atua como o guardião do padrão de qualidade da oferta do ensino superior do país, promovendo ações de regulação e supervisão relacionadas ao cumprimento da legislação educacional e à indução da melhoria dos padrões de qualidade". A vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do campus de Tubarão da Unisul, Luzimary Della Justina Stange, afirmou que “esperamos que seja uma parceira de sucesso, para agregar mais valores para a universidade. Estávamos cientes de que como estava não tinha mais como. Precisa de muito investimento. Além de preço, tem que ter qualidade de ensino”. A Unisul tem aproximadamente 19 mil alunos distribuídos nas cidades de Tubarão, Araranguá, Braço do Norte e Içara, no Sul do estado, e em Palhoça e Florianópolis, além de ter um campus virtual de ensino a distância que atende o país. A universidade completará 55 anos de fundação em 25 de novembro. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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14/11 - 'Doutor é quem tem doutorado': os médicos e advogados que preferem não ser chamados de doutores
Na legislação brasileira, não há nenhuma norma que determine que qualquer profissional sem título acadêmico seja chamado de doutor; para médica, tradição cria barreira. 'É um título que deve ser usado somente no ambiente acadêmico', diz a ginecologista Melania Amorim, que tem doutorado Arquivo pessoal Melania Amorim é ginecologista e obstetra. Um fato que faz parte da rotina da profissão a incomoda: o termo doutora, utilizado pelos pacientes que são atendidos por ela em um hospital público de Campina Grande (PB). "Doutor é quem tem doutorado", diz ela — que tem doutorado —, à BBC News Brasil. Ela explica: "Ainda assim, é um título que deve ser usado somente no ambiente acadêmico". Para ela, a palavra doutor carrega uma hierarquia que afasta médico e paciente. "Parece que o médico é sempre o detentor do saber, o todo poderoso, enquanto o paciente não sabe nada e vai se submeter passivamente àquelas orientações. Penso que isso não se admite mais na atualidade, em que a gente acredita em uma medicina baseada na humanização do cuidado", declara. Logo no início das consultas, ela costuma explicar brevemente aos pacientes que não precisa ser chamada de doutora e pede que a chamem somente de Melania. "Os pacientes ficam meio atônitos quando toco nesse assunto e nem sempre entendem. Por isso, a gente tem que explicar com muito carinho e cuidado." Nem sempre o pedido da profissional é atendido, pois, segundo ela, a tradição de utilizar o termo para denominar os médicos faz com que muitos pacientes não consigam. "Eu não vou fazer uma confusão enorme com os pacientes, porque eles já vêm de determinada cultura, com determinados saberes populares. Se a pessoa continuar chamando de doutor, tudo bem. De todo modo, é importante fazer a defesa do fim do uso do doutor e explicar sobre o assunto para tentar construir uma nova cultura", declara a médica. Ela conta que poucos médicos pedem para não ser chamados de doutores. "Eu diria que a minoria aderiu a isso, porque a maioria não participa dessa discussão, apesar de ser um tema meio antigo", afirma. Melania admite que é um assunto polêmico e discutir sobre ele é arrumar problemas dentro da própria classe médica. Mas ela acredita que o número de profissionais que queiram deixar de ser "doutores" para os pacientes pode aumentar com o passar dos anos. Outra área na qual é comum que os profissionais sejam chamados de doutores, mesmo sem doutorado, é o Direito. No segmento, também há profissionais que pedem para não ser chamados dessa forma, como a promotora de Justiça Maísa Oliveira, que atua na Defesa da Cidadania de Olinda (PE). Maísa, cuja área de atuação tem contato direto com a população na busca por melhorias na prestação de serviços, afirma que tem uma relação conflitante com o fato de ser chamada de doutora. "Não sou doutora, porque não fiz doutorado. Mesmo que tivesse feito, não faria questão de ser chamada assim. Acho que o respeito pode ser expressado de outras formas, sem a utilização desse termo", diz. No Brasil, em áreas como a Saúde e o Direito, outros diversos profissionais também são chamados de doutores — alguns, por preferência, até ostentam o título em cartões de visita ou nas redes sociais — e outros por hábito da população. O tema desperta discussões. Especialistas afirmam que devido à tradição, não é errado chamar médicos e advogados de doutores. Porém, frisam que não pode haver imposição para o uso do termo, pois na legislação brasileira não há nenhuma norma que determine que qualquer profissional sem título de doutorado seja chamado de doutor. Um dos principais argumentos para que os advogados sejam chamados de doutores é uma lei promulgada no Brasil há quase 200 anos. Porém, estudiosos questionam a validade desse decreto (entenda abaixo). Principais entidades relacionadas a advogados e a médicos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) não possuem posicionamento oficial sobre o tema polêmico. A origem do termo O título de doutor foi formalizado por meio das primeiras universidades criadas no mundo, no fim do século XI, na Europa. Na época, o termo era relacionado a doutores em Teologia ou Filosofia, que eram os professores que, após estudos, eram considerados aptos a ensinar. "Mais tarde, a Universidade de Bolonha (Itália), passa a formar também estudiosos do Direito Romano, que eram os legistas e recebiam o título de Doutor em Leis, que também passaram a ser professores. Eles ainda se tornaram funcionários nas cortes europeias para estudar e redigir leis e outros documentos importantes", explica a professora de História e pesquisadora Tania Bessone, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A partir de então, o título de doutor passou a se popularizar em todo o mundo. No Brasil, se tornou muito comum por meio das primeiras escolas de Medicina, no início do século XIX. "Na época, os médicos defendiam uma tese ao fim do curso e recebiam o título de doutor. Esse hábito de chamar de doutor surgiu nesse período, inspirado nos modelos de faculdades de outros países", comenta Melania. Assim como no Brasil, o costume de chamar médicos de doutores permanece em outros países. Porém, Melania afirma que é importante frisar que há distinções nas formações acadêmicas. "Nos Estados Unidos, por exemplo, há um sistema diferente. Os estudantes fazem o college (iniciação ao ensino superior) antes do curso de Medicina. O médico, quando se forma, recebe o Medical Doctor (MD), que é um grau", explica. Já em relação aos advogados, Otávio Luiz Rodrigues, professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP), afirma que é incomum que as pessoas usem termos equivalentes ao doutor em outros países para identificar tais profissionais. "Eles são chamados de conselheiros, licenciados (que seria algo como bacharel em português) ou diretamente de advogados", detalha. O decreto de Dom Pedro 1º No centro da discussão de advogados brasileiros que afirmam que devem ser chamados de doutores está um decreto assinado por Dom Pedro 1º em 1827. No documento, o então imperador definiu que aqueles que concluíssem os cursos de ciências jurídicas ou sociais no Brasil poderiam ser considerados doutores. Assim, o uso do termo doutor se tornou cada vez mais popular. A queda do império, as mudanças na legislação do país e todas as alterações no Brasil desde 1827 não são considerados argumentos válidos para muitos que defendem que advogados ainda são, oficialmente, doutores. Isso porque justificam que o decreto de Dom Pedro 1º nunca foi revogado. Segundo Otávio Rodrigues, no entanto, o decreto não tem validade atualmente. "Não houve revogação expressa do decreto. Mas pelas legislações posteriores, que trataram de títulos acadêmicos, o título de doutor passou a ser concedido somente a pessoas que possuem doutorado." "Eles não possuem prerrogativa para serem chamados assim. É apenas uma questão de tradição, de um costume linguístico que não foi abandonado", declara o professor de Direito. O tema é polêmico até mesmo entre as instituições que representam as categorias. A OAB afirma que não há posicionamento do Conselho Federal da entidade sobre o tema. Já o Conselho Federal de Medicina (CFM) justifica que o "tratamento doutor com relação ao médico resulta de uma tradição cultural". A entidade afirma que a decisão de chamar um médico de doutor depende do tipo de relação estabelecida entre o profissional e o paciente e "pode variar em função do grau de proximidade, do tempo de convívio e da diferença de idade" entre eles. O CFM afirma que não há uma imposição para o uso do termo, mas também não há uma restrição. "Tudo deve acontecer dentro de um ambiente de respeito e cordialidade", conclui nota encaminhada à BBC News Brasil, assinada pelo vice-presidente da entidade, Donizetti Giamberardino. Aviso serve também como uma forma de 'quebrar o gelo' no atendimento, diz o defensor público Renan Reis Arquivo pessoal 'Não sou doutor' Os profissionais que comumente são chamados de doutores e não querem ser definidos assim dizem que é complicado explicar a questão ao público. "Prezados, o nome do defensor público é Renan. Não é doutor. Não é excelência. Não é senhor. É, simplesmente, Renan", diz um papel colado na porta da sala do defensor público Renan Reis, que atua em Codó (MA). Segundo ele, foi uma medida tomada para demonstrar que não existe relação de hierarquia entre ele e as pessoas que atende. "Esse aviso serve também como uma forma de 'quebrar o gelo' no atendimento, porque as pessoas já chegam perguntando por que não quero ser chamado de doutor. Explico que estamos ali para ajudar, que somos iguais. Percebo que isso deixa a pessoa mais à vontade para contar seu caso", comenta o defensor público. Para tentar humanizar o atendimento àqueles que o procuram, passou a usar roupas mais leves. Ele deixou de lado o terno, pois acredita que, assim como a retirada do "doutor", a mudança da vestimenta também colabora para melhorar o diálogo com o público que o procura. "Durante os atendimentos, utilizo roupas mais casuais, como calça jeans e camisa polo, ou mesmo camiseta da própria Defensoria. Isso gera maior conexão com as pessoas", comenta. Três anos atrás, Renan viu sua postura de inovar no atendimento ao público repercutir na internet. Isso porque uma fotografia com o aviso que consta na porta da sala dele viralizou nas redes sociais. Para tentar humanizar o atendimento àqueles que o procuram, Renan deixou de lado o terno que usava, pois acredita que, assim como a retirada do 'doutor', diz Renan Arquivo pessoal "Recebi inúmeras mensagens de pessoas compartilhando o aviso. Ao mesmo tempo em que achei interessante a repercussão, gerou um bom debate", conta. Ele revela que ficou surpreso ao notar que muitas pessoas defendem o uso do termo "doutor" no cotidiano. "Fiquei um pouco desapontado de, em pleno século 21, ainda termos tantas formalidades que criam barreiras no relacionamento entre as pessoas." Diferente de Renan, a promotora Maísa Oliveira, apesar de não querer ser chamada de doutora, não costuma pedir para que não a chamem dessa forma. "Penso que corrigir as pessoas ou pedir que me chamem de outro modo pode gerar constrangimento. Então, não me importo em ser chamada assim. Mas sempre me apresento apenas com o meu nome. Em ambiente profissional, também cito o meu cargo, o que faz, em muitos casos, com que as pessoas logo me chamem de doutora." "Deixo a pessoa à vontade para me chamar como achar melhor. Já me chamaram de tantas formas... 'dona promotora', por exemplo, acho que foi o mais curioso de todos. Penso que o ambiente jurídico já gera tensão nas pessoas, porque elas buscam a Justiça quando precisam solucionar um problema, por isso já chegam angustiadas e preocupadas. Não acho que a maneira de tratar, desde que com respeito, seja uma grande questão. E eu também gosto muito do meu nome, então não há desrespeito algum em me chamar somente por ele", completa Maísa. A promotora, que conta ter seguido carreira no Ministério Público por se identificar com a atuação social do órgão, considera que muitos profissionais da área de Direito querem ser chamados de doutores por acreditarem que seja uma forma de "distinção social". "Acredito que (a função de advogado) é uma profissão historicamente valorizada como de um status superior, como Medicina ou Engenharia. Mas hoje em dia isso não faz mais sentido. Quando pensamos na importância do conjunto de saberes da humanidade, que precisam se comunicar e se complementar, acaba perdendo o sentido valorizar mais este ou aquele profissional", diz Maísa. 'Não existe certo ou errado' O cirurgião Rodrigo Cabral acredita que não existe um modo correto ou errado de chamar um médico. "Não tenho problema em ser chamado de doutor, apesar de não ter doutorado. Mas, do fundo do meu coração, prefiro que me chamem pelo meu nome ou sobrenome. Nem todos que chamam de doutor sabem o seu nome. O respeito não está no termo doutor, mas no carinho do reconhecimento. Afinal, sou Rodrigo Cabral desde que nasci e me tornei médico há apenas 17 anos", diz. Ele avalia que o fato de muitos médicos pedirem para ser chamados de doutores ou se definirem desta forma pode parecer egocentrismo. "Existe um status que acompanha cada formalização de tratamento. Isso não me incomoda, por isso não preciso ser chamado de doutor. Nascemos do pó e ao pó voltaremos", afirma o médico, que atua em São Paulo (SP). A endoscopista Giuliana Florenzano também não faz questão de ser chamada de doutora. Ela justifica que seu objetivo ao cursar medicina foi cuidar das pessoas e, por isso, considera fundamental estabelecer uma relação confiança com os pacientes. Para isso, pede para ser chamada de Giu. "Não me incomodo em ser chamada de doutora no consultório, porque sei que é uma questão cultural. Mas prefiro que me chamem de Giu. Mesmo que tivesse feito doutorado não exigiria ser chamada de doutora", diz a médica. Giuliana se incomoda quando é chamada de doutora fora do consultório, em Taubaté Arquivo pessoal Giuliana comenta que o principal incômodo referente ao termo doutora surge quando é chamada assim fora do consultório. "Como moro em cidade pequena, me chamam assim mesmo fora do trabalho, como na farmácia ou na portaria da minha casa", relata a médica, que mora em Taubaté (SP). Ela conta que precisa pedir várias vezes até que as pessoas se acostumem a chamá-la de Giu. "Acredito que muitos médicos querem ser chamados de doutores porque se sentem respeitados assim. Para muitos, é uma forma de reconhecimento. Mas eu acredito que existem dois itens que podem dar respeito ao médico: conhecimento técnico e bom atendimento. Sendo assim, ser chamada de doutora não me soa importante", declara Giuliana. Lembrete em faixa na colação de grau Para alguns profissionais, a crença de que não precisam ser chamados de doutores surgiu durante a universidade ou logo no início da carreira. Durante a colação de grau do advogado Davi de Sousa Oliveira, em janeiro de 2018, dois amigos levaram uma faixa com a mensagem: "Parabéns, Davi! Mas lembre-se: doutor é quem tem doutorado". "Eu vi essa faixa quando fui chamado ao palco para pegar o canudo e eles a levantaram. Achei engraçado, mas segurei o riso naquele momento. A intenção deles era me constranger. Mas eles sabem que nunca fiz questão de ser chamado de doutor, porque não acho necessário", diz o advogado, que se formou em Palmas (TO), na Universidade Estadual do Tocantins, e hoje mora em Blumenau (SC). Hoje, atua na área cível e trabalhista e costuma pedir para que os clientes o chamem diretamente pelo seu nome. "Quando o cliente tem que chamar o advogado de doutor, cria-se uma barreira. Alguns entendem como uma forma de respeito, mas eu vejo como um distanciamento", declara. "Os clientes mais jovens preferem chamar pelo nome diretamente. Já os mais velhos têm mais dificuldade e, mesmo que eu diga que não é necessário, continuam me chamando de doutor", conta. Discussão relevante Melania acredita que a discussão sobre o uso do termo doutor é um tema importante. Ela revela que passou a se questionar sobre o tema ainda na faculdade, quando um professor falou sobre o distanciamento gerado ao chamar um médico desta forma. "Esse meu professor dizia que nossa principal função era corresponder aos anseios da população tão pobre e oprimida", diz. "Não é uma batalha formal. O que me irrita, é quando a pessoa força isso de ser doutor para reproduzir essa hierarquia em uma relação que vem se mantendo há muito tempo, na qual o paciente está em uma posição submissa", afirma. Ela é professora na Universidade Federal de Campina Grande e costuma comentar sobre o assunto com os alunos. "Explico isso para meus alunos e para os meus residentes, porque acho que como formadora de opinião, posso mudar a mentalidade de vários. Mas a resistência dos 'doutores' já formados é bastante grande, porque sempre vêm com a história de que estudaram e sofreram muito e fazem questão de serem chamados assim." A médica cita que o termo também está presente nas ruas e é usado, principalmente, pelos mais pobres para definir os que consideram como superiores. "A população é muito subserviente por toda uma questão que remete à escravatura. São séculos e séculos de opressão que as elites vêm exercendo sobre a população. Por isso, as pessoas que estão em posições de servir nas ruas ou nas praças, como flanelinha, o frentista ou o garçom, vão chamar de doutor com a maior naturalidade do mundo", declara Melania.
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14/11 - Fuvest divulga locais de prova da primeira fase do vestibular 2020
Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Mais de 129 mil candidatos estão inscritos. Alunos fazem prova da Fuvest Celso Tavares/G1 A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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14/11 - Unicamp 2020: vestibular terá pela 1ª vez sistema de reconhecimento facial de candidatos, diz comissão
Diretor destaca que medida visa aprimoramento da segurança do exame. Primeira fase será aplicada no domingo (17) e 72,8 mil disputam 2,5 mil vagas em cursos de graduação. Candidatos prestarão vestibular da Unicamp no próximo domingo. Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp usará pela primeira vez, no vestibular 2020, um sistema para reconhecimento facial dos candidatos com objetivo de aprimorar a segurança do processo seletivo. A prova da 1ª fase está marcada para a tarde deste domingo (17) e, de acordo com a organização (Comvest), o teste será realizado em uma escola de Campinas (SP). Nesta edição, 72,8 mil estudantes disputam 2,5 mil vagas. "O vestibular tem uma grande credibilidade por conta de suas provas, da organização e da segurança. Nesse sentido nossos esforços são contínuos e em todas as áreas", explica o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto. O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial As oportunidades são oferecidas pela universidade em 69 cursos. A expectativa é de que o sistema seja efetivado a partir da 2ª fase do exame, onde o número de aprovados é estimado em cerca de 15 mil estudantes pela instituição estadual de ensino. Atualmente, a Unicamp realiza coletas das impressões digitais dos participantes e o investimento necessário para usar o novo sistema não foi confirmado. "O sistema funciona com o uso de um tablet. Faremos fotos que são armazenadas em servidor específico e funcionará também como lista de presença. Teremos, nesse caso, a informação em tempo real sobre presentes e depois será checado novamente na matrícula", destaca. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, explicou esquema de reconhecimento facial. Mirela Von Zuben/G1 O exame terá 90 questões de múltipla escolha para avaliação de conhecimentos nas disciplinas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, matemática, história, geografia, sociologia, filosofia, física, química, biologia e inglês. Além disso, a avaliação também reúne perguntas interdisciplinares. Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Os portões abrem às 12h (horário de Brasília), fecham às 13h e as questões devem ser respondidas em até cinco horas pelos participantes. O vestibular ocorre em 30 municípios paulistas, incluindo a capital, e mais cinco cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Veja aqui o edital do vestibular 2020 Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Unicamp recebe inscrições para 639 vagas com ingresso via Enem Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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14/11 - Unisul anuncia parceria com organização educacional
Segundo universidade, objetivo é reestruturação da instituição. Ideia é que organização Ânima assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Prédio da Unisul em Araranguá Unisul/Divulgação A Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) anunciou na noite desta quarta-feira (13) que assinou uma parceria com a organização Ânima Educação para reestruturação da universidade. A ideia é que essa entidade assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Para isso, a parceria precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, depois, ter manifestação favorável da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do Ministério da Educação (MEC). Enquanto aguardam a decisão do Cade, a Unisul e a organização farão uma gestão compartilhada da universidade em 2020. Segundo nota oficial da Unisul, as duas passarão a atuar de maneira conjunta na gestão. Ainda conforme a nota, a marca da Unisul será mantida, assim como a reitoria continuará em Tubarão, no Sul do estado. Para o Presidente da Fundação Unisul, professor Sebastião Salésio Herdt, “a parceria com a Ânima Educação é uma solução inovadora, e vai permitir a reestruturação da instituição e agregar valor à sua performance como universidade”. Até a publicação desta notícia, a Unisul não havia informado sobre como ficará a situação dos professores e demais trabalhadores da universidade. Para a vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do campus de Tubarão da Unisul, Luzimary Della Justina Stange, “esperamos que seja uma parceira de sucesso, para agregar mais valores para a universidade. Estávamos cientes de que como estava não tinha mais como. Precisa de muito investimento. Além de preço, tem que ter qualidade de ensino”. O G1 entrou em contato com a Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado de Santa Catarina, o Cade e o MEC. Até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta. A Unisul tem aproximadamente 19 mil alunos distribuídos nas cidades de Tubarão, Araranguá, Braço do Norte e Içara, no Sul do estado, e em Palhoça e Florianópolis, além de ter um campus virtual de ensino a distância que atende o país. A universidade completará 55 anos de fundação em 25 de novembro. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova LARANJA do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova verde
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o caderno da prova VERDE do PRIMEIRO dia VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova VERDE do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova verde Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova verde Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova verde
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova VERDE do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova verde Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova verde Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova laranja
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova LARANJA do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova laranja Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova laranja Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova rosa
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova ROSA do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova rosa Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova rosa Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova azul
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova AZUL do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova azul Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova azul Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova rosa
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o caderno da prova ROSA do PRIMEIRO dia VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova ROSA do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova rosa Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova rosa Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova cinza
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova CINZA do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova cinza Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova cinza Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova amarela
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova AMARELA do SEGUNDO dia: Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova amarela Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova amarela Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova branca
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o caderno da prova BRANCA do PRIMEIRO dia VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova BRANCA do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova branca Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova branca Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova azul
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o caderno da prova AZUL do PRIMEIRO dia VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova AZUL do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova azul Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova azul Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova amarela
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o caderno da prova AMARELA do PRIMEIRO dia VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova AMARELA do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova amarela Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova amarela Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 é divulgado
Participantes poderão conferir os acertos, mas as notas com resultado individual só serão divulgadas em janeiro de 2020. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os cadernos de prova também foram divulgados. Veja abaixo IMAGENS e TABELAS de todos os gabaritos VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis É importante lembrar que o número de acertos não representa necessariamente a nota final. Na correção do Enem, é usado o método chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI) – modelo estatístico que leva em conta a dificuldade de cada pergunta e busca avaliar o desempenho do candidato em determinada área de conhecimento. As notas individuais serão divulgadas em janeiro de 2020. LINGUAGENS E CIÊNCIAS HUMANAS (1º domingo) PROVA AZUL 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA AMARELA 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA BRANCA 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA ROSA 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA LARANJA 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA VERDE 1º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas Gabarito Enem 2019 - 1º dia (provas de linguagens e ciências humanas) Roberta Jaworsky/G1 MATEMÁTICA E CIÊNCIAS DA NATUREZA (2º domingo) PROVA AMARELA 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA CINZA 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA AZUL 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA ROSA 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA LARANJA 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas PROVA VERDE 2º DIA - Clique para ver a tabela com todas as respostas Gabarito Enem 2019 - 2º dia (provas de matemática e ciências da natureza) Roberta Jaworsky/G1 Initial plugin text
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13/11 - Expectativa por divulgação do gabarito do Enem vira motivo de memes e desabafos nas redes sociais
Inep agendou para esta quarta-feira (13) a publicação das respostas corretas da prova aplicada em 3 e 10 de novembro. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 será divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). GABARITO extraoficial e resolução comentada Não há um horário marcado para a divulgação do material, o que pode ocorrer até 23h59. Mesmo assim, os participantes ansiosos foram às redes sociais para comentar a demora. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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13/11 - Pela 1ª vez, pretos e pardos são mais da metade dos universitários da rede pública, diz IBGE
A pesquisa mostra melhoras na educação, mas ainda existe desigualdade grande, segundo o Instituto. Pela primeira vez, negros são maioria nas universidades públicas, diz IBGE Pela primeira vez, a população que se declara de cor preta ou parda passou a representar mais da metade – o número exato é 50,3% – dos estudantes de ensino superior da rede pública, de acordo com a pesquisa Desigualdades Sociais por Cor ou Raça Brasil, divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Com democratização do acesso ao ensino superior e também com mais jovens se declarando de cor preta ou parda, atingiu-se pela primeira vez essa proporção, de mais da metade. A pesquisa mostra melhoras em geral na educação, mas existe ainda desigualdade grande”, afirmou Luanda Botelho, pesquisadora do IBGE. Número de alunos negros reprovados nas escolas do Brasil é duas vezes maior que o de brancos, diz Unicef Consumo regular de frutas e hortaliças é menor na população negra, segundo Ministério da Saúde Sancionada em 2012, a Lei Federal de Cotas definiu que metade das matrículas nas universidades e institutos federais deveriam atender a critérios de cotas raciais e sociais em quatro anos. Segundo Luanda, a política de cotas explica, contudo, apenas uma parcela da maior presença de negros. Embora represente agora mais da metade dos estudantes do ensino superior, a população de cor preta ou parda permanece sub-representada, já que representa 55,8% da população brasileira. Para os indicadores educacionais, o instituto baseou-se em indicadores pesquisados em 2018. Ensino público: 3,5 milhões de estudantes deixaram a escola ou foram reprovados em 2018 Esse maior acesso de pretos ou pardos na educação também está presente nos primeiros anos de estudos. A frequência das crianças de até 5 anos na creche ou escola cresce de 49,1% em 2016 para 53% em 2018. O abandono escolar também diminuiu, embora ainda seja maior do que entre brancos. Outro indicador em trajetória de melhora é a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, que passou de 9,8% em 2016 para 9,1% em 2018. A proporção com pelo menos o ensino médio completo cresceu por essa mesma base de comparação, de 37,3% para 40,3%, considerando a população com 25 anos ou mais de idade.
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13/11 - UFJF alerta para golpe de falso e-mail em nome de servidora da instituição
Mensagem enviada por correio eletrônico adulterado convoca para trabalho em processos seletivos. Caso está sendo investigado pela Polícia Federal. Fraude é realizada com e-mail em nome de uma professora Brian Lary/Freeimages.com A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) emitiu uma nota de esclarecimento na terça-feira (12) sobre um golpe envolvendo o nome de uma professora da instituição como responsável por convocar trabalhadores por e-mail. Segundo a instituição, o golpe utiliza o nome da professora Vera Maria Peters, diretora do Centro de Biologia da Reprodução (CBR), através de um e-mail criado que não pertence à docente. A universidade alerta para as pessoas que receberam e-mails de verapeters.ufjf@gmail.com desconsiderarem a informação e acessarem a Central de Atendimento caso tenham dúvidas. De acordo com a UFJF, algumas pessoas da comunidade acadêmica receberam a "convocação" para atuar em processos seletivos, como fiscais, coordenadores, entre outros cargos. Ao G1, a assessoria da Diretoria de Imagem Institucional informou que considera o caso isolado, não há informações ainda se o golpe tinha objetivo de extorquir dinheiro. Polícia Federal já está apurando o fato. Veja a íntegra da nota abaixo "A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) alerta a população sobre a realização de um golpe envolvendo nomes de professores da instituição. A UFJF esclarece que não realiza a convocação de trabalhadores por e-mail para atuar em seus processos seletivos como fiscais, coordenadores, vice-coordenadores, supervisores, auxiliares ou quaisquer outros cargos. Tampouco cobra taxa de inscrição para esse fim. A instituição está tomando todas as providências legais sobre o caso e informa que o e-mail verapeters.ufjf@gmail.com não pertence à diretora do Centro de Biologia da Reprodução (CBR), professora Vera Maria Peters. A UFJF pede a todos atenção e cuidado."
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13/11 - Fenômeno k-pop impulsiona ensino de coreano em escolas públicas do Rio
Interesse dos adolescentes pelo gênero musical fez crescer procura e abriu novas turmas do curso, que hoje é oferecido gratuitamente em três escolas estaduais na capital. Alunos da rede pública têm aula de coreano na escola Quando Vanessa Costa, diretora da Escola Estadual Olga Benário, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio, recebeu uma proposta de oferecer aulas de coreano, teve dúvidas sobre a popularidade do curso. Estava enganada. "Pra minha feliz surpresa, quando eu fui divulgar nas turmas, houve uma demanda absurda, muito por conta do k-pop, e a gente conseguiu formar uma turma de 25 alunos", conta a diretora. Hoje já são três. Não é exagero relacionar o crescimento da oferta ao sucesso do k-pop, o fenômeno da música pop coreana. Isso porque, para o curso existir, o interesse dos alunos é determinante: uma turma só abre se os alunos se inscreverem e, além disso, é necessário apresentar relatórios de presença e de desempenho para o Consulado Coreano de São Paulo -- já que o Rio não tem representação do país. "Hoje, alunos da rede particular vêm aqui à escola procurando saber se podem fazer a aula de coreano", conta a diretora, que viu o curso se tornar o grande diferencial da escola. Desde que as aulas do idioma foram iniciadas no Olga Benário, em 2017, mais três turmas foram abertas ali, onde 80% dos alunos são do Complexo da Maré. E, no segundo semestre de 2019, mais duas escolas estaduais, a Visconde de Cairu, no Méier, e a Paulo de Frontin, no Rio Comprido, também passaram a oferecer aula de coreano. K-pop: como funciona a multimilionária indústria de ídolos Como Coreia do Sul investiu em cultura e colhe lucro Podcast debate a superexposição dos jovens ídolos (ouça abaixo) E por que coreano virou disciplina queridinha? A matéria é oferecida como uma disciplina extra, assim como um cursinho de inglês: fora do horário escolar, com lições de casa e provas próprias. Ainda assim, a turma segue cheia. E por que tanto empenho? Em poucos minutos de conversa com uma das três turmas de coreano do colégio, o motivo fica óbvio: é até difícil contar o número de vezes em que o k-pop é mencionado. "O k-pop é bem diferente do que eu costumo escutar ou ver. Acho muito interessante que os homens usam maquiagem, têm o olho puxadinho, as músicas, as danças... são totalmente diferentes", diz Kaylane Vieira, fã do gênero. Dicionário de K-Pop "Uma dia, no YouTube, eu vi um grupo chamado BTS. Eu achei a dança interessante tudo diferente... achei a beleza diferente. Nunca tinha visto homem com maquiagem! Foi quando eu entrei no k-pop", conta a estudante Kaylane Vieira, de 15 anos. "Eu nunca achei tinha visto música daquele jeito, contagiante, com muita mudança de figurino, de cenário", conta Annyelle Magalhães, 15 anos, que também começou a se interessar por k-pop e por coreano por conta do grupo BTS. Os grupos Momoland e Gfriend também são citados entre os queridinhos, assim como os "Doramas", as novelas coreanas, também fazem sucesso com os adolescentes. BTS, grupo de k-pop Divulgação Apesar da animação, aprender uma língua em que o alfabeto é totalmente diferente é um desafio que requer esforço. "As maiores dificuldades são gravar o que cada traço significa e alinhar eles em uma frase. Há alguns que têm a fonética totalmente igual e isso às vezes confunde. É bem difícil, começar do zero às vezes é bem desesperador, porque é muito diferente", diz a estudante Mellissa Santos, de 17 anos. Novo idioma, novos sonhos Alunas de colégio público do Rio imitam coreografia de grupo de k-pop Gustavo Wanderley/G1/Reprodução Aprender um idioma tão diferente do português e fora do eixo inglês-espanhol-francês pode parecer apenas uma modinha, mas não é bem assim. Além de ser um diferencial no currículo, saber coreano pode ser a porta de entrada para conseguir uma das várias bolsas de estudo oferecidas pelo país para imigrantes. Esse, aliás, é o sonho da aluna Mellissa: cursar Medicina no país da Ásia. Ela, que é apaixonada por k-pop e já estudava o idioma sozinha antes de ter a oportunidade de fazer o curso em seu colégio, agarrou com unhas e dentes a oportunidade de aprender o idioma em sala. "Eu comecei a chorar quando fiquei sabendo que teria aula aqui. Era um sonho pra mim. Eu vou terminar o terceiro ano esse ano, vou fazer o Topik e vou fazer minha faculdade de Medicina no Coreano na Coreia", afirma ela.
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13/11 - Gabarito oficial do Enem 2019 será divulgado nesta quarta
Participantes poderão conferir os acertos, mas as notas com resultado individual só serão divulgadas em janeiro de 2020. Provas do segundo dia do Enem 2019 Ana Carolina Moreno/G1 O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 será divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os cadernos de prova também serão disponibilizados. GABARITO extraoficial e resolução comentada Não há um horário marcado para a divulgação do material. Os candidatos deverão acessar o portal do Inep ou o aplicativo oficial do Enem. Assim que o gabarito estiver disponível, o G1 irá reproduzi-lo. É importante lembrar que o número de acertos não representa necessariamente a nota final. Na correção do Enem, é usado o método chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI) – modelo estatístico que leva em conta a dificuldade de cada pergunta e busca avaliar o desempenho do candidato em determinada área de conhecimento. As notas individuais serão divulgadas em janeiro de 2020. Gabarito extraoficial Enquanto o gabarito oficial não é publicado, os candidatos podem conferir a resolução elaborada pelos professores do Sistema COC de Ensino. Também é possível assistir, em vídeo, à forma de resolver as 10 questões mais difíceis ou polêmicas do Enem. Outras perguntas foram resolvidas por professores durante programas ao vivo, nos dois domingos da prova. Próximas datas do Enem 2019 O gabarito oficial e notas do Enem 2019 ainda não foram divulgados. Quem teve problemas com logística ou se sentiu prejudicado durante a aplicação do Enem 2019 deve fazer o pedido de reaplicação da prova até a próxima segunda-feira (18). Confira abaixo as próximas datas do cronograma desta edição: Gabarito oficial: 13 de novembro Pedido de reaplicação da prova: até 18 de novembro Resultados individuais: janeiro de 2020 Resultados de treineiros: março de 2020 Último dia do Enem 2019 tem a participação de mais de 3 milhões de inscritos Para que serve o Enem? O Enem possibilita que o candidato ingresse no ensino superior de cinco formas diferentes: Sisu Prouni Fies universidades particulares que usam o exame como vestibular universidades portuguesas, parceiras do governo brasileiro Saiba mais sobre cada uma delas aqui. Initial plugin text
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12/11 - Jovem de 18 anos morre após passar mal durante prova do Enem em Olinda
Morte de Beatriz Gomes Borges ocorreu no domingo (10) e foi divulgada nesta terça-feira (12) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Caso ocorreu em escola no bairro de Jardim Atlântico Reprodução/Google Street View Uma estudante de 18 anos morreu depois de passar mal durante as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em uma escola no bairro de Jardim Atlântico, em Olinda. O caso ocorreu no domingo (10), último dia do exame, e foi divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). De acordo com o Inep, Beatriz Gomes Borges realizava as provas no Colégio Santa Emília quando sentiu-se mal. Ela foi retirada do local pelos pais. O instituto informou, ainda, que a equipe aplicadora de provas prestou o suporte necessário para o pronto atendimento da jovem. O instituto não informou, no entanto, se a jovem chegou a ser socorrida. Beatriz era estudante do terceiro ano da Escola de Referência Santa Ana, também localizada em Jardim Atlântico. Por meio de nota, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco informou que lamenta o caso e se solidariza com os amigos e familiares da estudante. O Inep também informou que "lamenta profundamente o falecimento" da jovem e que, "neste momento de imensa dor", se solidariza com os familiares e amigos da vítima "e expressa as mais sinceras condolências pela perda". A Secretaria de Educação e o Inep não informaram qual seria a causa da morte da estudante.
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12/11 - Após universitário atear fogo no próprio corpo na França, estudantes protestam contra 'precariedade'
Jovem teve 90% do corpo queimado em protesto por perder bolsas de estudo. Manifestantes exigem melhorias na assistência estudantil. Manifestantes protestam em frente a órgão de ensino superior de Lyon, na França, nesta terça-feira (12) Philippe Desmazes/AFP "Um gesto desesperado que diz muito sobre a nossa precariedade atual", este foi o consenso entre os alunos que se reuniram na manhã desta terça-feira (12) em frente à sede do restaurante universitário em Lyon, onde um estudante ateou fogo no próprio corpo na sexta-feira, para se manifestar. Eles estavam reunidos no local para apoiar o estudante de 22 anos que se imolou na sexta-feira (8) em frente ao restaurante da universidade e que ainda está entre a vida e a morte no hospital. Ele teve 90% do corpo queimado. Passando por dificuldades financeiras – ele havia perdido a bolsa de estudos ao "triplicar" seu segundo ano na Universidade de Lyon 2 –, o jovem explicou seu gesto em uma mensagem lida nesta terça-feira por um outro estudante: "Hoje eu cometerei o irreparável, se eu viso ao edifício do restaurante universitário, não é por acaso, estou buscando um lugar político", escreveu o aluno antes de passar para a ação. Manifestantes protestam em campus universitário de Lyon, na França, nesta terça-feira (12) Philippe Desmazes/AFP No comunicado, o estudante imolado dizia que, mesmo quando tinha direito à bolsa de estudos, ela não era suficiente. Sua bolsa era de € 450 (aproximadamente R$ 2.069). Segundo o sindicato dos estudantes Solidários, que convocou manifestações em 40 cidades, esse gesto "extremo" ilustra uma situação de precariedade "comum". "Não estamos imunes a outras tentativas de suicídio", disse um ativista, "exigimos uma posição pública do ministério". "São dificuldades que muitos estudantes têm", diz Bastien Pereira Besteiro, professor da Universidade Lyon 2 e militante do sindicato Sul-Educação. "As autoridades públicas devem assumir suas responsabilidades", diz o professor, completando que a precariedade é comum entre seus alunos. Catar lixo Manifestantes pedem melhorias nas condições de vida dos estudantes da França em protesto nesta terça-feira (12) Philippe Desmazes/AFP Sophie, uma estudante de ciências sociais do terceiro ano, foi à manifestação com uma placa, onde disse que havia sido "banida do restaurante universitário porque estava hospitalizada". "Não pude comparecer a alguns exames e por isso acabei repetindo o ano, e o restaurante me cortou a comida", disse ela, contando ter que catar restos no lixo para comer e acumular vários empregos para pagar o aluguel. Ao meio-dia, a manifestação transbordou no campus da Universidade Lyon 2 e a Reitoria anunciou o fechamento administrativo de todos os edifícios "devido a um bloqueio em andamento e a atos de vandalismo". No sábado, Nathalie Dompnier, reitora da Universidade Lyon 2, disse à AFP que a instituição não estava ciente das "dificuldades pessoais" relacionadas ao aluno imolado. Em Saint-Etienne, cidade da qual o estudante imolado é natural, 150 pessoas se encontraram nesta terça-feira. Um de seus primos saudou "seu ato heróico", dizendo aos participantes: "continue lutando, é o que ele quer". No norte da França, cerca de 300 a 400 pessoas se reuniram ao meio-dia em frente a restaurante universitário de Lille, atrás de placas dizendo "Precariedade mata, solidariedade ganha vida". Os estudantes marcharam pelas ruas antes de entrar na faculdade de direito, onde impediram uma palestra de François Hollande sobre a crise da democracia. Bate-boca na Assembleia Legislativa 'Precariedade mata!', diz pichação em Lyon, França, durante protesto nesta terça-feira (12) Philippe Desmazes/AFP "Sua política mata". Com esta frase, a deputada francesa Danièle Obono (A França Insubmissa, partido da esquerda radical) acusou nesta terça-feira (12), "políticas que vão contra os interesses sociais" do primeiro-ministro Edouard Philippe de levarem um estudante de Lyon à auto-imolação. "Sr. primeiro ministro, a precariedade mata, ela é uma das consequências de suas políticas que vão contra os interesses sociais. Quantas mortes serão necessárias para o senhor colocar um fim nisso?", criticou violentamente a deputada durante a sessão de perguntas na Assembleia Nacional, dirigindo-se a Edouard Philippe. Em sua resposta à deputada, o secretário de Estado encarregado da Juventude, Gabriel Attal, lamentou essa "tragédia" e lembrou que o governo estava trabalhando para melhorar a situação dos estudantes. "Esse jovem acusa sua política; novas mortes acontecerão por causa dessa política, muitas pessoas já perceberam que você não está nem aí para as vidas delas, você prefere deixá-las morrer e continuar a designar migrantes e estudantes como bodes expiatórios ", respondeu Danièle Obono. "Nós agimos, você está forçando a barra, seja um pouco responsável", lançou Gabriel Attal, sob os aplausos da maioria. (Com informações da AFP)
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